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Mostrando postagens com marcador tecnologia na construção civil. Mostrar todas as postagens
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27 de fevereiro de 2014

Consulado Britânico leva empresas do Brasil para a Ecobuild em Londres


O UK Trade & Investment (UKTI), departamento de comércio e investimento internacional do Consulado Geral Britânico de São Paulo, vai levar sete empresas brasileiras para a feira Ecobuild, o maior evento de construção sustentável do mundo, que acontecerá entre os dias 4 e 6 de março em Londres. A última edição da feira r euniu mais de 1500 expositores de 121 países e contou com 43 mil visitantes. Neste ano, o UKTI será o representante do governo britânico na Ecobuild e ficará responsável pela organização de uma rodada de negócios entre os empresários brasileiros e fornecedores britânicos de produtos sustentáveis para a construção civil.
"O Brasil é um importante parceiro comercial do Reino Unido e acreditamos que a delegação brasileira traga valor a este evento tão importante para o setor. O UKTI é um dos principais players da Ecobuild. Durante o evento, haverá uma interação entre convidados brasileiros e expositores britânicos para estimular práticas mais eficientes, limpas e sustentáveis na construção civil", disse John Doddrell, cônsul-geral britânico em São Paulo e diretor do UKTI no Brasil.
Durante a Ecobuild, o UKTI também vai organizar um ciclo de palestras para apresentar as oportunidades de investimentos de países emergentes, como Brasil, Rússia, China, Turquia, África do Sul e Índia. Valeria Martinez, gerente do setor de Ambiente Construído (construção e tecnologias ambientais) no UKTI em São Paulo, que lidera a missão de empresas brasileiras, fará uma palestra no dia 5, destacando o potencial de crescimento da construção civil no País, tendo em vista os novos projetos de infraestrutura, o aquecimento do setor imobiliário e os grandes eventos esportivos da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.
"A indústria da construção civil do Brasil ultrapassou o patamar de R$ 210 bilhões em 2012, segundo o IBGE, e tende a continuar crescendo. É preciso aliar esse desenvolvimento com práticas mais sustentáveis de racionalização de recursos naturais e gestão de resíduos", afirma Valeria. "A Ecobuild é o local ideal para colocar o empresário brasileiro em contato com as inovações mais avançadas nas áreas de projetos, métodos construtivos e materiais de construção".
As empresas brasileiras participantes da Ecobuild incluem o consórcio Ilha Pura, responsável pela construção da Vila dos Atletas das Olimpíadas do Rio 2016; a Odebrecht; a consultoria OTEC, de construção civil, arquitetura e eficiência energética; a empresa gaúcha Tria Sistemas de Arquitetura; os escritórios de arquitetura Viviane Cunha Associados, do Rio de Janeiro, e YBYPY Arquitetura, de São Paulo; assim como o Green Building Council Brasil, uma ONG que visa fomentar a indústria de construção civil sustentável no Brasil e estimular a adoção da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).
O Brasil é o quarto no ranking de países com mais edifícios com certificação LEED, atrás apenas de EUA, Emirados Árabes Unidos e China. Em 2012, 9% dos edifícios já possuíam a certificação LEED no País. Todos os estádios que vão sediar a Copa do Mundo 2014 estão buscando assumir este compromisso e, em dezembro, a Arena Castelão, em Fortaleza, se tornou o primeiro estádio da América do Sul a conquistar a certificação ambiental. O Reino Unido foi o país que lançou a primeira certificação ambiental para edificação. A sofisticada BREEAM, lançada em 1990, já conta com mais de 250 mil edifícios certificados em mais de 50 países. A arquiteta brasileira Viviane Cunha, que receberá um prêmio durante a Ecobuild, terá a BREEAM em um projeto realizado por ela na região serrana do Rio de Janeiro. Outro projeto da arquiteta que conta com a certificação britânica será o novo prédio do BNDES no Rio.
Fonte: www.administradores.com.br

Consulado Britânico leva empresas do Brasil para a Ecobuild em Londres. Fevereiro 27, 2014. Por: Mão de Obra Online

11 de fevereiro de 2014

Dicas para instalar seu ar condicionado



Nada melhor do que um condicionador de ar para encarar tantas variações climáticas. Mas para que ele funcione corretamente e não traga dores de cabeça, é necessário levar em conta alguns fatores na hora da instalar o ar condicionado.

Sendo assim, você precisa considerar a quantidade de pessoas que vivem no local, as dimensões do cômodo onde o ar condicionado será instalado, a incidência de luz solar no local, além da presença ou não de equipamentos eletrônicos no ambiente.

É de extrema importância também que um técnico acompanhe esse processo de instalação, principalmente se for um ar condicionado split, composto por duas partes que precisam ser encaixadas separadamente. O profissional saberá indicar a você qual a melhor altura ou a posição em que ocondicionador de ar deverá ficar.

Além disso, é também mais garantido deixar por conta de um especialista a conexão dos cabos, o que reduz os riscos para os moradores da casa.
Onde instalar o ar condicionado?

De um modo geral, o ar que sai do aparelho nunca deve ser liberado direto nas pessoas, portanto, ao instalar o ar condicionado no quarto, ele deve ficar sobre a cabeceira. Já na sala, acima do sofá. Na sala de jantar, o equipamento não pode ser colocado em local muito próximo à mesa.

Também é importante que o ar condicionado nunca seja instalado logo acima de aparelhos eletrônicos, como televisores ou aparelhos de som, pois eles podem ser danificados pela água que eventualmente saia do equipamento.

Os aparelhos de ar condicionado devem ser posicionados de modo que fiquem distantes da parede e do teto, indicações que variam de acordo com o modelo do produto e que podem ser verificadas no manual. Devem também ser instalados em um espaço de fácil acesso, permitindo que a limpeza e troca do filtro sejam simples e prática.

Outra dica é em relação à direção do aparelho: especialistas explicam que o condicionador de ardeve ser colocado sempre em paredes voltadas para o leste ou para o sul, áreas onde os raios solares não incidem com tanta força. Com relação aos aparelhos de ar condicionado split, é recomendável que a parte instalada do lado de fora não receba muita luz do sol.

É importante ainda que tanto a parte interna quanto a externa não estejam voltadas para locais fechados ou estreitos, como corredores e garagens, o que pode causar danos ao ar condicionado.
Qual condicionador de ar comprar?

Se você optar por um ar condicionado de janela para o seu ambiente, há modelos que já vêm com um painel que dispensa moldura. Isso facilita no momento de instalar o ar condicionado, além de deixar a decoração do ambiente mais leve.

Outra opção, e que pode ser bem útil para quem não quer complicação, é o ar condicionado portátil. Esse tipo de condicionador de ar é interessante para quem não pode instalar um ar condicionado, já que, por exemplo, vive de aluguel ou mora em um prédio mais antigo. O ar condicionado portátil tem a vantagem de evitar aquele quebra-quebra, além de não ser necessário obras de instalação e buracos na parede.

Aproveite essas dicas, mas não deixe de chamar o técnico para a instalar o ar condicionado. Assim você evita problemas e garante um ambiente com clima agradável durante o ano todo.

Crédito: www.zoom.com.br
Imagem: www.splitarcondicionado.net 

Dicas para instalar seu ar condicionado. Fevereiro 11, 2014. Por: Mão de Obra Online

10 de fevereiro de 2014

Construção de aeroportos, crucial para países emergentes como o Brasil


A construção de novos aeroportos é crucial para o desenvolvimento econômico dos países emergentes, como o Brasil, que se prepara para receber centenas de milhares de turistas estrangeiros no Mundial de Futebol.

O Brasil começou uma corrida contra o relógio para modernizar seus aeroportos diante da aproximação desta competição esportiva, prevista de 12 de junho a 13 de julho, na qual espera receber 600.000 turistas estrangeiros e três milhões de brasileiros nas 12 sedes do país.

O avião é o único meio de transporte para atravessar o país, de 200 milhões de habitantes, que conta com aeroportos antigos e saturados, assim como com conexões internas insuficientes.

A associação brasileira de companhias aéreas estima que ao menos 42 bilhões de reais serão investidos até 2020.

Destes, 22 bilhões de reais serão destinados à criação de 71 plataformas aeroportuárias novas.

A China também precisa de aeroportos para reforçar seu desenvolvimento econômico e turístico. 

A direção da aviação chinesa (CAAC) prevê, em seu plano quinquenal (2011-2015), a construção de 82 aeroportos novos e a ampliação de outros 120 existentes.

A empresa de assessoria em estratégia Roland Berger estima que 110 novos aeródromos se unirão em breve aos 3.600 aeroportos de uso civil já existentes.

"O tráfego aéreo chegará a novas zonas para satisfazer a demanda turística e a relacionada com o comércio e o desenvolvimento econômico", declarou Didier Bréchemier, especialista no setor aéreo desta assessoria.

Em 2013, mais de 3 bilhões de passageiros viajaram de avião no mundo. O tráfego aéreo deve duplicar nos próximos 20 anos, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

As economias dos países emergentes do Oriente Médio, da região Ásia Pacífico, da África e da América Latina contribuíram em grande medida para este crescimento.

"A aviação é um motor da economia mundial", comentava recentemente o diretor da IATA, Tony Tyler.

1,9 trilhão de dólares para investir até 2030

Para o diretor da consultora Arthur D. Little, Mathieu Blondel, "o mercado da construção e da renovação dos aeroportos é muito importante devido ao crescimento previsto do tráfego aéreo até 2030, mas também pela obsolescência técnica e funcionalidade dos grandes aeroportos construídos há 20 ou 40 anos", como nos Estados Unidos.

Este mercado aeroportuário representaria um investimento de 1,9 trilhão de dólares até 2030, segundo Blondel.

Os grandes grupos de construção e de gestão de aeroportos internacionais buscam aproveitar estas oportunidades de crescimento fora de seus países de origem.

"O desafio para os grandes grupos europeus como Vinci ou Aéroports de Paris é se manter na disputa, em especial na Ásia, onde podem emergir grandes atores", afirmou Bréchemier.

O gigante chinês CACC (China Airport Construction Group Corporation of CAAC) ou o turco TAV também esperam concorrer neste mercado, no qual os diferentes atores se agrupam em consórcios, de um construtor e de um gestor aeroportuário, por exemplo, para se apresentar nas licitações.

Além da construção de infraestruturas essenciais como pistas, acessos ou torres de controle, as licitações também incluem equipamentos específicos e tecnológicos, como equipamentos de segurança ou de navegação aérea, indica Blondel.

Os aeroportos também devem oferecer outro tipo de serviços, como lojas, bares e restaurantes para se tornar atrativos.

No entanto, neste mercado "é difícil prever o planejamento das futuras oportunidades", acrescentou Bréchemier.

Um funcionário da direção da aviação civil chinesa insistia recentemente na importância destas infraestruturas básicas, embora lembrasse que 90% dos aeroportos regionais chineses registravam perdas financeiras.

Na Espanha, o aeroporto privado de Ciudad Real, que custou um bilhão de euros, foi colocado à venda em dezembro depois de não receber nenhum voo comercial desde 2011.
Crédito: www.diariodepernambuco.com.br

Construção de aeroportos, crucial para países emergentes como o Brasil. Fevereiro 10, 2014. Por: Mão de Obra Online

27 de janeiro de 2014

Cinzas do lixo urbano podem ser aproveitadas na construção civilI

 imagem ilustrativa

A programação do Fórum Horizontes do Saneamento, promovido pela Sanepar, contou com a apresentação do professor do Instituto para Fornecimento de Água, Qualidade da Água e Gestão de Resíduos Sólidos da Universidade de Stuttgart, na Alemanha, Klaus Fischer. O professor discutiu as alternativas para o gerenciamento de resíduos no Brasil e no mundo.

“A produção de plástico no Brasil é muito alta, representa 18,8% do lixo urbano coletado. Por isso, o desafio é buscar alternativas de gerenciamento dos resíduos sólidos com baixíssimo custo”, alertou Fischer.
Para solucionar o problema, além das técnicas de separação do lixo já conhecidas, Fischer propõe a incineração e a agregação das cinzas ao cimento destinado à construção civil. Outra proposta do professor é a geração de energia pelo aproveitamento dos gases emitidos nos aterros sanitários.
 
Lodo esgoto

Experiências que utilizam a secagem e a incineração do lodo de esgoto também foram apresentadas no Fórum Horizontes do Saneamento.

O painel foi mediado pelo diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Péricles Weber, e teve a participaçao de Mike Weeks e Mehdi Hashemian, que atuam em uma empresa que presta serviços em todos os continentes, e Hideo Yamamoto, chefe de pesquisa da Japan Sewage Works Association.

O tratamento de esgoto gera grande volume de um subproduto, o lodo de esgoto. Este resíduo, formado por vários componentes, precisa de destinação adequada. A secagem do lodo é uma opção para reduzir o volume e os custos de transporte.
 
“Após passar pelos processos de desidratação e secagem, o volume de esgoto pode ser 95% menor”, afirmou Mike Weeks. Ele também disse que, mesmo seco, o lodo de esgoto pode ser utilizado na agricultura e apresentou quatro tipos de tecnologias que podem chegar a este resultado.

No Japão, além de ser destinado para agricultura, o lodo de esgoto é utilizado na geração de combustíveis para usina termoelétrica e para veículos a gás. O principal processo de redução de volume é a secagem, por meio de várias tecnologias, como desidratação em fornos e a carbonização. Os gases de saída também são tratados.

Fonte: AEN 

Cinzas do lixo urbano podem ser aproveitadas na construção civilI. Janeiro 27, 2014. Por: Mão de Obra Online

15 de janeiro de 2014

Cresce a procura pelas casas-contêiner em Santa Catarina


O contêiner começa a ultrapassar a barreira de portos e assume papel de destaque na construção civil. Em busca de imóveis mais compactos, de rápida execução e de fácil transporte, muitos clientes em Santa Catarina compram a ideia de uma casa-contêiner. 

É o caso da bióloga María Victoria Bisheimer. Ela tem um imóvel no bairro Campeche, em Florianópolis. María afirma que a residência foi construída apenas com materiais reutilizados, como tijolos antigos e madeiras de demolição. 

— O meu interesse pelas casascontêiner é estritamente pelo meu perfil ecologicamente correto. Sou bióloga e possuo uma forma de vida mais sustentável. 

A casa de aproximadamente 80 metros quadrados abriga dois quartos, dois banheiros, uma cozinha conjugada com a sala e um escritório. 

A arquiteta Lívia Ferraro, da Ferraro Container Habitat, de Florianópolis, defende que entre as principais vantagens estão a rapidez da obra – ela chega a entregar um módulo em até 30 dias –; possibilidade de levar a casa para onde quiser; e por ser mais sustentável – ela utiliza apenas contêineres que seriam descartados, além de usar iluminação LED. 

— Não sai muito mais barato que uma residência de alvenaria, mas todo o investimento é revertido na construção. Na casa de alvenaria, 30% do valor investido é desperdiçado. Na casa-contêiner o desperdício é mínimo — avalia. 

Em um imóvel de 100 metros quadrados, por exemplo, o valor pode ser até 10% mais baixo que o Custo Unitário Básico ( CUB). Ela explica ainda que a empresa é pioneira em arquitetura para contêiner e que trabalha tanto com projetos comerciais, como showroom de construtoras e residenciais, que são os mais buscados no Estado. Já foram feitas cerca de 15 casascontêiner em Santa Catarina. 

Lívia acrescenta que oferece projetos-padrão ou personalizados. Há opções de módulos de 20 pés, com 15 metros quadrados, e de 40, com 30 metros quadrados, além de projetos que envolvem mais de um contêiner. Porém alguns cuidados são essenciais. A arquiteta afirma que são necessários estudos para saber como cortar o contêiner sem danificar a estrutura, além de critérios de isolamento térmico. A solução encontrada por ela são os contêineres do tipo reefer, utilizados para cargas refrigeradas e que evitam o aquecimento interno. 

Gustavo Correa, proprietário da SC Container, de Içara, desenvolveu um módulo que imita o contêiner marítimo, porém é produzido pela própria empresa em ferro galvanizado. Ele explica que a vantagem é que é um material novo e mais leve. Conforme Correa, um contêiner marítimo pesa em torno de 2,5 mil quilos, enquanto um módulo de ferro galvanizado pesa 800 quilos. Um módulo para quitinete de cerca de 13 metros quadrados custa R$ 13,5 mil.

Fonte: diariocatarinense.clicrbs.com.br 

Cresce a procura pelas casas-contêiner em Santa Catarina. Janeiro 15, 2014. Por: Mão de Obra Online

10 de janeiro de 2014

FGV: combustíveis seguem pressionando IGP-M em janeiro

Os preços no atacado e, em menor medida, ao consumidor foram os principais fatores que influenciaram a aceleração do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) na primeira prévia de janeiro. O indicador, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 0,37%, contra 0,32% em igual prévia do mês de dezembro.
Devido ao período de apuração (21 a 31 de dezembro), o indicador ainda captou o reajuste dos combustíveis, anunciado pela Petrobras no fim de novembro e que impactou a inflação no último mês do ano. No Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), o diesel acelerou de 0,80% para uma alta de 2,27%, se firmando como uma das principais influências individuais.
No Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a gasolina também foi destaque, com alta de 4,05% na prévia de janeiro, contra leve elevação de 0,03% na primeira prévia de dezembro. Isso a colocou como a principal influência para a aceleração do índice. O etanol, que também teve seus preços reajustados no período, subiu 4,82%, ante 1,03%, e foi a segunda maior influência.
Produtos
No atacado, os preços dos produtos agrícolas cederam na passagem do mês. Com deflação de 0,12%, ante alta de 0,46% na primeira prévia de dezembro, o indicador foi ajudado pela soja e seus derivados, que entraram em campo negativo.
A soja em grão registrou queda de 1,41%, contra alta de 1,89% em igual prévia de dezembro. O farelo de soja caiu 2,17%, contra alta de 2,08%. Além disso, a batata-inglesa caiu 22,13% na primeira prévia de janeiro, enquanto o feijão em grão recuou 7,38%. Na primeira prévia de dezembro, suas taxas eram de +1,58% e de -9,62%, respectivamente.
Entre os produtos industriais, o minério de ferro subiu 1,77% e foi a principal influência do IPA. Na primeira prévia de dezembro, a commodity havia avançado 0,47%. Com isso, os produtos industriais tiveram elevação de 0,57%, contra alta de 0,19% na prévia de dezembro.
Consumidor
Devido ao aumento nos combustíveis, o grupo transportes acelerou de 0,16% para 1% na primeira prévia de janeiro. Mas a classe não foi a única a aumentar o ritmo de alta. Também acelerou o grupo saúde e cuidados pessoais (0,42% para 0,45%), puxado pelo preço dos medicamentos.
Em contrapartida, seis classes de despesa desaceleraram: educação, leitura e recreação (0,93% para 0,23%), vestuário (0,81% para 0,44%), comunicação (0,36% para 0,00%), alimentação (0,61% para 0,57%), despesas diversas (0,60% para 0,29%) e habitação (0,34% para 0,32%).
Construção
O Índice Nacional da Construção Civil (INCC) registrou elevação de 0,06%, contra 0,36%, mostrando descompressão nos preços puxada tanto pelos materiais, equipamentos e serviços (0,26% para 0,13%) quanto pelo custo da mão de obra (0,44% para zero).
Fonte: www.dgabc.com.br

FGV: combustíveis seguem pressionando IGP-M em janeiro. Janeiro 10, 2014. Por: Mão de Obra Online

13 de dezembro de 2013

Como Fazer Alicerce de Casas

Como Fazer Alicerce de Casas? Aprenda Passo a Passo

Como fazer alicerce de casas

Os alicerces (viga baldrame) são cordões de concreto e ferro, sobre os quais erguem-se as paredes. Em volta de toda a construção, devem amarrar a malha nos ferros das sapatas. A espessura destes ferros varia conforme a estrutura do prédio. Para uma casa de até dois pavimentos aceita-se:
  • 4 Ferros horizontais de 3/8;
  • Estribos (verticais) dobrados e amarrados de 20 em 20cm com ferro 3/16.

Ferragem para alicerce de casas

Como podemos ver na imagem a seguir, a malha não se apoia na sapata, mas é amarrada nos ferros que saem dela a uns 5 a 10cm de altura, de modo que o concreto, depois, envolva toda a ferragem, não a deixando em contato com o chão. Coloque a malha em todas as posições de uma sapata para a outra, bem amarrada. Em volta, arme as formas para conter o concreto. A parte superior da madeira deverá estar absolutamente nivelada, para que depois os tijolos subam sem problemas. O profissional deverá nivelar as formas usando mangueira de nível e linha. Outro método bom é o uso de uma mangueira transparente, cheia de água, com duas pessoas estendendo-a de um canto a outro e acertando as madeiras conforme o nível da água. O concreto será despejado até as bordas das tábuas.

Traço de concreto para fazer o alicerce

As formas são cheias com concreto gordo (1:3:3 = 1 balde de cimento, 3 de areia e 3 de pedra 1). Não despeje o concreto do alto. Soque-o com um tubo de ferro. é bom sacudir a malha, conforme despejar o concreto para ajudar a compactar o concreto e para evitar que a ferragem se curve para baixo. O resultado do trabalho pode ser visto nas imagems a seguir.
Em casos especiais quando os alicerces são muito profundos, é necessário deixar um vão por onde vão passar os tubos de esgoto. Isto pode ser feito colocando-se um pedaço de tubo de PVC dentro das ferragens, antes da concretagem.
Fonte: construfacilrj.com

Como Fazer Alicerce de Casas. Dezembro 13, 2013. Por: Mão de Obra Online

6 de dezembro de 2013

O futuro da construção civil

Os trabalhadores da construção civil nunca viveram momento como este. A perspectiva da Copa do Mundo, em 2014, colocou-os em evidência, levando de forma mais ampla à sociedade as dificuldades pelas quais passam e também as conquistas que acumulam em sua luta por um ambiente de trabalho mais fraterno e justo.

O crescimento do setor – um dos poucos que em Mato Grosso a apresentar frequentes resultados positivos de geração de emprego – também representou o amadurecimento da luta sindical que o envolve. O sindicalismo na construção civil cresceu e se renovou, tendo o Estado de Mato Grosso como um dos principais protagonistas deste momento. 

Um exemplo disso é a atuação dos operários de MT na Campanha pelo Trabalho Decente na Copa do Mundo e Além, coordenada pela Federação Internacional de Trabalhadores da Construção e da Madeira (ICM), cujo objetivo é garantir condições humanas de trabalho aos operários da Copa. Em MT, mesmo diante do desinteresse da Secopa em discutir questões trabalhistas, os trabalhadores tiveram seu avanço ao garantir melhores condições salariais e de trabalho aos operários da Arena Pantanal, sem a necessidade de greves ou grandes conflitos que atrasariam ainda mais as obras.

Em 2013, a classe trabalhadora também ampliou a discussão sobre a segurança no trabalho, área em que MT figura entre os piores colocados, ocupando o topo da lista dos Estados com maior índice de acidentes, doenças e mortes. Somente este ano, o sindicato da categoria (SINTRAICCCM) realizou 210 reuniões de esclarecimento sobre legislação e fiscalização em canteiros de obra, sendo o único a integrar o Grupo Interinstitucional que discute o tema, coordenado pelo Ministério Público do Trabalho.

O SINTRAICCCM também está na diretoria da Federação dos Trabalhadores na Indústria, da Nova Central Sindical e da Confederação Nacional da Construção e do Mobiliário, além do Conselho Municipal do Trabalho, o que demonstra o crescimento da representatividade da categoria nos níveis local e nacional.

Quanto à pauta salarial, ainda há avanços a serem feitos na luta pelo piso único nacional. O empresariado ainda não repassou aos trabalhadores os ganhos obtidos com o ‘boom’ imobiliário patrocinado com o dinheiro dos impostos por meio de programas de expansão de infraestrutura do governo federal. Porém, a negociação trouxe avanços em outros itens das cláusulas sociais que representaram grandes benefícios aos trabalhadores.

Para o futuro, a principal pauta dos trabalhadores da construção civil será a cobrança sobre o governo federal, para que cumpra sua promessa de dar continuidade à expansão da infraestrutura nacional, garantindo os empregos gerados e o crescimento da renda.
Fonte: www.midianews.com.br

O futuro da construção civil. Dezembro 06, 2013. Por: Mão de Obra Online

25 de novembro de 2013

Desemprego: São José foi a 3ª cidade do país em demissões em outubro, diz Caged


São José dos Campos foi a terceira cidade do país que mais demitiu em outubro segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Ministério do Trabalho. O desempenho só não foi pior que Salvador, na Bahia e Petrolina, em Pernambuco.
 
No último mês, a cidade fechou 1.507 postos de trabalho, a maioria no setor da construção civil - foram fechados 960 vagas na construção civil e 527 no setor de serviços. No ano a cidade mantém saldo positivo de 2.614 postos.
 
As outras duas maiores cidades da região, Taubaté e Jacareí, registraram saldo positivo na criação de empregos, com 94 e 138 vagas respectivamente. A alta em Taubaté foi puxada pelo setor de serviços, com saldo positivo de 128 vagas e no acumulado, a cidade está com 982 novos empregos.
 
Em Jacareí, outubro terminou com a geração de 138 vagas, dos quais 81 na indústria. No acumulado de 2012, a cidade tem saldo de 535 empregos. A cidade, junto com Caraguatatuba, Pindamonhangaba e Guaratinguetá lideram a abertura de vagas na região em outubro.
 
Caraguá abriu 271 vagas em outubro, sendo 271 no setor de serviços, mas no acumulado do ano foram fechados 443 postos de trabalho. Em Atibaia foram fechados em outubro 33 vagas, sendo que a construção civil foi respondável pelo fechamento de 44 postos de trabalho e a indústria pela geração de 51 novos empregos. No ano a cidade tem saldo positivo de 1.750 vagas.

Fonte: spnoticias.com.br

Desemprego: São José foi a 3ª cidade do país em demissões em outubro, diz Caged. Novembro 25, 2013. Por: Mão de Obra Online

7 de novembro de 2013

Inflação da construção civil varia 0,44% em outubro

Loja de materiais de construção: os materiais também registraram recuou ao passar de 0,59% em setembro para 0,54% em outubro

Rio de Janeiro – O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,44% em outubro, ficando 0,10 ponto percentual abaixo da taxa de setembro (0,54%), informou hoje (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice de outubro do ano passado ficou em 0,34%. No acumulado do ano, a taxa acumula variação de -0,77%, ante 4,99% em igual período de 2012.

O estudo aponta que o resultado foi influenciado pela desoneração da folha de pagamento de empresas do setor, prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho.

Os dados do IBGE revelam que o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 845,31, para R$ 849,07, entre setembro e outubro – R$ 468,27 relativo aos materiais e R$ 380,80 à mão de obra.

O custo da mão de obra recuou 0,15 ponto percentual, ao passar de 0,48% em setembro para 0,33%, em outubro.

Os materiais também registraram recuou ao passar de 0,59% em setembro para 0,54% em outubro.

A Região Centro-Oeste registrou maior variação mensal regional ao alcançar 1,54% em outubro, seguida pelas regiões Norte (0,92%), Nordeste (0,54%), Sul (0,17%) e Sudeste (0,09%).

Os custos regionais por metro quadrado foram: R$ 864,77 (Norte); R$ 791,40 (Nordeste); R$ 880,88 (Sudeste); R$ 872,40 (Sul) e R$ 867,30 (Centro-Oeste).

Crédito: exame.abril.com.br 

Inflação da construção civil varia 0,44% em outubro. Novembro 07, 2013. Por: Mão de Obra Online

4 de novembro de 2013

Comércio de sucata ajuda crescimento da construção civil e siderurgia no Brasil


A reciclagem vai muito além da coleta seletiva. O comércio de sucata demonstra isso, já que praticamente todo o aço, metal e ferro que acaba se tornando inservível em alguma indústria, se transforma para se tornar em um novo produto. De acordo com o proprietário da empresa sorocabana Cosfer, que comercializa sucatas, Marcelo Ferreira, cerca de 80% das vigas e demais materiais ferrosos utilizados na construção civil são derivados da sucata. "Se for depender só de minério de ferro, o mercado não se sustenta", relata. E os números do comércio de sucata impressionam, já que no Brasil, em 2012, 8,2 milhões de toneladas de produtos sucateados foram gerados e transformados, segundo dados do Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo (Sindinesfa). Atualmente, o Brasil processa mais de 10 milhões de toneladas de sucata de ferro e aço para fins siderúrgicos e fundição, sendo que 96,5% do volume dessa sucata processada é consumida pelo mercado interno, enquanto apenas 3,5% é vendido ao mercado externo, de acordo com o Sindinesfa.

Ferreira conta que está há sete anos atuando no mercado sorocabano com sua empresa, que é responsável pelo envio de até 1 mil toneladas por mês de sucata às siderúrgicas e fundições, que recebe esse material e o transforma em novos produtos utilizados no mercado de construção civil e industrial, por exemplo.

Segundo ele, o mercado de sucata funciona da seguinte forma: as empresas como a dele compram a sucata gerada por outras empresas, então, as condiciona em caçambas para serem levadas até a sede do empreendimento coletor; logo após, todo o material recolhido passa ou pela tesoura mecânica ou pela prensa, dependendo do destino; por fim, o material condensado é negociado com as fundições e siderúrgicas, que ficam responsáveis por picar a sucata e derretê-la. 

O mesmo trabalho é feito pela empresa de Luiz Carlos Rodrigues Santos, a RSA Comércio de Metais. O empreendimento é responsável pelo envio mensal de até 1,5 mil toneladas de sucatas às indústrias transformadoras do material. "Nós compramos os materiais de ferros-velhos e empresas e temos as 160 caçambas espalhadas nas ruas, nas empresas que geram sucatas e nos ferros-velhos. Aí, encheu a caçamba, o pessoal liga e agenda a retirada, para depois elas passarem pela prensa ou tesoura, para vender para as siderúrgicas e fundições. As caçambas ficam em Sorocaba, Itu, Porto Feliz, Piedade, Boituva e Votorantim", relata.

Segundo os empresários, toda essa sucata acaba virando novos materiais, que são bastante utilizados na construção civil e indústria automotiva, por exemplo. "Siderúrgica, geralmente, transforma em vergalhão e barra chata, e fundição faz várias coisas, desde uma peça para um pistão de máquina até um câmbio e uma embreagem", afirma Santos. Mas, apesar de toda essa dimensão de sucata enviada às indústrias transformadoras, Ferreira revela que a quantidade ainda é pouca, diante da necessidade do mercado. "Essas mil toneladas que a gente consegue por mês, as siderúrgicas precisam por dia, para manter os fornos funcionando. Os fornos precisam funcionar 24h por dia, porque gasta muita energia para ligá-los novamente. Então, quando precisa desligá-lo, fica muito caro", explica.

Valor no mercado


O valor de venda da sucata pelas empresas coletoras varia bastante, já que são as siderúrgicas e as fundições, ou seja, as compradoras, que o determinam. Segundo o proprietário da Cosfer, muitas vezes as indústrias transformadoras baixam bastante o preço da sucata quando o seu estoque já está cheio e depois voltam a subir o valor quando não possuem tantos materiais para serem derretidos. "Chega o final de ano, o estoque deles está lá em cima, aí abaixam o preço da sucata e ficam empurrando com a barriga até fevereiro", ressalta.

As siderúrgicas que compram a sucata de Ferreira costumam pagar entre R$ 320 e R$ 540 a tonelada, dependendo da qualidade do produto. "Compensa investir na sucata, porque é um bom negócio. Já foi melhor, mas hoje em dia é bem corrido, existem prazos para o pagamento da sucata. Quando comecei, você comprava à vista e vendia à vista, isso era o (lado) bom da sucata. Hoje você compra à vista e as fundições pagam em 30 dias", informa.

Já a RSA costuma comprar a sucata por uma média de R$ 350 a tonelada, das empresas geradoras do produto, e a vendem por um preço 30% mais caro para as siderúrgicas e fundições. Essa diferença no preço se dá por conta do trabalho de recolher a sucata e picá-la ou prensá-la. "Esse ano foi morno para a sucata, a maioria das siderúrgicas trabalhou com 70% de sua capacidade. Não foi um ano que o Brasil precisou tanto da sucata, tanto é que o que salvou o mercado foi a exportação. Conseguimos exportar bastante, porque se dependesse só da indústria nacional ficaria difícil", afirma.


Crédito: www.cruzeirodosul.inf.br 

Comércio de sucata ajuda crescimento da construção civil e siderurgia no Brasil. Novembro 04, 2013. Por: Mão de Obra Online

31 de outubro de 2013

Fairtec 2013 - Abertura


Novidades para o setor da construção civil, tecnologias para tornar o dia a dia mais fácil, os últimos lançamentos em móveis e decoração e ainda, uma variedade de imóveis para atender quem sonha com a casa própria. Estas e muitas outras novidades foram apresentadas ontem, 29, na abertura oficial da FAIRTEC 2013 – Feira de Tecnologia da Construção Civil, que acontece até domingo, 03, no Centro de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (Pavilhão da Fenarreco), em Brusque.

No lançamento estiveram presentes várias autoridades, que destacaram a importância do setor da construção civil para a economia do Estado, além de ressaltarem que feiras como a FAIRTEC, mostram o que é produzido na região e em Santa Catarina, para todo o Brasil. “Brusque é uma cidade que está em constante crescimento, basta ver os 180 prédios que estão sendo construídos hoje no município. O Sinduscon e todos estes expositores fazem parte de tudo isso”, disse o prefeito municipal, Paulo Roberto Eccel.

Todos os corredores da feira, ficaram lotados de pessoas que vieram conferir as novidades do setor. E para atender o visitante, a Feira de Tecnologia da Construção Civil foi dividida em setores, tais como: Tecnologia e Serviços, Indústria, 2ª Mostra de Móveis e Decoração e 2º Salão do imóvel.

A cabelereira Jaciara Jansen, foi com o noivo visitar a feira e pesquisar o preço dos imóveis. “Como trabalhamos o dia inteiro, fica difícil pesquisar em cada imobiliária, então aqui é a melhor solução, pois estão todas em um único local”, destaca.

Os investimentos dos expositores já começaram a apresentar resultados, pois alguns negócios foram fechados. Piscinas e até um apartamento foram adquiridos na abertura da feira.

O presidente da comissão organizadora da FAIRTEC, Fernando José de Oliveira, acredita que esta edição vai superar, e muito, os números da primeira edição. “Os expositores buscaram atrair o visitante com novidades, lançamentos e promoções o que levou muita gente neste primeiro dia à feira, então acreditamos que nos próximos dias o movimento será ainda maior”, conclui Oliveira.

A FAIRTEC é uma realização do Sinduscon Brusque, com organização da Andrade Eventos e apoio da Prefeitura Municipal de Brusque, do Convention & Visitors Bureau e da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP). Os patrocinadores são o Sistema Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o Serviço Nacional da Indústria (Senai), a Caixa Econômica Federal, o CREA-SC, a Walpa Instaladora Elétrica; a IBMix, o Sebrae e a Unifebe.
A entrada para a FAIRTEC é gratuita, mas é preciso fazer o cadastro no site: www.fairtec.com.br



CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA FAIRTEC 2013: 


Dia 30 – Quarta-feira
16h - Abertura do Pavilhão
20h – Palestra: NR 18 – Segurança do Trabalho.
Palestrante: André Ricardo de Melo - UNIFEBE
22h – Fechamento do Pavilhão


Dia 31/10 – Quinta-feira
16h - Abertura do Pavilhão
16h30 – Palestra: Alvenaria Estrutural – Racionalização Construtiva.
Palestrante: Dejalma Frasson Junior – ABCP
19h – Palestra: Inovação e Sustentabilidade na Construção Civil - Melhores Práticas no Ciclo de Vida da Edificação.
Palestrante: Alexandre Leripio - UNIFEBE
22h – Fechamento do Pavilhão


Dia 01/11 – Sexta-feira
16h - Abertura do Pavilhão
19h - Palestra: Construções a Seco.
Palestrante: Ary Manoel Onofre Junior - UNIFEBE
22h – Fechamento do Pavilhão


Dia 02/11 - Sábado
10h – Abertura do Pavilhão
19h – Palestra: Aplicações do aço na indústria da Construção Civil.
Palestrante: Elias Riffel – UNIFEBE
21h – Palestra: NR 35 – Segurança no Trabalho em Altura.
Palestrante: Eduardo Feuser – NR Treinamentos (Sintricomb)
22h – Fechamento do Pavilhão

Dia 03/11 - Domingo
10h – Abertura da Feira
19h - Encerramento da FAIRTEC 2013.
Fonte: www.fairtec.com.br

Fairtec 2013 - Abertura. Outubro 31, 2013. Por: Mão de Obra Online

18 de outubro de 2013

Projeto Google pode transformar a indústria da construção civil


O laboratório "Google X" da Google está desenvolvendo uma nova tecnologia que pode transformar a indústria da construção civil assim como a própria arquitetura. 

De acordo com uma notícia do site Globes, um relatório da equipe responsável pelo projeto e enviado a Sergey Brin e Larry Page, descreve a invenção apelidada de "Genie" como sendo uma plataforma de colaboração baseada em nuvem com aplicações de planejamento para auxiliar arquitetos e engenheiros no processo de design, especialmente, de arranha-céus e edifícios.

O relatório também destaca o potencial da tecnologia Genie para transformar a atual indústria da construção civil em algo mais eficiente e amiga do ambiente ao nível da concepção, construção e manutenção. O relatório sugere que a invenção poderá permitir poupar custos de construção entre os 30 e os 50%.

Segundo a mesma notícia, já foi lançado um protótipo da Genie, que foi bem recebido tanto por arquitetos como por profissionais da indústria.

Fonte: Archdaily, Globes

Projeto Google pode transformar a indústria da construção civil. Outubro 18, 2013. Por: Mão de Obra Online

16 de outubro de 2013

ConstruFesp traz novidades

Várias empresas ligadas ao ramo da construção civil já se preparam para a II Feira Tecnológica de Construção Civil – ConstruFesp, que acontece nos dias 23, 24 e 25 deste mês. Mais de 25 empresas estarão divulgando seus produtos e serviços, trazendo as novidades do setor e gerando novas oportunidades de negócios. O evento, que ainda terá palestras e minicursos aos participantes, também visa a troca de experiências entre profissionais, alunos e pesquisadores da área.

“A ConstruFesp vai deixar as empresas em contato direto com seu público alvo, sendo a ponte entre produto, serviço e consumidor. Uma forma de oportunizar novos negócios”, destacou o professor, Fábio Esper Kallas, presidente do conselho curador da Fesp, que é a provedora da feira. O evento faz parte do Fesp Inova 2013 e será realizado no galpão da Estação Eventos.

Segundo Anselmo Figueiredo, um dos organizadores da feira, durante todos os dias do evento diversas atrações serão apresentadas nos estandes das empresas participantes. A Associação dos Arquitetos de Passos, por exemplo, trará uma apresentação de maquetes em terceira dimensão (3D), além de Soluções em Mobilidade Urbana e Gestão Pública.

Os profissionais e alunos ainda poderão assistir às demonstrações, na prática, da construção de paredes com blocos cerâmicos ou ecológicos, utilizando a argamassa polimérica (que substitui a convencional) e ainda o uso de tinta reflexiva que simula temperatura na residência.

O coordenador do curso de Engenharia Civil da Fesp, Ivan Francklin Júnior, ressalta que os estudantes também vão participar da exposição, mostrando os serviços em controle tecnológico dos materiais de construção, bem como outros projetos como o ‘Educar e Construir’ e ‘Laboratório Mecânica dos Solos’.

“Os projetos desenvolvidos pelos alunos e professores, são de extrema importância, pois através de estudos verificamos os comportamentos físicos, químicos e mecânicos dos materiais, viabilidade e economia para a construção civil” diz o engenheiro Matheus Teixeira de Carvalho, responsável pelo Laboratório de Materiais de Construção Civil da Fesp.

Ainda conforme Figueiredo, a integração e informação de uma instituição acadêmica como a Fesp, em parceria com o segmento empresarial, torna o evento mais atrativo, aliando conhecimento e oportunidades empreendedoras para expositores e visitantes.

Crédito: www.clicfolha.com.br 

ConstruFesp traz novidades. Outubro 16, 2013. Por: Mão de Obra Online

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