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9 de abril de 2013

Aldo garante os 12 estádios da Copa 2014 prontos até o fim do ano


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, reafirmou compromisso de entregar todos os estádios da Copa do Mundo de 2014 até dezembro, como pedido pela Fifa. Ele também negou, apesar de rumores, a possibilidade de que o jogo inaugural do torneio não seja no estádio do Corinthians em Itaquera. O clube ameaça parar a obra caso o financiamento do BNDES não seja liberado até o fim do mês.
"A ideia é entregar o Beira-Rio, por exemplo, em setembro. Nosso acompanhamento indica que estão todos dentro do cronograma. Tenho falado semanalmente com os responsáveis diretos. No caso dos estádios públicos, com governadores. No caso dos privados, com proprietários e construtoras. Esse acompanhamento é rigoroso", disse, na noite deste domingo.
Cinco das seis cidades que receberão jogos da Copa das Confederações, em junho deste ano, também serão sedes da Copa do Mundo. A dois meses da primeira partida, ainda há estádios inacabados. Rebelo, no entanto, dá garantia de que serão palcos da competição sem problemas.
"Teremos entregue os seis até abril. Na sexta-feira, entregamos o de Salvador (Arena Fonte Nova). No dia 14, o de Recife (Arena Pernambuco). No dia 21, o de Belo Horizonte (Novo Mineirão). No dia 27, o Maracanã (Rio de Janeiro). Quanto aos outros (da Copa do Mundo), o compromisso é para que fiquem prontos até dezembro", reafirmou o ministro.
Questionado sobre o estádio do Corinthians, ele reforçou que não há nenhuma chance de mudança do local da estreia da Copa. "Tenho acompanhado diariamente essa questão. Todas as providências foram tomadas para que São Paulo tenha a abertura, para que o estádio esteja pronto em dezembro", comentou Rebelo, ao adiantar que fará, em breve, nova visita a Itaquera.
Fonte:http://primeiraedicao.com.br/noticia/2013/04/08/aldo-garante-os-12-estadios-da-copa-2014-prontos-ate-o-fim-do-ano 

Aldo garante os 12 estádios da Copa 2014 prontos até o fim do ano. Abril 09, 2013. Por: Mão de Obra Online

8 de abril de 2013

Ritmo de contratação de mão de obra deve crescer, aponta FGV



No terceiro mês de 2013, o Indicador Antecedentes de Emprego (IAEmp) avançou 0,5% em relação a fevereiro. De acordo com os dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados nesta segunda-feira, dia 8, indicam que poderá haver um crescimento do ritmo de contratação de mão-de-obra nos próximos meses.
Os componentes que mais contribuiram para a alta do IAEmp em relação ao mês anterior foram os indicadores que medem a expectativa de se conseguir emprego nos meses seguintes, da Sondagem do Consumidor (alta de 4,6%); e a satisfação das empresas com a situação atual dos negócios, da Sondagem da Indústria (3,9%).

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,71% na primeira quadrissemana de abril, informou nesta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou apenas 0,01 ponto porcentual abaixo do registrado na última leitura de março, quando o índice subiu 0,72%. 

Das oito classes de despesas analisadas, cinco registraram decréscimo em suas taxas de variação de preços, da última quadrissemana de março para a primeira de abril: Transportes (de 0,34% para 0,26%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,24% para 0,06%), Comunicação (de 0,45% para 0,31%), Habitação (de 0,74% para 0,73%) e Vestuário (de 0,81% para 0,46%). 

Por sua vez, registraram acréscimo em suas taxas de variação de preços: Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,51% para 0,57%), Alimentação (de 1,31% para 1,49%) e Despesas Diversas (de 0,18% para 0,25%). 
Fonte:http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=financas-pessoais&id=13566 e http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI335229-17180,00.html 

Ritmo de contratação de mão de obra deve crescer, aponta FGV. Abril 08, 2013. Por: Mão de Obra Online

5 de abril de 2013

Municípios paulistas inscrevem poucos projetos no PAC

Prefeita de Guarujá (SP), Maria Antonieta, Ministra do Planejamento, Mirian Belchior, e o presidente da APM, Celso Giglio

A participação dos municípios paulistas nos financiamentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), neste ano, poderá ficar bem abaixo do esperado. Durante o 57º Congresso Estadual de Municípios, realizado em Santos (SP) na última quarta-feira, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, afirmou que "o índice de apresentação de propostas dos municípios do Estado de São Paulo para a seleção 2013 do PAC é preocupante".  O prazo para as inscrições se encerra nesta sexta-feira (5) e os recursos destinados ao programa, em nível nacional, somam R$ 31,3 bilhões.

De acordo com dados apresentados pela ministra, apenas 6% dos municípios do Estado de São Paulo apresentaram solicitações de verba para obras de saneamento, sendo 4% pertencentes ao Grupo 1, de cidades das regiões metropolitanas, capitais e municípios acima de 100 mil habitantes, e 2% de municípios do Grupo 3, com população menor que 50 mil habitantes.

Em outros setores os dados também não são animadores, de acordo com a ministra. Apenas 28% apresentaram propostas para projetos de creches e pré-escolas, 23% para Unidades Básicas de Saúde (UBS), 17% para Centros de Iniciação ao Esporte e 12% para Cidades Digitais. Para projetos de pavimentação e de construção de quadras poliesportivas nas escolas, apenas 4% dos municípios do Estado apresentaram propostas.

A ministra diz que essa porcentagem tende a aumentar nos dois últimos dias do prazo, mas alerta a gravidade da situação. "Acreditamos que esse número deve aumentar, porque ainda há o costume dos brasileiros de deixar para realizar as coisas de última hora. No entanto, essa prática não é recomendável, principalmente porque podem surgir imprevistos ou erros que podem atrapalhar a inscrição e, consequentemente, impedir que o município receba os recursos de que necessita", diz Miriam Belchior.

Para as propostas do programa Minha Casa, Minha Vida, que são permanentes, apenas 52% dos municípios do Estado pleitearam verbas do PAC. De acordo com a Ministra, o único item realmente satisfatório entre os pertencentes à seleção que se encerra nesta sexta-feira é o setor de Máquinas e Equipamentos, onde 100% dos municípios do Estado fizeram sua inscrição no programa.

Apelo da Associação Paulista de MunicípiosO presidente da Associação Paulista de Municípios (APM), Celso Giglio, solicitou à ministra Miriam Belchior que enviasse um recado para a presidente Dilma Rousseff, a fim de convencê-la a estender o prazo para a inscrição dos municípios. "Que essa solicitação não seja apenas um apelo da APM para a presidente, mas também dos prefeitos e vereadores dos municípios do Estado de São Paulo, para que todos tenham um pouco mais de prazo para realizar as solicitações e poderem elevar esse baixo índice de adesão apresentado", disse Giglio.

Segundo a ministra, de acordo com a experiência de outras solicitações para o PAC, é comum que os municípios apresentem suas propostas justamente nos últimos dias, então a expectativa é que esse número realmente sofra uma elevação significativa até o fim desta semana, sem a necessidade de prorrogação, mas ela não descartou totalmente a possibilidade.

"Já na próxima segunda-feira, após o término das inscrições, teremos a atualização desses dados e aí pode ser estudada a possibilidade de prorrogação, mas é importante que as inscrições sejam feitas dentro do prazo original, até para que os municípios comecem a receber o quanto antes os recursos e possam começar as obras", disse a ministra.

InscriçõesAs inscrições para a nova seleção do PAC começaram em 4 de fevereiro e estão abertas para todos os municípios do País. As propostas encaminhadas para a seleção não devem ser feitas pelo Sistema de Convênio (Siconv). Propostas já inscritas no Siconv deverão ser inscritas novamente.

Para as modalidades Unidade Básica de Saúde, Pavimentação, Centro de Iniciação ao Esporte, Saneamento, Equipamento para Estradas Vicinais, Cidades Digitais e MCMV para municípios de até 50 mil habitantes, as inscrições se encerram nesta sexta-feira (5).

Para creches e pré-escolas, e quadras esportivas nas escolas, o período de inscrições se estende até o dia 31 de maio. Já para o Minha Casa, Minha Vida para municípios com mais de 50 mil habitantes o prazo é permanente.

As informações detalhadas para as inscrições podem ser encontradas no site do PAC
Fonte:http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/municipios-paulistas-inscrevem-poucos-projetos-no-pac-280550-1.asp 

Municípios paulistas inscrevem poucos projetos no PAC. Abril 05, 2013. Por: Mão de Obra Online

4 de abril de 2013

Construção planejada


Setor está substituindo sistemas artesanais e produtos como concreto e tijolo por placas metálicas e cimentícias. Com a mudança, obras são executadas em menos tempo.



Antes da execução da obra, o planejamento. A construção civil começa a utilizar sistemas menos artesanais e que quase não recorrem a elementos como concreto ou tijolo, substituídos por placas metálicas e cimentícias. O processo de planejamento desses empreendimentos é bem mais extenso do que no modelo construtivo tradicional.

Entretanto, a etapa de execução é realizada em menos tempo, chegando a ser até 50% menor que no processo tradicional, de acordo com o diretor da Construtora Tecla, Rogério Castro e Silva Filho. A construtora é uma das que já atua no mercado com o sistema construtivo industrializado.

“O diferencial desse sistema é que a obra é pensada e planejada de forma industrial, otimizada. No modelo tradicional, pilares, vigas e lajes são feitos com concreto moldado no local da obra. Mas já há uma maior aplicação de perfis metálicos para a estrutura das construções. Essas estruturas já vêm prontas de fábrica e são fixadas no local com parafuso. É uma construção seca”, explica Rogério Castro e Silva Filho.

Após seis meses de planejamento, a Tecla levantou um edifício empresarial no Cais do Apolo em um ano, quando no processo tradicional seriam necessários cerca de dois anos. Outro empreendimento que a construtora realiza em parceria com a Maxplural é o Edifício Deco, que está sendo construído em Boa Viagem. 
“Após seis meses de planejamento, começamos a erguer o Deco em março e devemos entregá-lo em maio de 2014”, prevê.

Apesar das vantagens, o sistema também tem custos mais elevados que os da construção tradicional, reconhece Rogério. “O sistema ainda não é tão difundido porque tem um custo mais alto. Os gastos com insumos no sistema construtivo industrial chegam a ser em torno de 15% maiores que no sistema tradicional.”

O tempo de planejamento também é bem maior. Se numa construção tradicional o planejamento é feito em cerca de dois meses, nesse sistema são necessários até seis meses de preparação.
Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/imoveis/noticia/2013/04/04/construcao-cada-vez-mais-planejada-78606.php

Construção planejada. Abril 04, 2013. Por: Mão de Obra Online

3 de abril de 2013

Sem (IOF) para financiamentos na área de infraestrutura

O governo zerou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para financiamentos na área de infraestrutura, como bens de capital, bens de consumo para exportação, projetos de engenharia, logística, setor de energia elétrica e aos planos de concessão do Governo Federal.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2) e tem como objetivo baratear o financiamento dos setores envolvidos em infraestrutura para ajudar a estimular a economia e diminuir o Custo Brasil.

Essas operações de crédito já estavam com a taxa de juros reduzida por fazerem parte do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Pelo PSI, a taxa de juros cobrada é de 3% ao ano neste primeiro semestre e de 3,5% a partir de julho.

O prazo de financiamento do programa é de 20 anos, com carência de até 36 meses. A medida vale para as operações de crédito contratadas a partir de agora.
Fonte:http://www.piniweb.com.br/construcao/gestao/governo-zera-iof-para-setores-de-infraestrutura-280408-1.asp 

Sem (IOF) para financiamentos na área de infraestrutura. Abril 03, 2013. Por: Mão de Obra Online

2 de abril de 2013

Construção civil abre 53,7 mil vagas no país


O nível de emprego na construção civil brasileira nos primeiros dois meses do ano apresentou alta de 1,59%, com a contratação de 53,7 mil trabalhadores, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon). O mês de fevereiro registrou alta de 0,51% na comparação com janeiro, tendo sido criadas 17,5 mil vagas no país.

O balanço mostrou também que, no acumulado dos últimos 12 meses, o número de trabalhadores cresceu 1,97%, com a criação de 66,3 mil vagas. Com o resultado, a construção brasileira empregava, no final de fevereiro, 3,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Desses, cerca de 1,7 milhão estavam no Sudeste, 730,6 mil no Nordeste, 477,6 mil no Sul, 275,3 mil no Centro-Oeste e 212,7 mil no Norte.

No estado de São Paulo, o número de contratações cresceu 0,51% em fevereiro em relação a janeiro, com a abertura de 4,5 mil vagas. Nos dois primeiros meses de 2013, a quantidade de contratações no estado totalizou 16,4 mil. Ao final de fevereiro, as empresas paulistas somavam 883,1 mil empregados com carteira assinada.
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2013/04/02/internas_economia,366220/construcao-civil-abre-53-7-mil-vagas-no-pais-nos-dois-primeiros-meses-do-ano.shtml

Construção civil abre 53,7 mil vagas no país. Abril 02, 2013. Por: Mão de Obra Online

1 de abril de 2013

Projeto propõe utilizar cinzas da cana-de-açúcar para fazer concreto



Usar as cinzas de caldeira resultantes da queima de bagaço de cana-de-açúcar nas usinas sucroalcooleiras, para fazer concreto e empregá-lo na construção civil. Isso é o que propõe um projeto desenvolvido por três professores da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). O trabalho avançou tanto no estágio prático que rendeu o Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável em 2012.
A pesquisa vem estudando as qualidades do microconcreto, que é o concreto feito a partir de cinzas da cana. A pesquisa dos professores avaliou a resistência à compressão do microconcreto e também sua durabilidade quando submetido à ambiente agressivo, testando a proteção dele ao aço em seu interior. Outros testes estão sendo realizados, para estimar a durabilidade de uma estrutura construída com esse material.
Estão envolvidos na pesquisa a professora Maria Aparecida Garcia Tommaselli, da Faculdade de Engenharia da UFGD e os professores da UEMS, Antônio Zanfolim e Aguinaldo Alves Lenine, todos doutores que lideram um grupo de trabalho.
Os resultados iniciais da utilização da cinza mostraram que o novo concreto apresenta maior resistência mecânica, comparado ao concreto convencional. É uma tecnologia vantajosa para o setor da construção civil, que atenderia também as agroindústrias de cana, que poderão dar uma destinação correta para as cinzas das caldeiras.
Esta inovação vem reduzir o consumo de areia na construção civil que tem um forte impacto ambiental, pois altera a paisagem natural e pode afeta especialmente rios e bacias hidrográficas inteiras.
Sete pesquisadores envolvidos no desenvolvimento do microconcreto foram ao Rio de Janeiro receber o prêmio da Odebrecht. “Mais do que um prêmio, foi o reconhecimento nacional de esforço e dedicação de um grupo empenhado no desenvolvimento regional”, avaliou a professora, integrante do grupo de pesquisa “Materiais e Aplicações”.
Fonte: IDEA Online

Projeto propõe utilizar cinzas da cana-de-açúcar para fazer concreto. Abril 01, 2013. Por: Mão de Obra Online

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