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21 de janeiro de 2014

Reforma do aeroporto de Fortaleza é a mais atrasada do Brasil para a Copa



Dentro de 148 dias, a seleção brasileira vai jogar contra o México na Arena Castelão, em Fortaleza, pela Copa do Mundo. O estádio já foi até usado no ano passado, na Copa das Confederações, mas a reforma do aeroporto da capital cearense está muito atrasada.

Fortaleza terá seis jogos da Copa do Mundo. Vai receber, inclusive, a seleção brasileira. Mas, na cidade que entregou o primeiro estádio da competição, as obras de ampliação do aeroporto decepcionaram o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco.

"A obra está muito atrasada. Lamentavelmente, o consórcio, em que pese várias reuniões que tivemos de prazos, não conseguiu cumprir nenhum desses prazos", diz o ministro.

A previsão era entregar um novo terminal de passageiros em março deste ano. A capacidade dos atuais 6,2 milhões subiria para 8,6 milhões de passageiros por ano, atendendo a demanda da Copa. Mas só 25,1% da obra foram concluídos até agora.

A alternativa encontrada é a construção de um terminal provisório, que possa ser montado a tempo do mundial e desmontado depois da Copa, enquanto as obras prosseguem. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) não informou o material que vai ser utilizado. A ideia é que tenha capacidade para abrigar bares, restaurantes, balcões de empresas aéreas e acesso à área de embarque. O improviso vai custar à Infraero R$ 3,5 milhões.

Diante dessa situação, o Jornal Nacional foi ouvir os envolvidos na execução e na fiscalização da obra.

A obra de ampliação do Aeroporto Pinto Martins é realizada pelo consórcio CPM Novo Fortaleza, formado pelas empresas Consbem, Paulo Octávio e MPE. A primeira fase de ampliação, que está atrasada, vai custar à Infraero R$ 311 milhões.

Além do atraso, a obra de ampliação do aeroporto está parada desde a semana passada por causa de uma greve dos trabalhadores. Segundo o Sindicato da Construção Civil, os operários não estão recebendo cesta básica e há atraso no pagamento de salários.

"Já vinha com atraso de dois meses e hoje nós fomos informados que ela só vai pagar o adiantamento salarial na próxima quarta-feira. Diante disso, os trabalhadores não aceitaram voltar ao trabalho", explica Arquimedes Fortes, coordenador da Fiscalização do Sindicato da Construção Civil.

Os responsáveis pelo consórcio não comentam o atraso nas obras nem no pagamento dos funcionários. Cabe à Infraero fiscalizar o andamento. O presidente da estatal, Gustavo Vale, reconhece que o aeroporto de Fortaleza é o que tem as obras mais atrasadas entre todas as cidades-sede da Copa do Mundo.

"Nossa previsão de obras era de que mais ou menos cerca de 30% do empreendimento todo ficaria pronto até a Copa do Mundo. O restante vai para 2016, 2017. É lamentável, sem dúvida nenhuma. Nenhum de nós gosta de atraso em obra, mas tivemos uma série de problemas com o consórcio construtor da obra e, infelizmente, houve o atraso. Cabe a nós agora continuar fazendo com que as obras andem em um ritmo adequado para que elas estejam prontas em 2017. Não adianta chorar o leite derramado. Temos que arrumar uma solução porque a Copa do Mundo está chegando", diz Gustavo Leite.

A Infraero espera cobrir o custo da implantação de um terminal provisório com o aluguel de lojas que vão funcionar no local. Já os passageiros esperavam encontrar mais que um improviso durante a Copa. 

"O ideal seria montar uma estrutura mais acertada para que todos tivessem mais condições de transitar durante essa Copa", comenta o assistente técnico Francisco de Assis Alves.

O ministro Moreira Franco também vistoriou as obras do aeroporto de Salvador. Por causa do atraso, o governo decidiu paralisar a ampliação da área de check-in do terminal de passageiros. A primeira fase será concluída até o fim do mês. A segunda etapa, só depois da Copa.

Segundo a Infraero, o aeroporto tem capacidade para atender à demanda do mundial. O Jornal Nacional procurou a empresa NM, responsável pela obra, mas ela não se manifestou.
Fonte: G1

Reforma do aeroporto de Fortaleza é a mais atrasada do Brasil para a Copa. Janeiro 21, 2014. Por: Mão de Obra Online

20 de janeiro de 2014

Minha Casa Minha Vida sofre com fraude em cadastros


A fraude na lista de beneficiados é o problema mais comum encontrado no Minha Casa Minha Vida, segundo levantamento que leva em conta as investigações abertas pelo Ministério Público Federal sobre o programa habitacional que é bandeira eleitoral da presidente Dilma Rousseff.
Desde o lançamento, em 2009, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, os procuradores abriram 224 procedimentos, dos quais 82 são sobre as fraudes de cadastro.
O segundo problema mais comum é a corrupção, como o pagamento indevido de vantagens a servidores públicos. Há 26 procedimentos abertos sobre o tema.
A lista ainda inclui financiamentos irregulares, imóveis entregues em mau estado, questões ambientais, entre outros. Parte dos procedimentos virou ação civil pública. Ainda não há conclusão dos casos na Justiça.
O objetivo do Minha Casa Minha Vida é destinar habitação popular a famílias com renda de R$ 1.600 a R$ 5 mil. O Ministério das Cidades gere o programa. Com ajuda do Tesouro Nacional, a Caixa Econômica Federal financia construção e a compra dos imóveis por parte das famílias. As prefeituras fazem o cadastro de possíveis beneficiados.
TRANSPARÊNCIA
Em Sergipe, a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Jane Rocha, afirma que no Estado não está sendo cumprida a determinação legal de se reservar ao menos 6% das moradias para pessoas com deficiência e idosos. "Aqui as reclamações são gerais. Não há transparência. Os sorteios funcionam assim, você vai no município, no conselho de habitação, e lá nós só ficamos sabendo do resultado."
Após constatar possíveis desvios no processo de seleção dos beneficiados, o procurador regional dos direitos do cidadão, Ramiro Rockenbach, ingressou com uma ação civil em que pede que a União interrompa o repasse de recursos para quatro município: Aracaju, São Cristóvão, Lagarto e Itabaiana. "Temos denúncia de que está havendo todo tipo de direcionamento, de favores políticos. Com nossas ações na Justiça estamos insistindo que é preciso reorganizar todo esse processo", diz Rockenbach.
Numa denúncia apresentada em Roraima, uma associação de moradores do Bairro Planalto, em Porto Velho, que estaria cobrando de forma ilegal uma taxa de inscrição aos postulantes.
Servidores da Caixa também são alvo de investigações devido a suspeita de receber propina em Brasília para a concessão de financiamento habitacionais vinculados ao programa.
Eleições
As irregularidades também incluem o uso eleitoral do programa por políticos.
Em 15 de novembro passado, por exemplo, o Ministério Público passou a investigar um provável candidato à deputado estadual do Amazonas que estaria cadastrando irregularmente motoristas de caminhão e ônibus com a promessa de contemplação de casas do programa.
Há também suspeitas de desvios no Ceará, com favorecimento de pessoas ligadas à prefeituras e a partidos políticos.
Diante da possibilidade de o programa também ser utilizado como barganha por candidatos nas próximas eleições gerais de 5 de outubro, o procurador regional eleitoral do Estado de Goiás, Ailton Benedito de Souza, se antecipou e encaminhou no final de dezembro do ano passado um ofício a todos os promotores eleitorais do Estado recomendando um acompanhamento da execução dos programas, ações e políticas públicas federais nos municípios goianos, com especial atenção ao Minha Casa Minha Vida.
"O uso promocional do programa, vendendo à população mais carente uma ilusão de que se trata de uma distribuição gratuita e farta de unidades habitacionais, revela-se assistencialismo nefasto, característico do patrimonialismo eleitoreiro, mesmo que antecipadamente ao período eleitoral legalmente previsto", afirma o procurador em trecho do documento.
Parceria
O Ministério das Cidades, responsável pela operacionalização do programa Minha Cada Minha Vida, afirmou por meio da assessoria que as denúncias de irregularidades que chegam ao conhecimento da pasta passam por uma primeira apuração interna e, posteriormente, são encaminhadas aos órgãos de controle - um dos quais é o próprio Ministério Público Federal - para as devidas providências.
"O Ministério das Cidades responde a todos os procedimentos do Ministério Público, um dos órgãos que recebem as denúncias de irregularidades. Em alguns casos, o Ministério das Cidades encaminha ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal irregularidades para as devidas providências", diz um trecho da nota oficial do ministério.
Por sua vez a Caixa Econômica Federal afirma que o cadastramento e a seleção de beneficiários cabem aos poderes locais.
Quanto ao inquérito em que se pede a investigação de fraudes no âmbito de uma das agências de Brasília, a Caixa informa que foi ela mesma que pediu a abertura do inquérito. "A Caixa reforça sua parceria com o Ministério Público Federal na prevenção e combate as práticas irregulares que atinjam a finalidade maior do Programa Minha Casa Minha Vida: permitir o acesso à moradia à população de baixa renda", afirma o banco em nota oficial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: atarde.uol.com.br

Minha Casa Minha Vida sofre com fraude em cadastros. Janeiro 20, 2014. Por: Mão de Obra Online

17 de janeiro de 2014

Solução para aumento do fluxo de haitianos no País pode ser anunciada na próxima semana



Brasília – Uma reunião marcada para a próxima terça-feira (21), entre representantes dos ministérios da Justiça e da Saúde e a Casa Civil, pode apontar uma saída para a situação de milhares de haitianos abrigados no município de Brasileia, no Acre. O governo do estado espera que o pedido de fechamento provisório da fronteira seja considerado uma das estratégias do governo federal para contornar a situação considerada alarmante pelas autoridades locais.

A reunião foi marcada depois que o governador do Acre, Tião Viana, relatou como está a situação em Brasiléia, no encontro que ocorreu ontem (16) em Brasília com o ministro José Eduardo Cardozo. Mais de 1,2 mil pessoas estão no abrigo em Brasileia, a mais de 200 quilômetros da capital Rio Branco, montado para receber até 450 pessoas. 

De acordo com o secretário de Direitos Humanos do estado, Nilson Mourão, o grupo está vulnerável a diversos riscos de saúde e segurança. Mourão está desde ontem (16) no município, acompanhado por equipes da Defesa Civil estadual e adiantou hoje (17) à Agência Brasil que algumas providências já começam a ser adotadas.

“Vamos começar hoje a limpeza do abrigo pelos agentes da Defesa Civil. Queremos garantir a segurança no local para evitar incêndios e problemas provocados pelas chuvas que já começaram”, explicou. Segundo ele, equipes da Secretaria estadual de Saúde também devem chegar a Brasileia para orientar os abrigados sobre o risco de doenças contagiosas e as formas de prevenção. A medida foi sugerida por Mourão, que alertou sobre a aglomeração de pessoas acima da capacidade do abrigo. “Essas medidas, ainda assim, são insuficientes. O fluxo de pessoas continua aumentando. Ontem, chegaram mais 50 pessoas e as empresas pararam de contratar”, disse o secretário.

O acordo feito com empresários de diversos setores, como os de construção civil e metalurgia, para garantir emprego a muitos haitianos em outros pontos do país não tem sido suficiente para fazer frente ao fluxo migratório crescente. A situação se agravou quando, no início de dezembro, as contratações foram reduzidas em função do período de menor atividade. A expectativa é que a partir de fevereiro as empresas retomem o recrutamento.

“Ontem tivemos um sinal melhor, já que uma empresa veio e recrutou 130 pessoas e soubemos que outra empresa deve vir hoje para contratar mais alguns”, disse Mourão.

Ainda que o recrutamento volte ao ritmo normal, autoridades acreanas temem pela situação de mulheres e crianças que não estão no alvo dessas contratações. Outra preocupação é com o aumento de pessoas entrando irregularmente pela fronteira. Segundo Mourão, os empregos oferecidos não são suficientes para atender o acúmulo registrado nas últimas semanas. 

“Além disso, Brasileia não tem condições de sediar outro abrigo. Se o governo federal indicar a construção de outro local, não há condições na cidade. Estamos estudando, inclusive, a possibilidade de deslocar algumas pessoas para a capital Rio Branco, mas essa é uma operação complicada”, disse.

Procurada pela Agência Brasil desde ontem, a assessoria do Ministério da Justiça não se posicionou sobre o caso. Apenas informou que está acompanhando a situação em Brasileia por meio de vistorias e a presença de agentes da Polícia Federal no município.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Solução para aumento do fluxo de haitianos no País pode ser anunciada na próxima semana. Janeiro 17, 2014. Por: Mão de Obra Online

16 de janeiro de 2014

IPTU e mão de obra elevam preços da construção, infoma FGV

Depois de dois meses em desaceleração, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), no âmbito do Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10), voltou a ganhar força em janeiro. As principais razões para essa mudança de rumo são os custos da mão de obra e algumas correções de taxas que ocorrem, costumeiramente, no início do ano.

De acordo com o superintendente adjunto de inflação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, houve reajuste salarial para trabalhadores da construção em Belo Horizonte, o que impactou o indicador de mão de obra (alta de 0,45%, ante 0,32%).

Já nos serviços, a contribuição veio de taxas como do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). Em janeiro, o índice de taxas de serviços e licenciamentos subiu 0,75%. "É um movimento típico de início de ano, uma sazonalidade contratual", explicou Quadros.

Os preços ao consumidor também sentiram forte influência de fatores que costumam aparecer nos meses de janeiro e fevereiro. O grupo Educação, Leitura e Recreação acelerou de 0,48% em dezembro para 1,72%, já captando parte do reajuste dos cursos formais. Segundo Quadros, essa alta tende a se mostrar mais forte ao longo do mês, nas apurações do IGP-M e do IGP-DI.
Fonte: www.em.com.br

IPTU e mão de obra elevam preços da construção, infoma FGV. Janeiro 16, 2014. Por: Mão de Obra Online

15 de janeiro de 2014

Cresce a procura pelas casas-contêiner em Santa Catarina


O contêiner começa a ultrapassar a barreira de portos e assume papel de destaque na construção civil. Em busca de imóveis mais compactos, de rápida execução e de fácil transporte, muitos clientes em Santa Catarina compram a ideia de uma casa-contêiner. 

É o caso da bióloga María Victoria Bisheimer. Ela tem um imóvel no bairro Campeche, em Florianópolis. María afirma que a residência foi construída apenas com materiais reutilizados, como tijolos antigos e madeiras de demolição. 

— O meu interesse pelas casascontêiner é estritamente pelo meu perfil ecologicamente correto. Sou bióloga e possuo uma forma de vida mais sustentável. 

A casa de aproximadamente 80 metros quadrados abriga dois quartos, dois banheiros, uma cozinha conjugada com a sala e um escritório. 

A arquiteta Lívia Ferraro, da Ferraro Container Habitat, de Florianópolis, defende que entre as principais vantagens estão a rapidez da obra – ela chega a entregar um módulo em até 30 dias –; possibilidade de levar a casa para onde quiser; e por ser mais sustentável – ela utiliza apenas contêineres que seriam descartados, além de usar iluminação LED. 

— Não sai muito mais barato que uma residência de alvenaria, mas todo o investimento é revertido na construção. Na casa de alvenaria, 30% do valor investido é desperdiçado. Na casa-contêiner o desperdício é mínimo — avalia. 

Em um imóvel de 100 metros quadrados, por exemplo, o valor pode ser até 10% mais baixo que o Custo Unitário Básico ( CUB). Ela explica ainda que a empresa é pioneira em arquitetura para contêiner e que trabalha tanto com projetos comerciais, como showroom de construtoras e residenciais, que são os mais buscados no Estado. Já foram feitas cerca de 15 casascontêiner em Santa Catarina. 

Lívia acrescenta que oferece projetos-padrão ou personalizados. Há opções de módulos de 20 pés, com 15 metros quadrados, e de 40, com 30 metros quadrados, além de projetos que envolvem mais de um contêiner. Porém alguns cuidados são essenciais. A arquiteta afirma que são necessários estudos para saber como cortar o contêiner sem danificar a estrutura, além de critérios de isolamento térmico. A solução encontrada por ela são os contêineres do tipo reefer, utilizados para cargas refrigeradas e que evitam o aquecimento interno. 

Gustavo Correa, proprietário da SC Container, de Içara, desenvolveu um módulo que imita o contêiner marítimo, porém é produzido pela própria empresa em ferro galvanizado. Ele explica que a vantagem é que é um material novo e mais leve. Conforme Correa, um contêiner marítimo pesa em torno de 2,5 mil quilos, enquanto um módulo de ferro galvanizado pesa 800 quilos. Um módulo para quitinete de cerca de 13 metros quadrados custa R$ 13,5 mil.

Fonte: diariocatarinense.clicrbs.com.br 

Cresce a procura pelas casas-contêiner em Santa Catarina. Janeiro 15, 2014. Por: Mão de Obra Online

14 de janeiro de 2014

Vendas de materiais de construção fecharam com saldo positivo em 2013

As vendas de materiais de construção fecharam o ano de 2013 com saldo positivo, segundo gerentes de estabelecimentos voltados à área da construção civil. Enquanto uma pesquisa da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) revelou aumento de 4,4%, em Passos, comerciantes afirmam que o crescimento chegou até mesmo 30%.

Segundo o gerente comercial, Thulio Rezende Sudré, o ano passado superou as expectativas, tendo aumento expressivo chegando ao patamar de 30%. Já no início de 2014, ele diz que o mercado começa devagar, mas depois do Carnaval ele se mantém aquecido até novembro. “O ano passado para gente foi melhor do que em 2012. Teve um aumento muito significante, até com a nossa mudança de loja. Aumentou muita coisa, novos clientes, a divulgação foi maior e melhorou as vendas em cerca de 30%”, comentou.
Fonte: www.clicfolha.com.br

Vendas de materiais de construção fecharam com saldo positivo em 2013. Janeiro 14, 2014. Por: Mão de Obra Online

13 de janeiro de 2014

Emprego na construção recua em novembro, diz Sinduscon

O nível de emprego na construção civil brasileira caiu 0,86% em novembro, na comparação com o mês anterior, segundo pesquisa Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (13).

“Sazonalmente, a redução no contingente de empregados na construção civil é comum no final de cada ano”, afirma o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, em nota. “Para tanto, contribuem fatores como o início do período de chuvas e a conclusão de uma série de obras."
No ano, de janeiro a novembro, o indicador registrou alta de 0,95%, frente ao mesmo período de 2012. Já no período de 12 meses encerrados em novembro, o avanço foi de 1,13%, com 39,3 mil contratações.

São Paulo
Em novembro, as empresas da construção no Estado de São Paulo somavam 898,3 mil empregados com carteira assinada, um recuo de 0,73% frente a outubro, com o fechamento de 6,6 mil vagas.

Com o resultado, o setor chegou ao final de novembro com 3,514 milhões de trabalhadores empregados em todo o país.

No período, das 10 regiões pesquisadas no Estado, o nível de emprego no setor cresceu apenas no ABCD, com 633 contratações, e na região de Presidente Prudente, com 100 contratações.

Na comparação do acumulado do ano até novembro em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador registra avanço de 1,12%. Em relação a novembro de 2012, o Estado registrou mais 13,1 mil contratações, alta de 1,48%.
Fonte: G1

Emprego na construção recua em novembro, diz Sinduscon. Janeiro 13, 2014. Por: Mão de Obra Online

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