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7 de janeiro de 2014

Reciclagem de gesso traz solução sustentável para a construção civil


Uma empresa de Canoas (RS), cidade da região metropolitana de Porto Alegre, resolveu investir em um negócio que está beneficiando geradores de resíduos da construção civil, a economia e o meio ambiente: a reciclagem de gesso. Atualmente, a Sebanella recebe cerca de 1.000 toneladas do material por mês e o reutiliza, por exemplo, como fertilizante na agricultura.
A idéia surgiu da preocupação com os impactos causados pelo descarte incorreto dos resíduos na natureza. "A constante expansão da construção civil traz muitos benefícios para a economia, mas ao mesmo tempo pode impactar negativamente em outras áreas, como o meio ambiente", destaca Sebastian Pereira, sócio-diretor da empresa. "Este crescimento na construção civil vem gerando mais resíduos e os mesmos estão sendo descartados de forma incorreta, já que os aterros cobram um valor elevado, dando margem ao descarte em aterros clandestinos".
Desde 2011, o gesso passou a ser considerado um material reciclável, assim como plásticos, papéis, metais e vidros, por exemplo. Para ser reaproveitado, contudo, os resíduos de gesso devem ser armazenados separadamente. Assim, chega-se a reciclar 100% do material, que possui inúmeras empregabilidades – além da reutilização na construção civil, pode ser aplicado controladamente na agricultura para a correção de solos, como aditivo para compostagem, absorvente de óleos, controle de odores e secagem de lodos em estações de tratamento de esgoto.
A reciclagem do gesso evita os impactos negativos que este resíduo causa quando descartado inadequadamente na natureza. Sua disposição inadequada ou em aterros sanitários comuns pode provocar a dissolução dos componentes e torná-lo inflamável. Esses impactos, no entanto, podem ser evitados encaminhando o gesso para a reciclagem. As empresas que adotam este procedimento, além de contribuírem para a preservação do meio ambiente, ainda gastam aproximadamente sete vezes menos do que gastariam com o descarte em aterros privados.
Fonte: noticias.terra.com.br 

Reciclagem de gesso traz solução sustentável para a construção civil. Janeiro 07, 2014. Por: Mão de Obra Online

6 de janeiro de 2014

Contrato para construção do Porto Sul, em Ilhéus é assinado

O Governo do Estado da Bahia e a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP) assinam, nesta segunda-feira (6), às 9h00, na Governadoria, CAB (Centro Administrativo da Bahia Salvador), o contrato de adesão de construção dos dois terminais do Porto Sul, no  município de Ilhéus, no Sul do Estado.   

O contrato oficializa que o TUP (Terminal de Utilização Privada) do Estado da Bahia e o  TUP da Bamin (Bahia Mineração) estão aptos a serem instalados, formando o maior empreendimento portuário do Nordeste.   

O evento terá as participações do governador Jaques Wagner, o ministro da SEP, Antônio Henrique Silveira, o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, além de outras autoridades.   


De acordo com o secretário Rui Costa, o projeto coloca a Bahia em um patamar de desenvolvimento.   

—O Porto Sul está autorizado. Vamos assinar o contrato, oficializando a instalação de dois novos terminais portuários para a Bahia. A capacidade de escoamento da produção, a competitividade e a redução de custos que teremos, a partir desse porto, colocarão o nosso estado em um novo patamar de desenvolvimento.  

O edital de seleção de acionistas privados para a constituição da SPE (Sociedade de Propósito Específico), do Porto Sul,  ficará disponível para consulta pública por um prazo de 60 dias. A SPE será responsável pela construção, movimentação e operação do TUP do Estado.   

Os investimentos privados para a construção do empreendimento totalizam R$ 5,6 bilhões ao longo de 25 anos. O porto movimentará cargas de todos os tipos de granel e cargas em seus diversos acondicionamentos, com estimativa, no 25º ano de funcionamento, de operar 100 milhões de toneladas ao ano. 

Fonte: noticias.r7.com

Contrato para construção do Porto Sul, em Ilhéus é assinado. Janeiro 06, 2014. Por: Mão de Obra Online

3 de janeiro de 2014

Dicas de economia e segurança com energia elétrica na construção civil


Dicas gerais
• O uso da energia elétrica de forma segura e sem desperdício pode melhorar a qualidade de vida, preservar o meio ambiente e reduzir a conta de luz.
• Ao fazer reparos nas instalações de sua casa, desligue os disjuntores ou a chave geral. Não ligue muitos aparelhos na mesma tomada, com benjamins. Isso pode provocar aquecimento nos fios, desperdiçando energia e podendo causar curtos-circuitos.
• Nunca mexa no interior do televisor, mesmo que ele esteja desligado.
• Nunca mexa em aparelhos com as mãos molhadas ou com os pés em lugares úmidos. Não coloque facas, garfos ou qualquer objeto de metal dentro de aparelhos elétricos ligados.
• Se tiver crianças em casa, não deixe que elas mexam em aparelhos elétricos ligados ou que toquem em fios e tomadas.
• Ao trocar a lâmpada, não toque na parte metálica.
• Fios mal isolados na instalação podem provocar incêndio, além de desperdiçar energia.
• Ao queimar um fusível, procure identificar a causa. Após solucionar o problema, substitua o fusível por outro de igual capacidade ou rearme o disjuntor.

Proteção para instalação
• Quem protege a instalação elétrica de sua casa são os fusíveis.
• Os disjuntores quick-lag, que podem substituir os fusíveis, também protegem sua instalação, com a vantagem de não se queimarem em caso de sobrecarga de energia ou curto-circuito, pois desligam automaticamente. Depois de solucionado o problema, basta religá-los.

Cuidados na área rural
Para que os nossos clientes tenham um bom atendimento, precisamos realizar os serviços com total segurança. Por isso, temos vários procedimentos para garantir a segurança dos nossos profissionais durante as suas tarefas.
Os nossos Leituristas e Entregadores vão a sua casa duas vezes por mês para fazer a leitura do medidor e a entrega da conta de luz. No entanto, alguns acidentes podem ocorrer. Para evitar situações de risco, a DME Distribuição precisa da sua colaboração. Veja abaixo alguns cuidados que você pode tomar para nos ajudar a garantir a segurança destes profissionais.
• Mantenha em bom estado de conservação o acesso ao medidor de energia;
• Evite que a vegetação cresça próxima ao medidor de energia;
• Sinalize a existência de cães através de placa (Cuidado com o Cão) e mantenha o seu cão preso e afastado do medidor de energia e da caixa de coleta de correspondência durante a leitura e entrega das contas;
• Não instale cerca de arame nas estradas de acesso que levam ao medidor de energia (relógio de luz);
• Evite que outros animais nocivos fiquem próximos ao medidor;
• Mantenha a estrada que leva ao medidor livre de fios elétricos, como fios de cercas elétricas usadas em pastagens;
• Se possível, instale uma caixa de coleta de correspondência para facilitar a entrega da conta de luz.
• Evite que abelhas façam colméias nas proximidades da medição.
• Queimadas perto das linhas são proibidas. O fogo ou mesmo o excesso de calor danificam os cabos e as estruturas, causam curtos-circuitos e interrompem o fornecimento de energia.
• Para eletrificar cercas, use um aparelho especial chamado eletrificador de cercas. Compre equipamento de boa procedência e leia atentamente o manual de instruções. Consulte um eletricista habilitado e coloque placas de sinalização a cada 100 metros. A instalação mal feita da cerca elétrica pode provocar a morte de pessoas e animais.
• Abaixe as barras do pulverizador ao passar debaixo dos fios da rede. • Antes de subir na colheitadeira observe se ela não está parada sob ou próxima à rede elétrica.
• Desvie o trator ou o arado dos estais (estirantes ou rabichos que sustentam os postes).

O que fazer em caso de acidentes com choque elétrico
O que acontece
• O choque elétrico, geralmente causado por altas descargas, é sempre grave, podendo causar distúrbios na circulação sangüínea e, em casos extremos, levar à parada cárdio-respiratória.
• Acidentes com eletricidade são muito comuns no dia-a-dia e devemos ter muito cuidado, principalmente com as crianças. A principal medida para evitar os acidentes com o choque elétrico é o estabelecimento de cuidados para evitar o contato com a eletricidade, usando objetos de borracha e tendo atenção com as tomadas e fios sem proteção.
• A rede elétrica é projetada de modo a não oferecer riscos à população. Mas chuvas, ventos, galhos de árvores, colisão em postes e outros acidentes podem partir um cabo e deixá-lo pendurado ou caído no chão

Fios e cabos partidos
• A maior parte da rede elétrica é desencapada ou não isolada. Alguns cabos e fios têm uma capa que não oferece nenhuma proteção às pessoas. Serve apenas para protegê-los do sol, da chuva e outras intempéries.
• Na parte mais alta dos postes, ficam as linhas de alta tensão, por onde passam 13.000 volts ou mais. Apenas 15 centímetros de aproximação destas linhas é o suficiente para causar uma descarga elétrica fortíssima, que pode provocar queimaduras graves, mutilações e até morte.
• A rede elétrica é projetada de modo a não oferecer riscos à população. Mas chuvas, ventos, galhos de árvores, colisão em postes e outros acidentes podem partir um cabo e deixá-lo pendurado ou caído no chão.
Cuidado: mesmo que falte luz nas casas próximas, não significa que o cabo caído esteja desenergizado.

Se alguém levar um choque
• Não toque na vítima, nem se aproxime dos fios caídos ou objetos em contato com eles, como cercas metálicas, portões de ferro ou varais de roupa.
• Desligue imediatamente a eletricidade. Se não for possível, interrompa o contato da vítima com a corrente elétrica, utilizando material não condutor seco (pedaço de pau, corda, borracha ou pano grosso). Nunca use objeto metálico, não toque diretamente na vítima com as mãos e não utilize nada molhado, como por exemplo uma toalha úmida;
• Se as roupas da vítima estiverem em chamas, deite-a no chão e cubra-a com um tecido bem grosso, para apagar o fogo. Outra opção é fazer a vítima rolar no chão. Não a deixe correr.
• Verifique, então, se a vítima está consciente e respirando. Se a pessoa não acordar ou estiver com dificuldade para respirar, ligue para um serviço de emergência e procure ajuda médica
• Ligue 193 (Bombeiros)

Se um equipamento pegar fogo
• Não toque no aparelho ou tente desligá-lo da tomada. Desligue ou corte a energia na chave geral.
• Se o incêndio for pequeno, tente apagar com um extintor próprio.
• Se não conseguir, abandone a área e avise os outros.
• Chame o Corpo de Bombeiros (193) e diga que é um incêndio provocado por eletricidade. Siga as orientações das Brigadas de Incêndio, onde houver.
• Se algum objeto entrar em contato com os fios da rede de energia, considere-o energizado.
• Não tente ajudar a vítima sem estar preparado: o choque pode passar para você.
• Peça aos outros que se afastem.
• Chame a RGE pelo telefone 0800 970 0900 para retirá-lo.
• Ligue para o Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Atenção!
• Nunca jogue água em fogo provocado por eletricidade. Você poderá piorar a situação, levando um choque. Só use um extintor de incêndio se for apropriado para fogo provocado por eletricidade, identificado com etiqueta tendo em destaque a letra C.
• Não desça do carro se um fio partido cair sobre ele, chame imediatamente a RGE pelo telefone de emergência 196 e o CORPO DE BOMBEIROS 193;

Energia elétrica, construção e reformas de prédios
• Eletricidade facilita seu trabalho. Mas todo cuidado é pouco. É na construção civil, reformas de prédios e serviços de reparo que acontece a maioria dos acidentes com eletricidade. As principais causas são: falta de atenção, manuseio inadequado das ferramentas e desconhecimento dos perigos.
• É sempre bom lembrar: o uso da energia elétrica requer cuidados simples, mas fundamentais. Conhecê-los é uma forma de se precaver contra eventuais choques, diminuir o desperdício devido a instalações defeituosas e se obter todo o conforto que a eletricidade possibilita.
Observe as distâncias mínimas 
• Verifique se a obra não ficará próxima da rede. Se isso ocorrer, chame a RGE.
• Se você já construiu paredes, e as janelas e sacadas ficaram muito próximas à rede, chame a RGE para afastar o circuito.
Obras em lajes e acima do 2º pavimento
• Na parte mais alta dos postes, ficam as linhas de alta tensão, por onde passam 13.000 volts ou mais. Apenas 15 centímetros de aproximação destas linhas é o suficiente para causar uma descarga elétrica fortíssima, que pode provocar queimaduras graves, mutilações e até morte.
• Ao construir lajes, preste atenção à rede elétrica, em volta de sua residência.
• Construções de 2º e 3º pavimentos têm mais perigo, porque ficam mais próximas da rede de alta tensão.
• Ao manusear vergalhões de ferro, arames, réguas de alumínio e outros materiais metálicos, tome cuidado para que nada toque nos fios da rede elétrica.
Construções e reformas perto das Linhas de Transmissão
• A voltagem das linhas de transmissão varia de 44 mil a 138 mil volts. Construções próximas destes locais representam alto risco.
• Tome cuidado! Antes de realizar qualquer trabalho, construção ou reforma próximo das linhas de transmissão, comunique sempre à RGE.
• O terreno delimitado embaixo das linhas de transmissão é uma faixa de segurança onde nenhum tipo de construção é permitido.
• Não construa portas e janelas de frente para as linhas de transmissão.
• Aproximar qualquer tipo de objeto ou equipamento das linhas pode ser fatal.
• Queimar entulho ou lixo embaixo das linhas provoca acidentes gravíssimos e interrupções de energia em vários bairros.
Telhados, fachadas e painéis
• Ao construir, ou reformar telhados, mantenha sempre uma distância segura da rede elétrica. Caso seu telhado esteja próximo delas, chame a RGE antes de iniciar os trabalhos.
• Ao manusear telhas galvanizadas, calhas e rufos, assegure-se de que não irão tocar nos fios e cabos da rede elétrica.
• Pintura de fachadas, trabalhos em andaimes, instalações de painéis e luminosos, mantenha distância segura da rede de eletricidade.
• Andaimes devem ser construídos a uma distância segura da rede de eletricidade.

Antenas
• Durante a instalação de antenas de rádio e TV, muitos cuidados devem ser tomados. Os suportes dessas antenas em geral são metálicos e condutores de eletricidade e durante a instalação devem ser movimentados longe dos fios da rede.
• Somente com tempo bom, instale, desligue ou remova antenas;
• Procure fixar a antena de TV longe dos fios da rede elétrica. Calcule uma distância segura para que, em caso de queda, ela não toque os fios da rede elétrica;
• Se ela cair em direção à rede, não tente segurar ou recuperar. Chame a RGE ou a empresa de energia de sua região.

Execução de trabalhos e reparos domésticos com ferramentas elétricas
Você sabia que uma simples furadeira pode causar choque, queimadura ou incêndio? E que quando usar ferramentas com cabos removíveis, deve conectar primeiro o cabo no aparelho de depois na tomada? Cuidados na hora de comprar ferramentas elétricas, checagem de aparelhos e manuseio correto são alguns pontos que garantem a sua segurança e da sua casa.

Atenção ao comprar ferramentas elétricas
• Procure a etiqueta comprovando que elas foram testadas e aprovadas por laboratórios reconhecidos, como o INMETRO, por exemplo.
• Se a ferramenta tiver plug de três pinos, certifique se há tomadas adequadas para sua ligação à rede elétrica.
Conheça e cheque o aparelho
• Leia com atenção o manual do fabricante e siga as instruções do fabricante.
• Adquira treinamento e pratique seu uso.
• Use ferramentas "isoladas", que fornecem uma barreira adicional entre você e a corrente elétrica.
• Em caso de dúvida, peça ajuda a um eletricista habilitado.
• Verifique parafusos, porcas, travas e partes removíveis, para ter certeza de que elas estão bem apertadas.
• Se a tarefa a executar puder causar danos à saúde, use equipamentos de proteção: luvas, protetores e máscaras.

Água é perigo
• Mantenha qualquer aparelho longe de pias, banheiras, superfícies molhadas e locais úmidos. Até mesmo desligados podem provocar choques.
• Se um aparelho cair na água, desligue na tomada antes de recuperá-lo.
• Só lave um aparelho se as orientações do fabricante assim especificarem.
• Mantenha cabos e fios fora das áreas de circulação de pessoas e livre de óleo e de água.
• Se precisar usar ferramentas ao ar livre ou em áreas molhadas:
1º - Esteja certo de que ela é adequada ao uso externo.
2º - Use instalações duplamente isoladas ou corretamente aterradas. As tomadas externas também devem ter coberturas resistentes à chuva.

Manutenção e conservação
• Mantenha suas ferramentas, área de trabalho e espaço de armazenagem limpos e secos. Faíscas podem incendiar sucatas, solventes, etc.
• Siga os procedimentos de manutenção e limpeza nas instruções do fabricante.
• Se um aparelho ligado emitir fumaça, faísca ou se você sentir um formigamento ou choque fraco, pare de usá-lo. Descarte, substitua ou conserte.
• Manutenção e limpeza de fachadas, fixação de antenas e outras atividades realizadas nos primeiros andares dos prédios e residências merecem cuidados especiais.
• Antes de consertos e reformas, desligue a chave geral. Utilize os serviços de um eletricista;
• Desligue o chuveiro antes de mudar a chave verão/inverno;
• Nunca manuseie equipamentos elétricos com mãos ou pés molhados;
• Sacadas próximas à rede elétrica merecem muita atenção. Cuidado com o manuseio de objetos metálicos nesses locais;

Trabalhe com segurança
• Trabalhe com muita atenção e sem pressa.
• Não improvise.
• Desligue sempre o aparelho, quando:
- for limpar, guardar ou não estiver usando
- fizer pequenos reparos e mudar de lâmina ou broca
- conectar ou desconectar na tomada.
• Você já comprou ferramentas em lojas de 1,99? Se a resposta for sim, com certeza já se arrependeu. Não existem ferramentas de qualidade por este preço.
• Quando usar ferramentas com cabos removíveis, conecte primeiro o cabo no aparelho de depois na tomada. Para desconectar, utilize o inverso.
• Desligue da tomada puxando pelo plug e nunca pelo fio.
• Não puxe nem carregue aparelhos pelo fio.
• Não use extensões comuns para ligar aparelhos de grande consumo de energia (furadeiras, lixadeiras, etc.). Use cabo industrial de capacidade adequada.
• Quando estiver trabalhando, mantenha a fiação atrás de você, para que ela não seja danificada pela ferramenta.
• Quando carregar um aparelho, tome cuidado para não tocar áreas energizadas. Equipamentos de proteção e isolação protegem você.
• Não toque na parte elétrica de aparelhos com objetos de metal, como arames e facas.
• Não passe fios debaixo de mobílias, tapetes ou cortinas. Isto pode causar incêndios.
• Use sempre equipamento de proteção como luvas e óculos. Sua saúde vem em 1º lugar.

Crédito: www.dme-pc.com.br 

Dicas de economia e segurança com energia elétrica na construção civil. Janeiro 03, 2014. Por: Mão de Obra Online

2 de janeiro de 2014

As ações com maior potencial para 2014


São Paulo - A bolsa reflete a economia real e o lucro das empresas e, portanto, o desempenho do mercado brasileiro em 2014 vai depender do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), afirma Leonardo Milani, estrategista para Pessoas Físicas da Santander Corretora.
Se o crescimento da economia for modesto, entre 1,5% e 2%, como prevê o mercado, não se deve esperar grandes valorizações do Índice Bovespa ao longo do ano, alerta. “Há ainda muitos feriados, incerteza com ano eleitoral, Copa do Mundo, o que torna um crescimento de 1,5% possível”, diz o estrategista. “É um crescimento fraco, mas com justiça.”

Milani observa, porém, que mesmo com a economia fraca, há setores que têm uma performance operacional boa e podem atrair fluxo marginal de compra, o que os torna interessantes para o investidor. Entre eles, o estrategista cita o de seguros, onde se destacam a BB Seguridade e a SulAmérica.

Há também potencial no setor de serviços financeiros, como o de cartões, com Cielo e Valid, além de bancos. Logística também espaço para ganhos, assim como concessões rodoviárias, com destaque para CCR e Arteris, cuja dinâmica de crescimento deve continuar. Milani destaca também os papéis da Cosan e da Ultrapar, além dos de tecnologia, com Totvs e Linx.

Setores que devem ser evitados são aqueles voltados para a economia doméstica, como consumo que depende de crédito, varejo e construção civil. “A pessoa física já está endividada, e apesar do preço das ações desses setores terem caído este ano, ainda não representam uma oportunidade”, avalia Milani.

A Petrobras, por conta das intervenções do governo e controle dos preços dos combustíveis, deve continuar com uma performance operacional ruim, por isso, não vale ter o papel em carteira, afirma o estrategista.

Já as exportadoras são uma boa opção devido à alta do dólar, que aumenta a receita que as empresas obtêm ao converter seus dólares recebidos do exterior em reais. “A depreciação do real continuará a ser o grande tema nos próximos 12 meses e duas ações que se beneficiam dela são a Brasil Foods e a Iochpe Maxion, que têm receita em dólar e despesas em reais”, diz.

Sobre a Vale, Milani diz que o cenário é bom pois a empresa é exportadora. Mas, com o crescimento da China, principal cliente da mineradora brasileira, em 7%, o preço do minério de ferro não deve explodir. “Não é um papel ruim, mas também não é excelente”, diz.

Para quem gosta de dividendos, a sugestão de Milani são papéis como Alupar e Taesa, que devem pagar cerca de 10% de retorno ao ano, “mas com juro em alta, esses papéis não vão conseguir superar os 12,5%, 13% pagos pelos papéis do Tesouro, com risco zero”, afirma. Assim, o atrativo dos dividendos deve ser menor em um ambiente de juros mais altos. “O custo de oportunidade hoje com os juros atuais é muito maior”, observa.

Crédito: exame.abril.com.br

As ações com maior potencial para 2014. Janeiro 02, 2014. Por: Mão de Obra Online

31 de dezembro de 2013

Centros públicos do ABC dão vaga a 9.184 em 2013

Muitas pessoas que estavam desocupadas no início de 2013 conseguiram, ao longo deste ano, conquistar oportunidade no mercado de trabalho. Somando os dados do CTR (Central de Trabalho e Renda) de São Bernardo, e dos CPETRs (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda) de Santo André e Diadema, foram inseridas 9.184 pessoas nos diferentes setores da economia do Grande ABC. Os órgãos de fomento ao trabalho das demais cidades não responderam à solicitação da reportagem do Diário.

A CTR são-bernardense liderou as contratações, auxiliando na colocação de 4.069 profissionais. De acordo com Marcio Cristiano, assistente de coordenação da central, os ramos que mais contrataram em 2013 foram comércio e serviços. “As funções de destaque são de vendedor, operador de telemarketing e repositor de mercadorias”. Além disso, ele conta que as empresas contratantes esperam que “os trabalhadores tenham vontade de encarar o desafio, que sejam dinâmicos, comprometidos e qualificados, dependendo do cargo”.

Em São Bernardo, em específico, a falta de profissionais ocorre nas vagas da área da construção civil, como pedreiro e servente de obra, devido ao salário. Atendentes de lanchonetes também fazem falta. “O fato de ter que trabalhar seis dias para folgar apenas um, e o salário não ser tão alto, dificultam as contratações e a própria permanência das pessoas na função.”

Na sequência, estão as duas unidades do CPETR de Santo André. Segundo levantamento até dia 16, foram recolocadas no mercado de trabalho 3.615 pessoas. O foco também foram as companhias dos segmentos de comércio e serviços.

Nesse mesmo período, foram certificados pela Central de Serviços Autônomos do centro público 70 trabalhadores na área da construção civil para trabalhar como autônomo.

O CPETR de Diadema ajudou 1.500 pessoas a conquistarem espaço no mercado de trabalho. Segundo Ramos de Oliveira, presidente da Comissão Municipal do Emprego, a carência maior está nos segmentos de comércio e serviços. “Tanto que, em 2014, vamos passar a oferecer cursos de qualificação para suprir estas demandas. Dentre as opções, há emprego para padeiro, confeiteiro, atendente geral, balconista, operador de caixa, curso para informática básica e website.”

SERVIÇOS - Além de realizarem o cadastro para quem procura oportunidade, os centros públicos da região oferecem aos moradores uma gama de serviços. Por meio dos órgãos de fomento ao emprego é possível, por exemplo, receber orientação profissional, com o auxílio de psicólogos; tirar habilitação do seguro desemprego e até mesmo emitir a carteira de trabalho.

Em São Bernardo, por exemplo, 3.525 trabalhadores deram ‘entrada’ no seguro-desemprego em 2013, foram feitas 1.686 emissões de carteira de trabalho, foram encaminhadas para seleções de emprego 34.166 pessoas, além de 2.865 passarem por cursos profissionalizantes.

Nas duas unidades do CPETR de Santo André foram emitidas 5.916 carteiras de trabalho, sendo 2.513 para menores de idade. Além disso, 1.400 pessoas foram certificadas pelo Senai nos setores da construção civil (pedreiro, encanador, eletricista, drywall, leitura e interpretação de desenho) e costura industrial.

Em Diadema, 6.830 requisitaram seguro-desemprego neste ano, e cerca de 4.000 tiraram a carteira profissional.

CADASTRO - Interessados em garantir uma vaga precisam comparecer aos centros públicos com carteira de trabalho, RG e CPF, das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira. Outra opção é se cadastrar pela web (www.maisemprego.mte.gov.br).

Serviço: CTR de São Bernardo (Rua Marechal Deodoro, 2.316, Centro); CPETR de Santo André (Avenida Artur de Queirós, 720, Casa Branca ou Rua Sigma, 300, Vila Mazzei); CPETR de Diadema (Rua Professora Vitalina Caiafa Esquível, 101, Centro) e CPETR de Mauá (Rua Manoel Pedro Júnior, 45, Vila Bocaina).

Programa do governo estadual recoloca 2.600 pessoas neste ano

Cerca de 2.600 pessoas recolocadas no mercado de trabalho, 7.016 participantes das turmas que funcionam como equipes na troca de experiências e aprendizado, 172 cidades de 16 regiões beneficiadas. Este foi o saldo do programa Time do Emprego, vinculado à Sert (Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho), de 2013. O programa que orienta desempregados para a conquista de oportunidade já beneficiou mais de 23 mil pessoas desde que foi instituído, em 2001.

“As pessoas que participam do programa saem com ânimo e autoestima renovados”, afirma o secretário estadual do Emprego, Tadeu Morais. “Com as dicas do time, elas conseguem se recolocar com mais facilidade”, completou.

De acordo com a coordenadora do programa, Françoise Antunes, o objetivo em 2014 é expandir o Time do Emprego para mais cidades. “Neste ano chegamos à marca de 1.400 turmas e queremos aumentar o ritmo no próximo ano para que mais pessoas possam ser atendidas”, afirmou.

Em novembro foi realizado o 6º Encontro Anual dos Facilitadores do Time do Emprego. Nesta edição do evento, que busca incentivar a troca de experiência entre os facilitadores (como são chamados os orientadores da ação), Marília, Santana de Parnaíba e Itaquaquecetuba foram homenageadas pelos resultados obtidos em 2013.

Na Grande São Paulo (que inclui as sete cidades), foram formadas 122 turmas, com 2.672 participantes. Deste total, 675 conseguiram emprego depois de participarem da ação.

Crédito: www.dgabc.com.br

Centros públicos do ABC dão vaga a 9.184 em 2013. Dezembro 31, 2013. Por: Mão de Obra Online

30 de dezembro de 2013

Em PE, setor da construção civil deve contratar mais pessoas em 2014

O mercado da construção civil tem expectativa de crescer entre 3,5% a 4% em 2014. Em Pernambuco, com o lançamento de prédios residenciais e grandes empreendimentos, o setor está em constante procura por mão de obra. O assunto foi abordado em entrevista com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do estado (Sinduscon-PE), Gustavo Miranda, no Bom Dia Pernambuco desta segunda-feira (30).
A procura pela mão de obra, que antes estava concentrada no Complexo de Suape, agora se espalha por todas as regiões pernambucanas. “Essa ideia de que o término das obras da refinaria, das obras da petroquímica, possa ser uma coisa muito ruim para o estado, é preciso se tranquilizar. Aqueles empreendimentos demandaram uma série de necessidades, inclusive empresariais e residenciais, e isso fez com que chegasse grande centralidade, [como a] Reserva do Paiva. Então muita gente vai migrar para esses empreendimentos privados”, explica Miranda.
Em Pernambuco, o Litoral Norte vem se destacando no setor. A localidade terá uma grande demanda de trabalhadores com a instalação de uma montadora de carros. “A centralidade ao Norte, mais especificamente a região de Goiana, com a chegada da montadora Fiat, que vai trazer de 60 a 80 fábricas de menor porte, mas que exigirão muita gente trabalhando e novas obras de infraestrutura, como o Arco Metropolitano”, detalha o presidente do Sinduscon-PE.

De acordo com Gustavo Miranda, entre os profissionais mais procurados estão os carpinteiros, pedreiros de acabamento e operadores de máquinas. Apesar do término de muitas obras, não há motivos para o trabalhador da construção civil ficar parado por falta de empregos.
Fonte: G1

Em PE, setor da construção civil deve contratar mais pessoas em 2014. Dezembro 30, 2013. Por: Mão de Obra Online

27 de dezembro de 2013

Construção retoma ritmo sustentável, diz economista


Os números do emprego na construção civil em Ribeirão Preto (SP) são inferiores aos registrados dois anos atrás, mas o nível de atividade observado no setor voltou a ser sustentável, avaliam economistas do Centro de Pesquisa de Economia Regional (Ceper), da USP. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que, de janeiro a novembro deste ano, o segmento gerou 77,73% menos vagas do que o observado no mesmo período em 2011 - quando foram 3.212 oportunidades. A queda, no entanto, é absorvida pela dinâmica econômica da região, sobretudo por obras de infraestrutura, avalia o pesquisador Guilherme Byrro Lopes.

Diante da expansão do crédito viabilizada por programas governamentais como “Minha Casa, Minha Vida” e de facilidades de pagamento como o uso do FGTS na compra de apartamentos, Ribeirão Preto vivenciou uma explosão dos projetos imobiliários em 2011. Canteiro de obras que ajudou o setor a bater a casa de 3.212 vagas de janeiro a novembro daquele ano, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Dois anos depois, o cenário é bem diferente: a construção civil saltou de segunda para a quarta na criação de oportunidades, com 715 postos abertos no mesmo período, processo decorrente de um ritmo mais desacelerado da construção de novos condomínios.

Mas, diante de uma série de dados compilados no decorrer desde ano, economistas do Ceper acreditam que, o que à primeira vista parece um sintoma ruim, mostra na verdade que o ritmo da economia está saudável. Lopes analisa que o compasso anterior observado no segmento era insustentável e poderia repercutir em problemas como supervalorização de mão de obra.

“O não natural era aquele crescimento forte. Foram medidas muito concentradas de estímulo à construção. Não só os bancos públicos, mas os privados oferecendo crédito. Então se ampliou muito a capacidade de compra e houve uma expectativa muito grande. Houve um excesso de oferta, de uma forma muito acima do que a demanda conseguia capturar ainda que houvesse todos esses incentivos. Aquele ritmo era fora da realidade”, afirma Lopes, após analisar dados da evolução do emprego dos últimos anos na cidade e colocá-los no contexto das mudanças econômicas enfrentadas pelo país.

Ao mesmo tempo, Lopes explica que a queda nos números da construção civil em 2013 não necessariamente representará aumento nas taxas de desemprego no município. Ele acredita que, gradativamente, a mão de obra demandada para os empreendimentos imobiliários migra para grandes projetos de infraestrutura da região, como as adaptações orçadas em R$ 120 milhões no Trevo Waldo Adalberto da Silveira, em Ribeirão. “Houve uma mudança no perfil do empregado. A participação na construção de edifícios e casas foi muito reduzida e parte dessa redução foi absorvida pelo setor de infraestrutura, principalmente em obras em rodovias”, diz.

Processo que, nos próximos meses, também representa uma base de trabalhadores mais estável, devido aos maiores prazos para a conclusão dos projetos, avalia Lopes. “Essas obras são resultantes de projetos, de coisas muito mais elaboradas, que possivelmente vão fazer com que esses investimentos tenham prazo muito mais alongado.”
Crédito: G1 

Construção retoma ritmo sustentável, diz economista. Dezembro 27, 2013. Por: Mão de Obra Online

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