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4 de junho de 2013

Construção civil oferece vagas com salário de até R$ 3,5 mil em Cuiabá

Sine oferece 24 vagas na área de construção civil e construção pesada.
Salários variam de R$ 685 a R$ 3,5 mil.


Estão abertas 24 vagas na área da construção civil e construção pesada pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) com salários que variam de R$ 685 a R$ 3,5 mil. Os interessados devem procurar o Sine da regional sul, localizado no bairro Parque Cuiabá, ou através do site da instituição.

As vagas são para operador de centro de usinagem, operador de compactador de solo, operador de rolo-compressor, operador de moto-niveladora, laboratorista de solo, motorista de caminhão basculante, encarregado de usinagem de metais, apontador de obras, rastilheiro, auxiliar de linha de produção e técnico em eletrônica.

De acordo com o Sine, é necessário que o candidato possua o PIS para acessar seu cadastro junto ao Ministério do Trabalho e verificar o perfil desejado para a vaga. O candidato que preencher os requisitos exigidos pelas empresas deve comparecer ao posto de atendimento do Sine Municipal para retirar a carta de encaminhamento para a entrevista de trabalho.
Fonte: 

Construção civil oferece vagas com salário de até R$ 3,5 mil em Cuiabá. Junho 04, 2013. Por: Mão de Obra Online

3 de junho de 2013

Custo da construção civil sobe mais de 4% em maio - SP


O custo unitário básico (CUB) da construção civil no estado de São Paulo teve alta de 4,44% em maio em relação ao mês anterior, de acordo com pesquisa divulgada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) nesta segunda-feira (3).
Em nota, Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do sindicato, diz que o aumento se deve ao reajuste determinado pelas convenções coletivas de trabalho para os salários, com data-base em 1º de maio.
Assim, os custos com mão de obra subiram 7,3% em relação a abril, enquanto os salários dos engenheiros aumentaram 7,21%. Já os custos das construtoras com materiais de construção registraram acréscimo de 0,37% na mesma base de comparação.
A média ponderada entre os três itens resultou na variação de 4,44% do CUB representativo da construção paulista, que neste mês ficou em R$ 1.074,53 por metro quadrado.
De acordo com a pesquisa, no período, 17 dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do mês, que não apresentou variação (0%).
Calculado pelo Sinduscon-SP em parceria com Fundação Getulio Vargas (FGV), o CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos do setor para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/06/custo-da-construcao-civil-no-estado-de-sp-sobe-mais-de-4-em-maio.html

Custo da construção civil sobe mais de 4% em maio - SP. Junho 03, 2013. Por: Mão de Obra Online

31 de maio de 2013

Tecnologia: Acústica e isolamento sonoro


O estudo da acústica de edifícios pressupõe a análise das fontes de ruído, o condicionamento acústico dos recintos e o dimensionamento da envolvente com vista ao isolamento sonoro. O conhecimento das características das fontes de ruído é essencial para a elaboração de um programa com vista à definição dos trabalhos a efetuar para dotar o edifício de características adequadas à utilização prevista.
O condicionamento acústico dos recintos visa dotá-los de características adequadas à sua utilização relativamente ao tratamento que este produz sobre os estímulos sonoros que são produzidos no seu interior. O isolamento sonoro, vulgarmente confundido com condicionamento, pressupõe a existência de dois espaços, um aonde se produzem estímulos sonoros e outro aonde se pretende que esses estímulos apresentem um nível tão baixo quanto possível.
A envolvente Sonora do local escolhido para uma operação imobiliária pode apresentar situações diversas. Os estímulos sonoros podem ser considerados nefastos, neutros ou agradáveis, dependendo da utilização que se prevê para a construção a edificar e das pessoas que a vão ocupar. É evidente que os edifícios a projetar vão modificar a envolvente sonora próxima. Se o nível de pressão sonora exterior é importante ou está em risco de passar a ser, em função por exemplo do aumento de tráfego, deverá prever-se um aumento de isolamento de fachadas. Se pelo contrário o nível de pressão sonora exterior é extremamente fraco, como por exemplo o de um imóvel isolado, será necessário tomar precauções complementares com o isolamento interior. Com efeito, nós somos mais sensíveis ao ruído dos nossos vizinhos que a um ruído  ambiente com um nível sonoro fraco. Dever-se-á para qualquer situação, avaliar os níveis de pressão sonora existentes, a fim de determinar um mapa de cargas acústicas.
A caracterização das fontes de ruído é muito importante para a definição do programa de isolamento sonoro dos edifícios. Em primeiro lugar deve-se efetuar uma subdivisão relativamente à posição da fonte face ao edifício. Desta subdivisão resultam dois grandes grupos: fontes exteriores e no interior do edifício.
O estudo das fontes exteriores é indiferente quer se trate da concepção de um edifício escolar ou de habitação. Com efeito os locais de implantação dos dois tipos de edifícios genericamente podem-se considerar semelhantes.
Paineis amovíveis de isolamento acústico
Em relação às fontes de ruído no interior dos edifícios já não se pode agrupar a sua caracterização. Apesar de haver situações de fontes de ruídos semelhantes, o funcionamento dos edifícios e o tipo de recintos é diferente, o que coloca situações com tratamento diverso.
Fontes de ruído
A escolha de um terreno para implantação de um edifício de habitação, ou no caso mais vasto para a definição de uma zona residencial, deve ter como condicionante a natureza da envolvente sonora. A classificação, ainda que subjectiva, dos estímulos sonoros é muito importante, visto que o tratamento deve ser diferente para os diversos tipos.
Compartimento com tratamento acústico
A inventariação, descrição, posicionamento no espaço e no tempo das fontes de ruído no interior dos edifícios, é da máxima importância para se elaborar o projeto de acústica. Uma fonte com um nível de potência sonora que durante o dia não se faz notar devido ao mascaramento com o ruído ambiental, pode durante a noite ser desagradável. O ruído provocado pelos elevadores pode ser parcialmente ultrapassado pela interposição de espaços adjacentes sem permanência noturna.
As fontes de ruído no interior dos edifícios de habitação que se encontram na maioria das situações são as seguintes:
- Equipamentos colectivos;
- Instalações, principalmente as redes de águas e esgotos;
- Electrodomésticos;
- Rádios, televisões e instrumentos de música;
- As pessoas.
Os equipamentos colectivos mais correntes nos edifícios e que produzem ruído são os elevadores e os grupos hidropneumáticos. A sua instalação é na maioria dos casos indispensável, mas sob o ponto de vista acústico são dois tipos de fontes muito importantes. Com efeito o ruído que estes equipamentos originam manifesta-se por duas vias: por condução aérea devido à potência sonora dos motores em funcionamento; por vibrações devidas ao seu funcionamento que são transmitidas à estrutura.
As diversas instalações do edifício: águas e esgotos; energia eléctrica; aquecimento ventilação e ar condicionado; recolha de lixos; etc., são fontes de ruídos. No entanto as que apresentam maior numero de patologias são as de águas e esgotos, principalmente devido a um dimensionamento deficiente e à execução por parte de uma mão de obra pouco qualificada.
A evolução da quantidade de electrodomésticos e do número de televisores e rádios origina um aumento dos níveis de pressão sonora nos espaços habitáveis. Esta situação conduz a uma evolução no nível de exigência de isolamento sonoro por parte dos habitantes em virtude de quando é pretendido o sossego e descanso o ruído ambiente se desejar com nível de pressão sonora o mais baixo possível. A proliferação dos electrodomésticos e outros aparelhos produtores de ruído vem dificultar a tarefa do engenheiro acústico em virtude de quase todos os compartimentos se encontrarem na posição de potenciais recintos emissores de ruído.
As pessoas ao comunicarem umas com as outras, ao caminharem, resumidamente ao viverem, são fontes de ruído. Ao mesmo tempo, são as pessoas que nós pretendemos proteger dos estímulos sonoros que não são agradáveis ou que apresentam níveis de pressão sonora elevados. O principal problema tem a ver com o facto de nem todas as pessoas terem os mesmos períodos de descanso e ainda de um estimulo sonoro para uma ou mais pessoas ser agradável e para outras desagradável.
Na concepção de edifícios é muito importante a descrição e localização das potenciais fontes de ruído exteriores ao recinto em causa, por forma a fazer uma distribuição espacial que permita ao engenheiro acústico o tratamento da envolvente dos recintos de modo que os níveis de pressão sonora no interior destes seja reduzido.
É necessário situar as fontes no espaço e no tempo. A localização das fontes no espaço é essencial para a definição da metodologia a adoptar com vista a minimizar os seus efeitos, sendo o tratamento de uma fonte pontual diverso de uma linear móvel. Em relação ao tempo é importante o conhecimento dos períodos do dia em que ocorrem, a sua repetitividade e duração no tempo.
Tratamento Acústico
Quando uma fonte sonora está em funcionamento, as ondas sonoras expandem-se em todas as direções a partir dela. Ao encontram um obstáculo ou uma superfície, por exemplo parede pavimento ou tecto, alteram a sua direção, ou seja são reflectidas. No caso teórico de a superfície refletora ser completamente impermeável ao ar e perfeitamente rígida, não haverá perda de energia na reflexão.
Paineis anti reverberação
Na realidade isto não se verifica, nenhuma superfície é um refletor perfeito, ou entra em movimento devido à solicitação da Onda incidente, ou ainda, caso tenha uma estrutura porosa, permite a propagação das ondas no interior do corpo do material.
Na ocorrência de qualquer dos processos acima descritos, as ondas reflectidas terão menos energia que as ondas incidentes, ou seja, parte da energia incidente é absorvida pela superfície.
Os refletores e absorventes sonoros são aplicados frequentemente para produzir umas condições acústicas desejadas para os recintos. A proporção de som incidente que se reflete numa fronteira entre dois meios depende das impedâncias acústicas relativas dos mesmos, por consequência, para que um material seja refletor sonoro a sua impedância deverá ser diferente da do ar. Atendendo a que a impedância acústica de um meio é igual ao produto da velocidade do som no meio pela densidade, os refletores deverão ser corpos sólidos.
Espuma de tratamento acústico
O som produzido por uma fonte continua dentro de um recinto, incide sobre as superfícies do mesmo, refletindo-se uma parte. Estas reflexões tendem a aumentar o nível sonoro no recinto. Os materiais absorventes sonoros são aqueles que reduzem o nível do som das múltiplas reflexões sonoras que persistem no tempo. O objectivo da aplicação destes materiais pode ser o de reduzir o nível sonoro dentro do recinto ou ainda controlar o tempo de reverberação.
Paineis de esponja para tratamento sonoro
De um modo primário, poderemos dizer que a duplicação da absorção reduz o nível de pressão sonora no interior do recinto em  3 dB e o tempo de reverberação para metade. É de salientar que o efeito da absorção sonora não produz qualquer efeito sobre o som directo nem tão pouco sobre o isolamento sonoro do recinto.
Isolamento sonoro
O isolamento sonoro pode-se definir como sendo a proteção de um espaço contra a penetração de sons que interfiram com o sinal sonoro desejado. Tratar de isolamento sonoro é admitir a ocorrência de um processo de transmissão entre dois locais, um emissor e outro receptor. Uma primeira grande subdivisão diz respeito à origem das fontes, podendo ser interiores ou exteriores ao edifício. Outra tem a ver com a forma de transmissão da energia sonora. Ao considerarmos a existência de dois recintos adjacentes num dos quais existem ruídos com origem em emissões sonoras não comparticipadas por elementos de construção, sons aéreos, o tipo de isolamento sonoro que nos interessa estudar é o isolamento aos sons aéreos. No caso do ruído ter origem em ações de choque sobre elementos de construção o tipo de isolamento a estudar será o isolamento aos sons de percussão.
Aplicação de isolamento acústico
Define-se isolamento aos sons aéreos a perda de energia sonora que experimentam as ondas sonoras ao atravessar um elemento, e isolamento aos sons de percussão a perda de energia que experimentam as vibrações ao propagar-se através de um material. A forma de abordar os dois tipos de transmissão é diferente, o que não significa que estes ocorram em separado, pelo contrário, é frequente manifestarem-se em simultâneo. Para encontrar as formas de proteção dos recintos é condição necessária para a obtenção de êxito, o conhecimento prévio da natureza dos ruídos que se pretende isolar e os caminhos pelos quais é suposto penetrarem no recinto a proteger.
Para dar resposta a um problema de isolamento sonoro de um recinto, é necessário conhecer em que medida o isolamento depende das propriedades físicas dos materiais da envolvente e ainda das características do ruído. Neste contexto tem grande importância conhecer a dependência do isolamento sonoro com a frequência, isto porque para além da transmissão acústica dos diversos materiais variar com a frequência, também a percepção auditiva depende da frequência.
Esta alteração na caracterização subjectiva do espectro sonoro é desejável. Com efeito uma supressão significativa nas baixas frequências reduz a ação mascarante do ruído e uma supressão nas altas frequências conduz a uma melhoria quando o ruído que interfere é a palavra, já que esta perde a sua clareza com as perdas nas altas frequências.
Existem factores que diminuem o isolamento sonoro de uma parede, como exemplos: transmissão marginal, condutas de ventilação ou ar condicionado, fendas, orifícios, janelas, portas, etc. O calculo da energia sonora transmitida através de uma parede simples conhecendo o nível de pressão sonora do ruído incidente, bem como o isolamento sonoro bruto normalizado do material, será a diferença entre estes dois valores. No entanto, os ruídos podem penetrar no recinto que se deseja isolar pelos recintos próximos e não só pelas paredes comuns. Esta transferência indireta aparece como consequência de que, se um elemento de uma parede está ligado com outros elementos segundo uma dada direção, a vibração do primeiro elemento de paredes é transmitida aos outros elementos, alcançando deste modo o recinto que se deseja isolar, este tipo de transmissão é conhecido por transmissão marginal.
Cãmara de ensaios acústicos
Um aumento do isolamento sonoro para a transmissão marginal é possível conseguir desde que se evite a coincidência da velocidade da onda sonora, que incide obliquamente com a velocidade de propagação das ondas flectoras da parede. Este efeito pode-se obter, prevendo a execução das paredes transversais com materiais de elasticidade e densidades diferentes, ou com a separação entre as paredes por um material de rigidez diferente do material de base.
Fonte:http://www.engenhariacivil.com/acustica-isolamento-sonoro-edificios
Autor: António Jorge de Almeida Leão
Excerto Adaptado
Imagens: Acuframe, SERF


Tecnologia: Acústica e isolamento sonoro. Maio 31, 2013. Por: Mão de Obra Online

30 de maio de 2013

Tecnologia: Bioconcreto


Investigadores da Universidade Técnica de Delft, na Holanda, estão desenvolvendo um tipo de concreto que contém na sua constituição bactérias produtoras de calcite (carbonato de cálcio), capazes de conferir ao material propriedades de auto-reparação. Esta nova tecnologia poderá, em teoria aumentar exponencialmente o tempo de vida das estruturas de concreto e reduzir substancialmente os custos de manutenção.
Quando surgem fissuras numa estrutura constituída por este tipo de concreto, as bactérias alcalifílicas existentes no seu interior ficam expostas a um meio ácido, que desencadeia a produção de calcite. Este material vai encher as cavidades de dentro para fora, selando lentamente qualquer orifício ou fissura através dos quais os agentes ambientais agressivos pudessem penetrar e originar a degradação do aço das armaduras ou do próprio concreto.
O Bioconcreto é obtido através da adição de bactérias e nutrientes (lactato de cálcio) à argamassa. As bactérias permanecem em estado latente durante a mistura e durante grande parte da vida útil da estrutura de concreto e apenas são ativadas em presença de água, quando a água da chuva penetra através de rachaduras no concreto.
Esta capacidade de auto-reparação é especialmente importante em estruturas de concreto armado enterradas ou de difícil acesso.
Este concreto inovador foi criado em 2009 pelo Microbiólogo Henk Jonkers e pelo Engenheiro Especialista em materiais de construção, Eric Schlangen que tem estudado e melhorado o bioconcreto desde então. O processo de comercialização deverá ter início dentro de 2 a 3 anos.
Fonte:http://construcaocivilpet.wordpress.com/2012/11/09/bioconcreto-o-concreto-com-bacterias-que-se-auto-repara/
Bioconcreto usa bactérias para curar-se de trincas. Maio 30, 2013. Por: Mão de Obra Online

29 de maio de 2013

Cresce emprego na construção civil em abril

No ano, o número de trabalhadores empregados cresceu 3,39%.


O emprego na construção civil brasileira subiu 1,11% em abril, na base mensal, com a criação de 38,2 mil vagas no setor do país, segundo levantou a pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O desempenho no mês é inferior ao registrado em abril de 2012, quando foram criados 46,4 mil postos de trabalho.

No acumulado do ano, o número de trabalhadores empregados cresceu 3,39%, com a criação de 114,3 mil. Nos quatro primeiros meses de 2012 foram criados 169,7 mil novos postos de trabalho.

Em 12 meses, o número de trabalhadores empregados cresceu 1,17%, com a criação de 40,3 mil vagas, ante 255,6 mil nos 12 meses encerrados em abril de 2012.

Com isso, a construção civil brasileira encerrou o quarto mês do ano com 3,488 milhões de trabalhadores com carteira assinada.

Segundo nota do sindicato, em abril o emprego na construção civil registrou acréscimo em todas as regiões em relação a março, com destaque para o centro-oeste, onde o número de postos de trabalho subiu 2,97%. Na outra ponta esteve o norte, com acréscimo de apenas 0,18%.

De acordo com o Sinduscon, dos 3,488 milhões de trabalhadores com carteira assinada empregados no mês, cerca de 1,765 milhão estavam no Sudeste; 734 mil no Nordeste; 488,2 mil no Sul; 284,4 mil no Centro-Oeste e 215,7 mil no Norte.

Em São Paulo, as contratações cresceram 1,33% no estado, com a abertura de 11,8 mil vagas. No primeiro quadrimestre o número de empregos gerados subiu 4%, com as contratações no Estado totalizando 35 mil, contra 42,2 mil em 2012.

Ao final de abril, as empresas paulistas da construção somavam 901,7 mil empregos com carteira assinada. No mês, todas as regiões apresentaram alta no nível de emprego.
Fonte:http://www.ultimoinstante.com.br/pt/noticias_20130528/economia_nivel_de_atividade/178228/Emprego-na-constru%C3%A7%C3%A3o-civil-sobe-111-em-abril.htm 

Cresce emprego na construção civil em abril. Maio 29, 2013. Por: Mão de Obra Online

28 de maio de 2013

Construção civil lidera empregos - PI


Os setores de serviços e construção civil foram os que mais geraram empregos com carteira assinada, no Piauí, no mês de abril deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados no fim de semana, em Brasília.
Foram criados no Estado 1.324 novos empregos, dos quais 1.308 nos setores de serviço e construção civil, que apresentaram crescimento de 0,86% e 1,30%, respectivamente. Também apresentaram resultados positivos os setores de extrativa mineral e comércio.
A construção civil, setor que mais cresceu em abril, contratou 2.802 empregados e demitiu 2.345, apresentando um saldo positivo de 457 novos postos de trabalho. O setor de serviços contratou 3.022 e demitiu 2.171. Já, o comércio contratou 2.153 e demitiu 2.133.
Nos oito setores pesquisados, foram contratados em abril 9.247 empregados e demitidos 7.923, com um saldo positivo de 1.324 novos postos de trabalho. Os setores pesquisados foram os de extrativa mineral, indústria de transformação, serviço industrial de utilidade pública, comércio, serviços, administração pública e agropecuária.
Em abril, o Piauí apresentou um crescimento de 0,49% no nível de emprego com carteira assinada. Nos quatro primeiros meses do ano, o crescimento foi de 0,46% e no período de 12 meses, 3,05%. Na região Nordeste, o nível de emprego caiu 0,03%.
Fonte: http://www.clicapiaui.com/geral/81588/construcao-civil-lidera-emprego-com-carteira-assinada-no-piaui.html

Construção civil lidera empregos - PI. Maio 28, 2013. Por: Mão de Obra Online

27 de maio de 2013

Governo estadual elabora proposta para evitar apagão em obras


Diante do risco de obras serem paralisadas por falta de areia em Porto Alegre esta semana, o governo estadual tenta construir uma solução que contemple, ao mesmo tempo, a retomada da extração no Rio Jacuí com o menor impacto ambiental possível. Ainda sem dia confirmado, um encontro na Casa Civil poderá resultar em uma posição do governo que serviria de base para uma ideia de acordo judicial.

A movimentação do Piratini ocorre após reclamações repetidas da construção civil de que caberia ao governo mediar o diálogo com a Justiça Federal. Por força de liminar, concedida para proteger o rio de mais danos como o desaparecimento de praias e pontais, está suspensa desde o dia 15 a mineração por três empresas (Somar, Aroque e Smarja), que abastecem 95% do mercado da Região Metropolitana com areia. A falta do insumo, dizem empresários, pode paralisar obras esta semana. Algumas são projetos prometidos para a Copa do Mundo. 

O secretário estadual do Meio Ambiente, Neio Lúcio Fraga Pereira, diz que podem ser utilizadas para o acordo algumas posições já definidas por um grupo de trabalho que analisa a questão do Jacuí. Entre as quais, está a revisão de procedimentos para o licenciamento ambiental, em busca de maior celeridade, mas sem prejuízo aos critérios.

Outra possibilidade é a cooperação entre órgãos que poderiam fiscalizar irregularidades – como Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Federal e Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Para o secretário, no entanto, há exagero quanto à possibilidade de obras pararem.

– Vejo é que o preço (da areia) dobrou. Foi feita uma ampliação do problema de forma inadequada. Até agora, não chegou informação alguma (de obras paralisadas) – diz Pereira.

Escassez e frete rodoviário tornam o produto mais caro
Enquanto o impasse permanece, as direções dos sindicatos da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon) e da Indústria de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral (Sicepot) também se reúnem nesta segunda-feira.

– Muitas obras vão parar. Em outras, o ritmo será diminuído e, em algumas, serão buscadas alternativas. Mas a areia trazida de outras regiões não conseguirá suprir a demanda – diz o diretor administrativo e financeiro do Sicepot, Nilto Scapin.

As alternativas têm sido buscar o produto em Camaquã, Santa Maria, Cacequi e Araranguá (SC), mas, além da escassez, o frete rodoviário encarece o insumo. Em Porto Alegre, há duas semanas, o metro cúbico da areia para produção de concreto, argamassa e blocos de concreto era vendida a R$ 30. Agora, ultrapassa R$ 50.

Para o presidente do Sinduscon, Paulo Garcia, a tendência é de que os estoques da Região Metropolitana durem até quarta-feira. Desde a semana passada, Garcia pede que o governo garanta à Justiça que haverá fiscalização à atividade.

Problema tende a se agravar no futuro
Apesar de a principal dor de cabeça agora ser o impasse da falta de areia no curto prazo, há preocupação com a oferta do insumo nos próximos anos. A saída pode estar em estudos que devem apontar o quanto de areia – e de que forma – pode ser extraído tanto do Rio Jacuí quanto do Guaíba.

No caso do Guaíba, o trabalho integra o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) do Estado, e a previsão da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) é que fique pronto em dois anos. Para o Jacuí, haverá estudo específico, mas recém é elaborado o termo de referência para o zoneamento ambiental do rio – aliás, uma das exigências da Justiça Federal para permitir o retorno da extração. As pesquisas, porém, analisarão questões bem mais amplas do que apenas a extração de areia. Para as necessidades mais urgentes, permanece a insegurança.

– Está nas mãos da Justiça. O problema é que houve roubo de areia e descumprimento das licenças – avalia o titular da Sema, Neio Pereira, que se diz convicto de que, se as regras para a extração fossem cumpridas, a atividade estaria liberada.

Para Nilto Scapin, diretor do Sicepot, a solução para o futuro pode vir da extração no Guaíba:

– Estudos mostram que o impacto da mineração no Guaíba é menor do que no Jacuí. E no Guaíba existem muitos bancos de areia que atrapalham a navegação. Poderia resolver o problema da Região Metropolitana e da Serra por várias gerações.

Das três mineradoras atingidas pela liminar, Somar e Aro informaram que pretendem recorrer, mas ainda não ingressaram com recurso. A Smarja não informou que posição adotará.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2013/05/governo-estadual-elabora-proposta-para-evitar-apagao-em-obras-4150428.html

Governo estadual elabora proposta para evitar apagão em obras. Maio 27, 2013. Por: Mão de Obra Online

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