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30 de outubro de 2012

Construção civil gera aumento de renda no interior de SP



De acordo com dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor da Construção Civil foi o que mais apresentou aumento da média salarial dos itatibenses admitidos no mês de setembro. Se comparado setembro de 2011 com o mês passado os recém funcionários do setor tiveram um aumento de 51,6%.

A Construção Civil fechou o mês de setembro com uma média salarial de R$ 1.626,87, ante no mesmo período do ano passado, com média de R$ 1.072,63. 

Na sequência, por setor, aparece a Agropecuária que obteve um saldo positivo de 28,4% na média salarial. Porém o setor é o que possui os salários mais baixos da cidade, no mês passado a média ficou em R$ 877,63 (ante R$ 683,40 em 2011).

No comércio os funcionários sentiram uma leve alta de 16,6%, o que elevou a média de R$ 867,97 para R$ 1.012,09 no mês passado. O setor de Serviços figurou um aumento de 13,7% passando de R$ 867,24 para R$ 986,51.
QUEM PAGA MAIS/ A Indústria foi o único setor que obteve retração na média salarial. Em números, foram 4,4% a menos. O valor médio de R$ 1.226,04 em setembro de 2011 caiu para R$ 1.171,70 este ano.

Ainda de acordo com o Caged, os trabalhadores admitidos em setembro na cidade, fecharam o mês com um aumento de 11,3%, na média salarial. O valor que em setembro de 2011 alcançou R$ 1.010,11, chegou no mês passado em R$ 1.125,00.

LOUVEIRA E MORUNGABA/ No mesmo ritmo que Itatiba, em Louveira e Morungaba a construção civil também lidera as melhores rendas do mês. Em Louveira, a média do setor atingiu, no mês passado, R$ 1.476,41 contra R$ 1.026,37 em 2011. O valor teve um acréscimo de 43,8%.

No geral os louveirenses admitidos em setembro tiveram uma média salarial de R$ 1.146,10. Em 2011 a média atingiu R$ 1.012,58, um aumento de 13,1%.

Na estância, a Construção Civil pagou em média aos admitidos no mês, R$ 1.253,71 contra R$ 968,22 em 2011, um acréscimo de 29,4%. Na conta geral dos setores os morungabenses receberam em média R$ 1.138,45 contra R$ 1.002,57 em 2011. Um aumento de 13,5%.

RMC
Nas 19 cidades da Região Metropolitana de Campinas, a média salarial dos contratados no mês passado, ficou em R$ 1.194,36, o valor é 10.8% maior que no mesmo período de 2011, que naquele mês a média ficou em R$ 1.077,36.
Fonte: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/36674/Construcao+civil+gera+aumento+na+renda

29 de outubro de 2012

Materiais certificados



A utilização de materiais certificados na construção civil valoriza empreendimentos e reduz impactos ambientais. Edificações que contam com matérias-primas que receberam certificação, como o aço, incluem padrões de sustentabilidade desde o princípio da cadeia e ficam mais perto de receber selos ambientais reconhecidos internacionalmente, como o Leed e o Aqua.


Isso é importante para o cidadão que também é consumidor, por indicar que os produtos e, invariavelmente, seus fabricantes utilizam boas práticas no processo produtivo, o que afasta o uso de trabalho infantil, escravo, a não observância das leis, o uso desnecessário de matéria-prima, água, energia, elementos que, ainda que não diretamente, afetam a vida de toda a população.


Além de avaliar as práticas aplicadas pelas construtoras durante as obras, como reaproveitamento de resíduos, reuso de água e economia de energia, as empresas responsáveis por conferir esse tipo de selo para os empreendimentos analisam a procedência dos materiais utilizados na obra. Por isso, a compra de aço certificado, por exemplo, facilita a obtenção de certificado.


Desde 2009, mais de 90 empreendimentos considerados "verdes" utilizaram aço da Gerdau que tem o Selo Ecológico. Entre eles estão obras importantes, como a Torre Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro, o Morumbi Business Center, em São Paulo, e a Arena Fonte Nova, na Bahia.


Para obter o Selo Ecológico, os materiais têm de passar por auditorias periódicas que verificam toda a cadeia de produção. No caso do aço, desde os fornecedores de sucata até a logística de transporte do produto final.
Fonte: http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI6262903-EI18950,00-Construcao+materiais+certificados+valorizam+empreendimentos.html

27 de outubro de 2012

Governo aprova regras para financiamento de materiais de construção


O governo aprovou nesta quarta-feira as regras para financiamento de materiais de construção utilizando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme publicado no Diário Oficial da União.


Segundo a publicação, a linha de crédito para aquisição de materiais, tanto para imóveis urbanos quanto rurais, destina-se a construção e/ou ampliação de unidade habitacional; reforma de moradia; instalação de hidrômetros de medição individual e implantação de sistemas de aquecimento solar.

Para o exercício de 2012, serão disponibilizados 300 milhões de reais, sendo que caberá à região Sudeste a maior parcela dos recursos (42,5 por cento). O Nordeste do país ficará com 28,2 por cento e a região Sul, com 11,2 por cento. Norte e Centro-Oeste responderão por 9,7 e 8,4 por cento dos recursos, respectivamente.

O financiamento para aquisição de materiais destina-se a trabalhadores titulares de conta vinculada do FGTS, independente da renda familiar mensal bruta, "observadas as condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de utilização dos recursos do FGTS para aquisição de moradia própria", informou o documento.

Ainda segundo a publicação, serão consideradas prioritárias as propostas destinadas a famílias com renda mais baixa, que beneficiem imóveis com valor de avaliação menor, que contemplem idosos, deficientes ou mulheres chefes de família, ou que apresentem maior valor de contrapartida.

A indústria brasileira de materiais vem sofrendo com vendas abaixo do esperado ao longo de 2012. Este ano até setembro, as vendas acumulam alta de 1,3 por cento, bem abaixo da previsão da associação que representa o setor no país, Abramat, para 2012, de crescimento de 3,4 por cento.

Fonte: Reuters

26 de outubro de 2012

Custo da construção civil sobe 0,24% em outubro


São Paulo – O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), aumentou de 0,21%, em setembro, para 0,24%, em outubro. No acumulado desde janeiro, a taxa apresenta alta de 6,68% e, nos últimos 12 meses, de 7,59%.
O aumento registrado na passagem de setembro para outubro reflete reajustes no grupo de despesas materiais, equipamentos e serviços (de 0,42% para 0,49%). Em mão de obra, praticamente não houve alteração, com o índice em 0,01%.
No entanto, quando se analisam os resultados acumulados, os gastos com os trabalhadores nas obras tiveram o maior peso. De janeiro a outubro, a taxa atingiu 8,96% e, em 12 meses, 10,27%. Nesses mesmos períodos, os materiais, equipamentos e serviços tiveram elevações de 4,4% e 4,92%, respectivamente.
Das sete capitais pesquisadas, cinco indicaram acréscimos: Brasília (de 0,13% para 0,32%); Belo Horizonte (de 0,26% para 0,28%); Recife (de 0,15% para 0,48%): Rio de Janeiro (de 0,21% para 0,22%) e Porto Alegre (de 0,1% para 0,28%). Nas demais localidades, houve redução do índice. Em São Paulo, o INCC-M passou de 0,23% para 0,2%. Em Salvador, o decréscimo foi mais expressivo, de 0,26% para 0,14%.
O índice é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. 
Fonte: FGV

24 de outubro de 2012

Licitação do Maracanã


RIO DE JANEIRO - Com base na minuta do edital divulgado na última segunda-feira (22), organizações da sociedade civil avaliam que o governo do Rio quer transformar o Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã) em um espaço de consumo, beneficiando a iniciativa privada, em vez de assegurar o uso público, esportivo e cultural do Maracanã.

A preocupação será apresentada durante audiência pública marcada para novembro pelo Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas.  Na audiência também serão questionadas a demolição de instalações que foram reformadas para os Jogos Pan-Americanos de 2007 e a construção do Museu do Futebol, que consta da licitação para 35 anos de concessão. A outorga será de R$ 7 milhões por ano.

“O Museu do Futebol é um bom exemplo. É uma ideia importante, é algo que precisava ser feito há muito tempo. Mas será o empresariado quem definirá os itens do acervo, os fatos históricos narrados? Qual visão de futebol privilegiará? Será de baixo custo? ”, questionou Gustavo Mehl, da organização do comitê do Rio de Janeiro, pedindo mais clareza e participação popular.

Em entrevista sobre o edital, o secretário da Casa Civil Regis Fichtner disse que a meta é transformar o Complexo do Maracanã em uma área de entretenimento, atraindo frequentadores  com serviços de alimentação, lojas, bares e serviços de alto padrão. “ Em uma época de internet, televisão a cabo e 3D, tem que se dar algo para estimular a ida do torcedor ao estádio”.

Ao avaliar a reforma e a nova proposta de multiuso do Maracanã, o  professor visitante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFF), Chris Gaffney, vê uma mudança do papel do estádio na cultura carioca. Ele avalia que o programa popular  de ir ao estádio passará a ser privilégio de classes de renda mais altas.

“Comer, beber e comprar antes de assistir ao jogo faz os gastos com o passeio subirem e não faz parte do hábito do carioca, que vai da praia para o estádio”, disse Gaffney, em entrevista à Rádio Nacional do Rio. “Poucas pessoas podem dar R$ 40 por jogo, como é no Engenhão [Estádio Olímpico João Havelange, que fica no Rio] e ficarão de fora”.

Professor da pós-graduação da UFF, Gaffney é autor do livro  Templos dos Deuses: Estádios nas Paisagens Culturais do Rio de Janeiro e de Buenos Aires, em que avalia as origens e as relação das arenas esportivas com a população local e as torcidas em ambas as cidades.

Gaffney também compartilha da mesma visão do mestre e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Erick Omena. Para ele, a tendência é aumento no preço de ingressos populares, conforme mostra levantamento feito desde a inauguração, em 1950, até o o fechamento para reformas, em 2010. No período, os preços em relação ao salário mínimo só inflaram.

“A relação entre o preço  e o salário mínimo ficou entre 0,5% e 2,1% entre 1950 e 2005, quando foi encerrada a geral [localpopular onde as pessoas ficavam em pé]. Antes de o estádio fechar, em 2010, o preço pula para  6% do salário mínimo”, disse na mesma entrevista à rádio. Na visão do pesquisador do Observatório das Metrópoles é preciso dar enfoque púbico às atividades no estádio.

Os especialistas e ativistas cobram retorno dos investimentos feitos nos últimos anos no estádio, que somente para as próximas competições chegam a R$ 860 milhões.
Fonte: http://www.dci.com.br/financas/organizacoes-da-sociedade-civil-questionam-carater-comercial-da-licitacao-do-maracana-id316884.html

19 de outubro de 2012

Dicas de pisos



          Os pisos são mais do que um detalhe meramente estético, eles são os grandes responsáveis pela temperatura do ambiente, variando de acordo com o material escolhido. E o mais importante: serão eles que suportarão os pesos de móveis e eletrodomésticos, por isso, devem ser escolhidos cuidadosamente.
          Na cozinha, os pisos necessitam de uma atenção especial. Para evitar a fixação de gordura, o material escolhido deve ser menos poroso, dificultando a absorção e facilitando a limpeza. A cerâmica é uma das opções mais indicadas, por ser versátil, resistente e de boa durabilidade, garantindo uma fácil manutenção.
           Outra ótima opção para sua casa e também para os ambientes comerciais são os pisos laminados Eucafloor. Além de dar um acabamento muito original, eles são práticos, duráveis e de fácil instalação e manutenção. São também flutuantes, ou seja, não necessitam ser colados ou pregados no contrapiso. Sua fixação se dá por meio de cola e do encaixe macho e fêmea. Além disso, possuem superfície resistente à queima por pontas de cigarros, são fáceis de limpar e resistentes a manchas de produtos químicos. Sua composição também dificulta a permanência de agentes causadores de reações alérgicas. Veja mais vantagens:

  • Instalação rápida, prática, sem cheiro e sujeira
  • Maior durabilidade
  • Acabamento excelente
  • Confortável em qualquer temperatura
  • Padrões exclusivos e modernos
  • Proporcionam sofisticação aos ambientes
          Caso não queira abrir mão dos revestimentos cerâmicos, tome bastante cuidado no assentamento, para impedir a formação de lacunas, que, com o tempo, acabam retendo sujeira e gordura. E cuidado com os pisos de cimento sem revestimento, para que não acabem ficando manchados. Há uma maneira bem simples e eficaz de se evitar isso: você pode pintá-los com uma tinta específica para este material: a acrílica. Ela deve ser de boa resistência e simples de lavar. Dessa forma, o seu piso estará sempre bonito!
Esteja sempre atento:

     1. Veja a procedência do produto, analise informações do fabricante e aceite indicações de usuários desse produto.
     2. Analise o que transitará no local: pessoas, veículos, entre outros.
     3. Leve em consideração a umidade do local: para ambientes com maior umidade, deve ser utilizado um produto com baixa absorção.
     4. Saiba qual é a metragem do local, assim você poderá calcular a quantidade de pisos que utilizará em sua obra.
          Se ainda não for o momento de investir em uma nova construção, também há formas criativas de inovar. Consulte as nossas Dicas de Decoração.
Fonte: http://www.santacruzacabamentos.com.br/visualizacao-de-dicas-de-construcao/pt-br/ler/19/pisos

17 de outubro de 2012

Resíduos da Construção como fonte de renda


construção sustentável


O reaproveitamento dos resíduos sólidos gerados em canteiros de obras da construção civil tem sido uma prática adotada por várias construtoras que se preocupam com o meio ambiente.




Além de garantir benefícios ambientais, esse tipo de ação é também sinônimo de fonte de renda.

Com a consultoria da Teia Serviços Ambientais, a construtora Engenharq, por exemplo, tem orientado os trabalhadores dos canteiros de obras espalhados pelo Estado a separar os resíduos sólidos por tipo de material e reaproveitá-los o máximo possível, dentro ou fora da obra, dando também a destinação correta àqueles que não poderão ser reutilizados.

Para incentivar ainda mais a prática e conscientizar os operários, alguns exemplos têm sido levados aos trabalhadores por meio de palestras. O Conjunto Aroeiras, em Arapiraca, por exemplo, conheceu o trabalho realizado por uma empresa de Maceió que faz o reaproveitamento de canos de PVC que não teriam mais utilidade dentro do canteiro de obras, esta iniciativa tem transformado a vida de várias famílias.

Os canos são transformados em objetos decorativos e utilitários, como luminárias, bandejas e até carteiras escolares. Além de beneficiar o meio ambiente, evitando que o PVC seja descartado, o trabalho também garante renda para várias famílias.

ideias sustentáveis


De acordo com Mateus Gonzalez, ecólogo da Teia Serviços Ambientais, O reaproveitamento de resíduos sólidos é um grande aliado na luta pela preservação do meio ambiente.




Principalmente quando esses resíduos são provenientes da construção civil. “A construção civil é o setor que mais gera resíduos sólidos em meio urbano e por isso a prática do reaproveitamento nos canteiros de obras é sempre relevante”, destaca.

Gerenciamento de Resíduos:

A gestão correta dos materiais faz parte do Projeto de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC), que tem sido implantado em diversos canteiros de obras com a consultoria dos profissionais da Teia Serviços Ambientais. 

As ações concretas, como a separação dos resíduos por tipo de material são resultados do trabalho de conscientização ambiental, realizado junto aos operários das obras por meio de palestras que abordam diversos temas relacionados ao meio ambiente.
Fonte: http://www.imoveledicas.com/2012/10/sustentabilidade.html

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