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10 de janeiro de 2014

FGV: combustíveis seguem pressionando IGP-M em janeiro

Os preços no atacado e, em menor medida, ao consumidor foram os principais fatores que influenciaram a aceleração do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) na primeira prévia de janeiro. O indicador, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 0,37%, contra 0,32% em igual prévia do mês de dezembro.
Devido ao período de apuração (21 a 31 de dezembro), o indicador ainda captou o reajuste dos combustíveis, anunciado pela Petrobras no fim de novembro e que impactou a inflação no último mês do ano. No Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), o diesel acelerou de 0,80% para uma alta de 2,27%, se firmando como uma das principais influências individuais.
No Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a gasolina também foi destaque, com alta de 4,05% na prévia de janeiro, contra leve elevação de 0,03% na primeira prévia de dezembro. Isso a colocou como a principal influência para a aceleração do índice. O etanol, que também teve seus preços reajustados no período, subiu 4,82%, ante 1,03%, e foi a segunda maior influência.
Produtos
No atacado, os preços dos produtos agrícolas cederam na passagem do mês. Com deflação de 0,12%, ante alta de 0,46% na primeira prévia de dezembro, o indicador foi ajudado pela soja e seus derivados, que entraram em campo negativo.
A soja em grão registrou queda de 1,41%, contra alta de 1,89% em igual prévia de dezembro. O farelo de soja caiu 2,17%, contra alta de 2,08%. Além disso, a batata-inglesa caiu 22,13% na primeira prévia de janeiro, enquanto o feijão em grão recuou 7,38%. Na primeira prévia de dezembro, suas taxas eram de +1,58% e de -9,62%, respectivamente.
Entre os produtos industriais, o minério de ferro subiu 1,77% e foi a principal influência do IPA. Na primeira prévia de dezembro, a commodity havia avançado 0,47%. Com isso, os produtos industriais tiveram elevação de 0,57%, contra alta de 0,19% na prévia de dezembro.
Consumidor
Devido ao aumento nos combustíveis, o grupo transportes acelerou de 0,16% para 1% na primeira prévia de janeiro. Mas a classe não foi a única a aumentar o ritmo de alta. Também acelerou o grupo saúde e cuidados pessoais (0,42% para 0,45%), puxado pelo preço dos medicamentos.
Em contrapartida, seis classes de despesa desaceleraram: educação, leitura e recreação (0,93% para 0,23%), vestuário (0,81% para 0,44%), comunicação (0,36% para 0,00%), alimentação (0,61% para 0,57%), despesas diversas (0,60% para 0,29%) e habitação (0,34% para 0,32%).
Construção
O Índice Nacional da Construção Civil (INCC) registrou elevação de 0,06%, contra 0,36%, mostrando descompressão nos preços puxada tanto pelos materiais, equipamentos e serviços (0,26% para 0,13%) quanto pelo custo da mão de obra (0,44% para zero).
Fonte: www.dgabc.com.br

FGV: combustíveis seguem pressionando IGP-M em janeiro. Janeiro 10, 2014. Por: Mão de Obra Online

9 de janeiro de 2014

Calor na obra faz trabalhador redobrar a atenção

Sorocaba enfrenta um dos verões mais intensos dos últimos anos. Se dentro das lojas e dos escritórios já é difícil trabalhar com as altas temperaturas verificadas, imagine nos canteiros de obras. Nesses locais, a orientação é proteger a pele (rosto, braços, mãos e, principalmente, a nuca), os olhos e beber muita água. 

"Estabelecemos intervalos de 15 minutos para que os trabalhadores possam se hidratar e descansar sob a sombra", conta o engenheiro civil Alisson Gouveia Batista, que lidera uma equipe de, aproximadamente, 90 funcionários na obra Condomínio Paris, da construtora Alavanca, localizada às margens da rodovia Raposo Tavares, na região do Campolim. 

Alisson trabalha em obras há doze anos, três dos quais na cidade de Palmas, no Tocantins. "O calor que temos sentido aqui em Sorocaba começa a se aproximar ao de lá", garante . "A diferença é que em Palmas o ar é mais seco e, consequentemente, a sensação térmica é maior", compara. 

Em diversos pontos das obras há galões com protetor solar. Apesar de ser uma exigência legal estabelecida há cerca de três anos, nem é preciso exigir que os trabalhadores utilizem o produto. "Eles próprios sabem da importância e reaplicam o protetor diversas vezes ao dia e têm consciência dos riscos que os raios ultravioletas representam à saúde", relata Alisson. 

Além do protetor solar, os trabalhadores da construção civil que atuam na construtora usam "toucas árabes", que protegem a cabeça e a pele da nuca, região onde o efeito do sol é mais intenso; camisetas com mangas compridas; bonés e chapéus (sob o capacete obrigatório) e bebem muita água. "Orientamos para que ingiram dois litros de água por dia", diz Alisson. "Em dias nublados, redobramos nossa atenção nesse sentido, pois sem o sol à vista, muitos esquecem que o calor continua e o cuidado deve ser mantido." 

Os óculos com lentes escuras também são muito importantes. "Eles servem não apenas contra os raios ultravioletas, mas para que o trabalhador não sinta as mudanças bruscas de luminosidade quando se desloca de uma área escura para outra muito clara", conta o engenheiro. "Essas mudança repentinas de intensidade de luz, assim como o reflexo do sol no cimento de uma laje, por exemplo, podem causar vertigens", explica. 

Todos esses cuidados adotados na construtora Alavanca resultaram em um índice bastante positivo. "Durante estes dias de calor intenso, não registramos um único caso onde um de nossos colaboradores passasse mal por conta das altas temperaturas", comemora Alisson.
Fonte: www.cruzeirodosul.inf.br

Calor na obra faz trabalhador redobrar a atenção. Janeiro 09, 2014. Por: Mão de Obra Online

8 de janeiro de 2014

Custo da construção paulista subiu 7,3% em 2013

São Paulo – O custo acumulado da construção civil, índice usado nos reajustes dos contratos de obras, teve alta de 7,3% no acumulado do ano passado, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).
O valor do metro quadrado ficou em R$ 1.099,57 em dezembro, uma leve alta de 0,06% na comparação com novembro.

O custo das construtoras com matéria-prima em dezembro subiu 0,02% em relação a novembro, e a mão de obra teve alta de 0,09% no último mês do ano.

Já os salários dos engenheiros, nesse período, ficaram estáveis.

Considerando as obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, houve alta de 0,1% nos custos com mão de obra. Os custos das empresas com materiais de construção aumentaram 0,02% e os salários dos engenheiros ficaram inalterados.

O custo total desonerado da construção civil teve variação de 0,06% no mês, ficando em R$ 1.024,03 por metro quadrado.

Quatro dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) do mês, que ficou em 0,6%. Os que tiveram os maiores reajustes foram o óleo diesel (1,34%) e a comida em marmitex (0,73%).

Fonte: exame.abril.com.br

Custo da construção paulista subiu 7,3% em 2013. Janeiro 08, 2014. Por: Mão de Obra Online

7 de janeiro de 2014

Reciclagem de gesso traz solução sustentável para a construção civil


Uma empresa de Canoas (RS), cidade da região metropolitana de Porto Alegre, resolveu investir em um negócio que está beneficiando geradores de resíduos da construção civil, a economia e o meio ambiente: a reciclagem de gesso. Atualmente, a Sebanella recebe cerca de 1.000 toneladas do material por mês e o reutiliza, por exemplo, como fertilizante na agricultura.
A idéia surgiu da preocupação com os impactos causados pelo descarte incorreto dos resíduos na natureza. "A constante expansão da construção civil traz muitos benefícios para a economia, mas ao mesmo tempo pode impactar negativamente em outras áreas, como o meio ambiente", destaca Sebastian Pereira, sócio-diretor da empresa. "Este crescimento na construção civil vem gerando mais resíduos e os mesmos estão sendo descartados de forma incorreta, já que os aterros cobram um valor elevado, dando margem ao descarte em aterros clandestinos".
Desde 2011, o gesso passou a ser considerado um material reciclável, assim como plásticos, papéis, metais e vidros, por exemplo. Para ser reaproveitado, contudo, os resíduos de gesso devem ser armazenados separadamente. Assim, chega-se a reciclar 100% do material, que possui inúmeras empregabilidades – além da reutilização na construção civil, pode ser aplicado controladamente na agricultura para a correção de solos, como aditivo para compostagem, absorvente de óleos, controle de odores e secagem de lodos em estações de tratamento de esgoto.
A reciclagem do gesso evita os impactos negativos que este resíduo causa quando descartado inadequadamente na natureza. Sua disposição inadequada ou em aterros sanitários comuns pode provocar a dissolução dos componentes e torná-lo inflamável. Esses impactos, no entanto, podem ser evitados encaminhando o gesso para a reciclagem. As empresas que adotam este procedimento, além de contribuírem para a preservação do meio ambiente, ainda gastam aproximadamente sete vezes menos do que gastariam com o descarte em aterros privados.
Fonte: noticias.terra.com.br 

Reciclagem de gesso traz solução sustentável para a construção civil. Janeiro 07, 2014. Por: Mão de Obra Online

6 de janeiro de 2014

Contrato para construção do Porto Sul, em Ilhéus é assinado

O Governo do Estado da Bahia e a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP) assinam, nesta segunda-feira (6), às 9h00, na Governadoria, CAB (Centro Administrativo da Bahia Salvador), o contrato de adesão de construção dos dois terminais do Porto Sul, no  município de Ilhéus, no Sul do Estado.   

O contrato oficializa que o TUP (Terminal de Utilização Privada) do Estado da Bahia e o  TUP da Bamin (Bahia Mineração) estão aptos a serem instalados, formando o maior empreendimento portuário do Nordeste.   

O evento terá as participações do governador Jaques Wagner, o ministro da SEP, Antônio Henrique Silveira, o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, além de outras autoridades.   


De acordo com o secretário Rui Costa, o projeto coloca a Bahia em um patamar de desenvolvimento.   

—O Porto Sul está autorizado. Vamos assinar o contrato, oficializando a instalação de dois novos terminais portuários para a Bahia. A capacidade de escoamento da produção, a competitividade e a redução de custos que teremos, a partir desse porto, colocarão o nosso estado em um novo patamar de desenvolvimento.  

O edital de seleção de acionistas privados para a constituição da SPE (Sociedade de Propósito Específico), do Porto Sul,  ficará disponível para consulta pública por um prazo de 60 dias. A SPE será responsável pela construção, movimentação e operação do TUP do Estado.   

Os investimentos privados para a construção do empreendimento totalizam R$ 5,6 bilhões ao longo de 25 anos. O porto movimentará cargas de todos os tipos de granel e cargas em seus diversos acondicionamentos, com estimativa, no 25º ano de funcionamento, de operar 100 milhões de toneladas ao ano. 

Fonte: noticias.r7.com

Contrato para construção do Porto Sul, em Ilhéus é assinado. Janeiro 06, 2014. Por: Mão de Obra Online

3 de janeiro de 2014

Dicas de economia e segurança com energia elétrica na construção civil


Dicas gerais
• O uso da energia elétrica de forma segura e sem desperdício pode melhorar a qualidade de vida, preservar o meio ambiente e reduzir a conta de luz.
• Ao fazer reparos nas instalações de sua casa, desligue os disjuntores ou a chave geral. Não ligue muitos aparelhos na mesma tomada, com benjamins. Isso pode provocar aquecimento nos fios, desperdiçando energia e podendo causar curtos-circuitos.
• Nunca mexa no interior do televisor, mesmo que ele esteja desligado.
• Nunca mexa em aparelhos com as mãos molhadas ou com os pés em lugares úmidos. Não coloque facas, garfos ou qualquer objeto de metal dentro de aparelhos elétricos ligados.
• Se tiver crianças em casa, não deixe que elas mexam em aparelhos elétricos ligados ou que toquem em fios e tomadas.
• Ao trocar a lâmpada, não toque na parte metálica.
• Fios mal isolados na instalação podem provocar incêndio, além de desperdiçar energia.
• Ao queimar um fusível, procure identificar a causa. Após solucionar o problema, substitua o fusível por outro de igual capacidade ou rearme o disjuntor.

Proteção para instalação
• Quem protege a instalação elétrica de sua casa são os fusíveis.
• Os disjuntores quick-lag, que podem substituir os fusíveis, também protegem sua instalação, com a vantagem de não se queimarem em caso de sobrecarga de energia ou curto-circuito, pois desligam automaticamente. Depois de solucionado o problema, basta religá-los.

Cuidados na área rural
Para que os nossos clientes tenham um bom atendimento, precisamos realizar os serviços com total segurança. Por isso, temos vários procedimentos para garantir a segurança dos nossos profissionais durante as suas tarefas.
Os nossos Leituristas e Entregadores vão a sua casa duas vezes por mês para fazer a leitura do medidor e a entrega da conta de luz. No entanto, alguns acidentes podem ocorrer. Para evitar situações de risco, a DME Distribuição precisa da sua colaboração. Veja abaixo alguns cuidados que você pode tomar para nos ajudar a garantir a segurança destes profissionais.
• Mantenha em bom estado de conservação o acesso ao medidor de energia;
• Evite que a vegetação cresça próxima ao medidor de energia;
• Sinalize a existência de cães através de placa (Cuidado com o Cão) e mantenha o seu cão preso e afastado do medidor de energia e da caixa de coleta de correspondência durante a leitura e entrega das contas;
• Não instale cerca de arame nas estradas de acesso que levam ao medidor de energia (relógio de luz);
• Evite que outros animais nocivos fiquem próximos ao medidor;
• Mantenha a estrada que leva ao medidor livre de fios elétricos, como fios de cercas elétricas usadas em pastagens;
• Se possível, instale uma caixa de coleta de correspondência para facilitar a entrega da conta de luz.
• Evite que abelhas façam colméias nas proximidades da medição.
• Queimadas perto das linhas são proibidas. O fogo ou mesmo o excesso de calor danificam os cabos e as estruturas, causam curtos-circuitos e interrompem o fornecimento de energia.
• Para eletrificar cercas, use um aparelho especial chamado eletrificador de cercas. Compre equipamento de boa procedência e leia atentamente o manual de instruções. Consulte um eletricista habilitado e coloque placas de sinalização a cada 100 metros. A instalação mal feita da cerca elétrica pode provocar a morte de pessoas e animais.
• Abaixe as barras do pulverizador ao passar debaixo dos fios da rede. • Antes de subir na colheitadeira observe se ela não está parada sob ou próxima à rede elétrica.
• Desvie o trator ou o arado dos estais (estirantes ou rabichos que sustentam os postes).

O que fazer em caso de acidentes com choque elétrico
O que acontece
• O choque elétrico, geralmente causado por altas descargas, é sempre grave, podendo causar distúrbios na circulação sangüínea e, em casos extremos, levar à parada cárdio-respiratória.
• Acidentes com eletricidade são muito comuns no dia-a-dia e devemos ter muito cuidado, principalmente com as crianças. A principal medida para evitar os acidentes com o choque elétrico é o estabelecimento de cuidados para evitar o contato com a eletricidade, usando objetos de borracha e tendo atenção com as tomadas e fios sem proteção.
• A rede elétrica é projetada de modo a não oferecer riscos à população. Mas chuvas, ventos, galhos de árvores, colisão em postes e outros acidentes podem partir um cabo e deixá-lo pendurado ou caído no chão

Fios e cabos partidos
• A maior parte da rede elétrica é desencapada ou não isolada. Alguns cabos e fios têm uma capa que não oferece nenhuma proteção às pessoas. Serve apenas para protegê-los do sol, da chuva e outras intempéries.
• Na parte mais alta dos postes, ficam as linhas de alta tensão, por onde passam 13.000 volts ou mais. Apenas 15 centímetros de aproximação destas linhas é o suficiente para causar uma descarga elétrica fortíssima, que pode provocar queimaduras graves, mutilações e até morte.
• A rede elétrica é projetada de modo a não oferecer riscos à população. Mas chuvas, ventos, galhos de árvores, colisão em postes e outros acidentes podem partir um cabo e deixá-lo pendurado ou caído no chão.
Cuidado: mesmo que falte luz nas casas próximas, não significa que o cabo caído esteja desenergizado.

Se alguém levar um choque
• Não toque na vítima, nem se aproxime dos fios caídos ou objetos em contato com eles, como cercas metálicas, portões de ferro ou varais de roupa.
• Desligue imediatamente a eletricidade. Se não for possível, interrompa o contato da vítima com a corrente elétrica, utilizando material não condutor seco (pedaço de pau, corda, borracha ou pano grosso). Nunca use objeto metálico, não toque diretamente na vítima com as mãos e não utilize nada molhado, como por exemplo uma toalha úmida;
• Se as roupas da vítima estiverem em chamas, deite-a no chão e cubra-a com um tecido bem grosso, para apagar o fogo. Outra opção é fazer a vítima rolar no chão. Não a deixe correr.
• Verifique, então, se a vítima está consciente e respirando. Se a pessoa não acordar ou estiver com dificuldade para respirar, ligue para um serviço de emergência e procure ajuda médica
• Ligue 193 (Bombeiros)

Se um equipamento pegar fogo
• Não toque no aparelho ou tente desligá-lo da tomada. Desligue ou corte a energia na chave geral.
• Se o incêndio for pequeno, tente apagar com um extintor próprio.
• Se não conseguir, abandone a área e avise os outros.
• Chame o Corpo de Bombeiros (193) e diga que é um incêndio provocado por eletricidade. Siga as orientações das Brigadas de Incêndio, onde houver.
• Se algum objeto entrar em contato com os fios da rede de energia, considere-o energizado.
• Não tente ajudar a vítima sem estar preparado: o choque pode passar para você.
• Peça aos outros que se afastem.
• Chame a RGE pelo telefone 0800 970 0900 para retirá-lo.
• Ligue para o Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Atenção!
• Nunca jogue água em fogo provocado por eletricidade. Você poderá piorar a situação, levando um choque. Só use um extintor de incêndio se for apropriado para fogo provocado por eletricidade, identificado com etiqueta tendo em destaque a letra C.
• Não desça do carro se um fio partido cair sobre ele, chame imediatamente a RGE pelo telefone de emergência 196 e o CORPO DE BOMBEIROS 193;

Energia elétrica, construção e reformas de prédios
• Eletricidade facilita seu trabalho. Mas todo cuidado é pouco. É na construção civil, reformas de prédios e serviços de reparo que acontece a maioria dos acidentes com eletricidade. As principais causas são: falta de atenção, manuseio inadequado das ferramentas e desconhecimento dos perigos.
• É sempre bom lembrar: o uso da energia elétrica requer cuidados simples, mas fundamentais. Conhecê-los é uma forma de se precaver contra eventuais choques, diminuir o desperdício devido a instalações defeituosas e se obter todo o conforto que a eletricidade possibilita.
Observe as distâncias mínimas 
• Verifique se a obra não ficará próxima da rede. Se isso ocorrer, chame a RGE.
• Se você já construiu paredes, e as janelas e sacadas ficaram muito próximas à rede, chame a RGE para afastar o circuito.
Obras em lajes e acima do 2º pavimento
• Na parte mais alta dos postes, ficam as linhas de alta tensão, por onde passam 13.000 volts ou mais. Apenas 15 centímetros de aproximação destas linhas é o suficiente para causar uma descarga elétrica fortíssima, que pode provocar queimaduras graves, mutilações e até morte.
• Ao construir lajes, preste atenção à rede elétrica, em volta de sua residência.
• Construções de 2º e 3º pavimentos têm mais perigo, porque ficam mais próximas da rede de alta tensão.
• Ao manusear vergalhões de ferro, arames, réguas de alumínio e outros materiais metálicos, tome cuidado para que nada toque nos fios da rede elétrica.
Construções e reformas perto das Linhas de Transmissão
• A voltagem das linhas de transmissão varia de 44 mil a 138 mil volts. Construções próximas destes locais representam alto risco.
• Tome cuidado! Antes de realizar qualquer trabalho, construção ou reforma próximo das linhas de transmissão, comunique sempre à RGE.
• O terreno delimitado embaixo das linhas de transmissão é uma faixa de segurança onde nenhum tipo de construção é permitido.
• Não construa portas e janelas de frente para as linhas de transmissão.
• Aproximar qualquer tipo de objeto ou equipamento das linhas pode ser fatal.
• Queimar entulho ou lixo embaixo das linhas provoca acidentes gravíssimos e interrupções de energia em vários bairros.
Telhados, fachadas e painéis
• Ao construir, ou reformar telhados, mantenha sempre uma distância segura da rede elétrica. Caso seu telhado esteja próximo delas, chame a RGE antes de iniciar os trabalhos.
• Ao manusear telhas galvanizadas, calhas e rufos, assegure-se de que não irão tocar nos fios e cabos da rede elétrica.
• Pintura de fachadas, trabalhos em andaimes, instalações de painéis e luminosos, mantenha distância segura da rede de eletricidade.
• Andaimes devem ser construídos a uma distância segura da rede de eletricidade.

Antenas
• Durante a instalação de antenas de rádio e TV, muitos cuidados devem ser tomados. Os suportes dessas antenas em geral são metálicos e condutores de eletricidade e durante a instalação devem ser movimentados longe dos fios da rede.
• Somente com tempo bom, instale, desligue ou remova antenas;
• Procure fixar a antena de TV longe dos fios da rede elétrica. Calcule uma distância segura para que, em caso de queda, ela não toque os fios da rede elétrica;
• Se ela cair em direção à rede, não tente segurar ou recuperar. Chame a RGE ou a empresa de energia de sua região.

Execução de trabalhos e reparos domésticos com ferramentas elétricas
Você sabia que uma simples furadeira pode causar choque, queimadura ou incêndio? E que quando usar ferramentas com cabos removíveis, deve conectar primeiro o cabo no aparelho de depois na tomada? Cuidados na hora de comprar ferramentas elétricas, checagem de aparelhos e manuseio correto são alguns pontos que garantem a sua segurança e da sua casa.

Atenção ao comprar ferramentas elétricas
• Procure a etiqueta comprovando que elas foram testadas e aprovadas por laboratórios reconhecidos, como o INMETRO, por exemplo.
• Se a ferramenta tiver plug de três pinos, certifique se há tomadas adequadas para sua ligação à rede elétrica.
Conheça e cheque o aparelho
• Leia com atenção o manual do fabricante e siga as instruções do fabricante.
• Adquira treinamento e pratique seu uso.
• Use ferramentas "isoladas", que fornecem uma barreira adicional entre você e a corrente elétrica.
• Em caso de dúvida, peça ajuda a um eletricista habilitado.
• Verifique parafusos, porcas, travas e partes removíveis, para ter certeza de que elas estão bem apertadas.
• Se a tarefa a executar puder causar danos à saúde, use equipamentos de proteção: luvas, protetores e máscaras.

Água é perigo
• Mantenha qualquer aparelho longe de pias, banheiras, superfícies molhadas e locais úmidos. Até mesmo desligados podem provocar choques.
• Se um aparelho cair na água, desligue na tomada antes de recuperá-lo.
• Só lave um aparelho se as orientações do fabricante assim especificarem.
• Mantenha cabos e fios fora das áreas de circulação de pessoas e livre de óleo e de água.
• Se precisar usar ferramentas ao ar livre ou em áreas molhadas:
1º - Esteja certo de que ela é adequada ao uso externo.
2º - Use instalações duplamente isoladas ou corretamente aterradas. As tomadas externas também devem ter coberturas resistentes à chuva.

Manutenção e conservação
• Mantenha suas ferramentas, área de trabalho e espaço de armazenagem limpos e secos. Faíscas podem incendiar sucatas, solventes, etc.
• Siga os procedimentos de manutenção e limpeza nas instruções do fabricante.
• Se um aparelho ligado emitir fumaça, faísca ou se você sentir um formigamento ou choque fraco, pare de usá-lo. Descarte, substitua ou conserte.
• Manutenção e limpeza de fachadas, fixação de antenas e outras atividades realizadas nos primeiros andares dos prédios e residências merecem cuidados especiais.
• Antes de consertos e reformas, desligue a chave geral. Utilize os serviços de um eletricista;
• Desligue o chuveiro antes de mudar a chave verão/inverno;
• Nunca manuseie equipamentos elétricos com mãos ou pés molhados;
• Sacadas próximas à rede elétrica merecem muita atenção. Cuidado com o manuseio de objetos metálicos nesses locais;

Trabalhe com segurança
• Trabalhe com muita atenção e sem pressa.
• Não improvise.
• Desligue sempre o aparelho, quando:
- for limpar, guardar ou não estiver usando
- fizer pequenos reparos e mudar de lâmina ou broca
- conectar ou desconectar na tomada.
• Você já comprou ferramentas em lojas de 1,99? Se a resposta for sim, com certeza já se arrependeu. Não existem ferramentas de qualidade por este preço.
• Quando usar ferramentas com cabos removíveis, conecte primeiro o cabo no aparelho de depois na tomada. Para desconectar, utilize o inverso.
• Desligue da tomada puxando pelo plug e nunca pelo fio.
• Não puxe nem carregue aparelhos pelo fio.
• Não use extensões comuns para ligar aparelhos de grande consumo de energia (furadeiras, lixadeiras, etc.). Use cabo industrial de capacidade adequada.
• Quando estiver trabalhando, mantenha a fiação atrás de você, para que ela não seja danificada pela ferramenta.
• Quando carregar um aparelho, tome cuidado para não tocar áreas energizadas. Equipamentos de proteção e isolação protegem você.
• Não toque na parte elétrica de aparelhos com objetos de metal, como arames e facas.
• Não passe fios debaixo de mobílias, tapetes ou cortinas. Isto pode causar incêndios.
• Use sempre equipamento de proteção como luvas e óculos. Sua saúde vem em 1º lugar.

Crédito: www.dme-pc.com.br 

Dicas de economia e segurança com energia elétrica na construção civil. Janeiro 03, 2014. Por: Mão de Obra Online

2 de janeiro de 2014

As ações com maior potencial para 2014


São Paulo - A bolsa reflete a economia real e o lucro das empresas e, portanto, o desempenho do mercado brasileiro em 2014 vai depender do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), afirma Leonardo Milani, estrategista para Pessoas Físicas da Santander Corretora.
Se o crescimento da economia for modesto, entre 1,5% e 2%, como prevê o mercado, não se deve esperar grandes valorizações do Índice Bovespa ao longo do ano, alerta. “Há ainda muitos feriados, incerteza com ano eleitoral, Copa do Mundo, o que torna um crescimento de 1,5% possível”, diz o estrategista. “É um crescimento fraco, mas com justiça.”

Milani observa, porém, que mesmo com a economia fraca, há setores que têm uma performance operacional boa e podem atrair fluxo marginal de compra, o que os torna interessantes para o investidor. Entre eles, o estrategista cita o de seguros, onde se destacam a BB Seguridade e a SulAmérica.

Há também potencial no setor de serviços financeiros, como o de cartões, com Cielo e Valid, além de bancos. Logística também espaço para ganhos, assim como concessões rodoviárias, com destaque para CCR e Arteris, cuja dinâmica de crescimento deve continuar. Milani destaca também os papéis da Cosan e da Ultrapar, além dos de tecnologia, com Totvs e Linx.

Setores que devem ser evitados são aqueles voltados para a economia doméstica, como consumo que depende de crédito, varejo e construção civil. “A pessoa física já está endividada, e apesar do preço das ações desses setores terem caído este ano, ainda não representam uma oportunidade”, avalia Milani.

A Petrobras, por conta das intervenções do governo e controle dos preços dos combustíveis, deve continuar com uma performance operacional ruim, por isso, não vale ter o papel em carteira, afirma o estrategista.

Já as exportadoras são uma boa opção devido à alta do dólar, que aumenta a receita que as empresas obtêm ao converter seus dólares recebidos do exterior em reais. “A depreciação do real continuará a ser o grande tema nos próximos 12 meses e duas ações que se beneficiam dela são a Brasil Foods e a Iochpe Maxion, que têm receita em dólar e despesas em reais”, diz.

Sobre a Vale, Milani diz que o cenário é bom pois a empresa é exportadora. Mas, com o crescimento da China, principal cliente da mineradora brasileira, em 7%, o preço do minério de ferro não deve explodir. “Não é um papel ruim, mas também não é excelente”, diz.

Para quem gosta de dividendos, a sugestão de Milani são papéis como Alupar e Taesa, que devem pagar cerca de 10% de retorno ao ano, “mas com juro em alta, esses papéis não vão conseguir superar os 12,5%, 13% pagos pelos papéis do Tesouro, com risco zero”, afirma. Assim, o atrativo dos dividendos deve ser menor em um ambiente de juros mais altos. “O custo de oportunidade hoje com os juros atuais é muito maior”, observa.

Crédito: exame.abril.com.br

As ações com maior potencial para 2014. Janeiro 02, 2014. Por: Mão de Obra Online

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