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13 de junho de 2013

Tecnologia: Engenharia Civil faz prédios resistentes a terremotos


Em meio à destruição causada pelo terremoto seguido de tsunami que atingiu a costa leste do Japão sexta-feira, o maior da história do país, prédios continuam em pé apesar do forte tremor. O que explica isso são as altas tecnologias de engenharia civil desenvolvidas há anos pelos japoneses para minimizar os prejuízos e mortes causados pelos desastres naturais. “Eles concebem o prédio como um elemento dinâmico, já que ele estará sempre sujeito a movimentos em qualquer direção”, explicou André Dantas, engenheiro civil especialista em logística de desastres e professor associado da Universidade de Canterbury (Nova Zelândia).

Os estudos sobre construções resistentes a terremotos começaram fora do Japão na década de 70. Dois pesquisadores, Robert Park e Thomas Paulay, iniciaram estudos na Nova Zelândia sobre como desenvolver elementos de construção, como o pilar e a laje, mais resistentes aos abalos sísmicos. Depois do terremoto de Kobe, em 1995, que matou cerca de 6,5 mil pessoas, os japoneses passaram a investir mais em novas tecnologias na construção civil. “Os japoneses levaram técnicas já desenvolvidas a um nível assustador”, diz Dantas.

À prova de tudo

Ao construir um novo prédio, a preocupação começa na fundação, parte do edifício que fica em contato com o solo. Os prédios ganham alicerces com suspensão para absorver o impacto gerado pelo terremoto. Nos prédios como os do governo japonês, são instalados amortecedores eletrônicos, que podem ser controlados à distância. Em prédios mais simples são usados amortecedores de molas que funcionam de um jeito parecido à suspensão de veículos. Os engenheiros também colocam um material especial para amortecer as junções entre as colunas, a laje e as estruturas de aço que compõe cada andar. “Esse material ajuda a dissipar a energia quando a estrutura se movimenta em direções opostas, assim o prédio não esmaga os andares intermediários”, explica Dantas. Todos os andares possuem, além de paredes de concreto, uma estrutura de aço interna, que ajuda a suportar o peso do prédio.

Pêndulo

Uma das partes mais importantes dos prédios com tecnologias mais modernas contra terremotos é o sistema de contrapeso inercial: instalada na parte mais alta, uma bola pesada o bastante para movimentar o prédio no sentido contrário às vibrações do solo atenua o movimento e permite que o prédio se mantenha 40% mais estável durante um terremoto.

Os vidros das janelas, uma das partes mais sensíveis da construção, são envolvidos por borracha, para que não fiquem em contato direto com a esquadria de aço. Com isso, enquanto o prédio sacode, o vidro também se movimenta, porém de maneira controlada.

Este conjunto de tecnologias permite que os prédios mais modernos do mundo passem por terremotos sem comprometer a estrutura física da construção. Contudo, como cada prédio pode ser construído para suportar uma intensidade máxima de terremoto, alguns edifícios podem desabar após enfrentar uma série de abalos sísmicos em um curto espaço de tempo. “Uma estrutura já debilitada por um tremor inicial está suscetível a danos maiores”, diz Dantas.

Controle à distância

Os engenheiros de países localizados em regiões com alta movimentação de placas tectônicas tentam preparar os prédios para suportar terremotos de diversas intensidades. Novos estudos mostram que em breve empresas poderão ajustar os sistemas de contenção das construções pelo computador no momento em que o terremoto começar. “Todas essas tecnologias serão controladas em conjunto a partir de informações de sensores”, diz Dantas.

Ao instalar sensores em todos os elementos que compõe uma edificação, um engenheiro receberá informações em tempo real sobre o início, intensidade e variações do terremoto. Depois de analisar as melhores técnicas, ele acionará via internet os dispositivos que controlam cada estrutura flexível do prédio. Será possível, por exemplo, aumentar a velocidade do pêndulo para compensar movimentos bruscos causados pelo terremoto.

Entre as universidades que conduzem estudos científicos sobre o assunto estão a Universidade de Nagoya (Japão) e a Universidade de Washington (EUA). Os sistemas, contudo, ainda não estão prontos para instalação em prédios.
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/alta+tecnologia+faz+predios+resistentes+a+terremotos/n1238156416631.html 

Tecnologia: Engenharia Civil faz prédios resistentes a terremotos. Junho 13, 2013. Por: Mão de Obra Online

12 de junho de 2013

Avaliação de empresários da construção sobre suas empresas cai 4,9% em maio


BRASÍLIA - A avaliação dos empresários da construção civil sobre o desempenho de suas empresas caiu em maio, chegando a 49,5 pontos, 4,9% a menos que no último levantamento, em fevereiro. Essa é a primeira queda na avaliação de desempenho das empresas registrada pela pesquisa desde maio de 2009. Na comparação com maio do ano passado, houve queda de 3,4%. A avaliação dos empresários varia em uma escala que vai de 0 a 100.
Valores abaixo de 50 podem ser interpretados  como avaliação de desempenho, ou perspectiva, não favorável. Os dados, divulgados hoje (11), são da 55ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o levantamento, rentabilidade e emprego são os indicadores que mais preocupam os empresários no ambiente macroeconômico. “A preocupação com o crescimento expressivo dos custos tem sido apontada pela pesquisa desde o final de 2009, quando a avaliação dos empresários em relação ao tema se tornou pessimista. Na sondagem de maio, o quesito se manteve abaixo de 50, indicando pessimismo. Com relação a dificuldades financeiras, o indicador chegou a 50,5 pontos, o que também confirma uma piora no cenário”, disse, em nota, a entidade.
O levantamento mostra ainda que os empresários estão menos confiantes quanto ao crescimento da economia – o índice chegou a 38,2 pontos, com declínio de 1,1% em comparação com a consulta anterior, feita em fevereiro.
Fonte: http://www.dci.com.br/industria/avaliacao-de-empresarios-da-construcao-sobre-suas-empresas-cai-4,9-em-maio-id350603.html

Avaliação de empresários da construção sobre suas empresas cai 4,9% em maio. Junho 12, 2013. Por: Mão de Obra Online

11 de junho de 2013

Indústria de blocos de concreto desenvolve ferramenta de sustentabilidade

Os fabricantes de blocos de concreto brasileiros integrantes da Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil) estão comprometidos com um projeto pioneiro que permitirá às indústrias aferirem seus índices de eficiência nos processos produtivos, visando à avaliação de parâmetros essenciais sobre a sustentabilidade na fabricação. O projeto, denominado Avaliação de Ciclo de Vida Modular (ACV-m) de blocos e pavimentos intertravados de concreto, teve início neste primeiro trimestre de 2013 e está sendo desenvolvido pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), e é apoiado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e pela BlocoBrasil. 
 
A finalidade do projeto é a de coletar dados e quantificar indicadores de produção que auxiliem as empresas a avaliar e gerenciar seus processos, contribuindo com a sustentabilidade no setor da construção civil. Aplicado à indústria de materiais de construção – no caso, aos fabricantes de blocos e pisos de intertravados de concreto -, permitirá às participantes controlar e intervir no processo produtivo com critérios de sustentabilidade. De acordo com a arquiteta Érica Ferraz de Campos, do CBCS, “quantificar o impacto das atividades humanas é o primeiro passo para fundamentar decisões e gerenciá-las corretamente”. Para isso, complementa ela, o primeiro módulo do projeto ACV-m consiste em levantar os cinco aspectos ambientais mais relevantes e comumente identificados em processos industriais, nos seguintes itens: água, energia, principais matérias-primas, resíduos e emissão de CO2. 
 
De acordo com o engenheiro Cláudio Oliveira Silva, gerente de Projetos da ABCP, a ACV-m é uma versão em escopo reduzido da avaliação de ciclo de vida tradicional, metodologia bastante difundida no mapeamento de processos produtivos e que visa a identificar aspectos críticos, desde a aquisição da matéria-prima até a disposição final do produto. A ACV-m garante o alcance da avaliação e permite aos fabricantes iniciarem a prática de levantar internamente os dados da fabricação, analisar o processo e divulgar seus resultados. “Esta é a primeira etapa de uma ACV completa, por isso é modular, e torna a avaliação mais acessível, com prazos e custos reduzidos, permitindo a participação de um número maior de indústrias e garantindo a sua realização numa escala ainda não realizada no Brasil com fabricantes de produtos para a construção civil”, afirma Silva.
 
Nesta primeira fase, 44 fabricantes de blocos e pisos intertravados de concreto de diversos estados do Brasil estão participando da iniciativa conjunta da BlocoBrasil e ABCP. A ACV-m de blocos e pisos intertravados de concreto é composta por três etapas – com término previsto para o final de 2013 -, que serão desenvolvidas também com o apoio da divisão ambiental do  Senai-RJ, cujos profissionais farão as auditorias nas empresas. Os dados individuais serão disponibilizados apenas a cada fabricante isoladamente e os dados gerais servirão como parâmetro para que cada indústria verifique seus índices em relação aos valores mínimos, médios e máximos em prática no mercado. “Os fabricantes de blocos e pisos intertravados de concreto que obtiverem os melhores resultados poderão divulgá-los, servindo também como importante peça de marketing”, avalia Silva.
 
Diferente de outras iniciativas de implantação de ACV na indústria da construção civil, nas quais os indicadores são baseados em dados de literatura e tomados como referência média do setor, a metodologia desenvolvida pelo CBCS visa a que cada fábrica participante seja treinada em medir seus próprios indicadores e busca identificar diferenças entre tecnologias e fabricantes. E, também, o potencial de redução de impactos que podem ser obtidos pela seleção de fornecedores com critérios de sustentabilidade. Contribui, assim, para que os indicadores de ACV promovam o interesse por melhores práticas de produção e resultem em ganho ambiental. Além disto, essa metodologia permite comparar setores concorrentes de forma justa, em vez de utilizar indicadores médios, que não refletem a realidade do mercado. 
 
“Essa iniciativa permitirá que as indústrias de blocos e pisos intertravados de concreto desenvolvam ferramentas de gestão e sustentabilidade, cada vez mais exigidas pelos maiores contratantes do mercado imobiliário e de obras públicas e privadas. Este é um projeto pioneiro e que dará um diferencial importante ao nosso setor no mercado”, prevê Marcelo Kaiuca, presidente da BlocoBrasil. 
Fonte:http://www.segs.com.br/demais-noticias/120561-industria-de-blocos-de-concreto-desenvolve-ferramenta-de-sustentabilidade.html 

Indústria de blocos de concreto desenvolve ferramenta de sustentabilidade. Junho 11, 2013. Por: Mão de Obra Online

10 de junho de 2013

Índice Nacional da Construção Civil varia -5,12% em maio

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em parceria com a CAIXA, apresentou variação de -5,12% em maio, ficando 5,81 pontos percentuais abaixo da taxa de abril (0,69%). O resultado do mês reflete a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil, em vigor desde primeiro de abril deste ano. A desoneração foi regulamentada através da Medida Provisória nº 601, de 28 de dezembro de 2012, tratando do cálculo dos encargos sociais, que retirou os 20% relativos à contribuição previdenciária incidente na folha de pagamento.
Desta forma, considerando o período de janeiro a maio, a variação acumulada está em -3,42%, enquanto em igual período de 2012 havia ficado em 2,55%. O resultado dos últimos doze meses passou para -0,47%, ficando 6,07 pontos percentuais abaixo dos 5,60% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em maio de 2012, o índice foi de 0,66%.
O custo nacional da construção por metro quadrado, que em abril fechou em R$ 870,97, em maio caiu para R$ 826,34, sendo R$ 460,08 relativos aos materiais e R$ 366,26 à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,46%, subindo 0,38 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,08%); já a mão de obra teve variação de -11,32%, caindo 12,69 pontos percentuais em relação a abril (1,37%). Nos cinco primeiros meses do ano, os acumulados são 1,39% (materiais) e -8,86% (mão de obra), enquanto, em doze meses, foram de 3,03% (materiais) e –4,55% (mão de obra).
Região Norte apresenta maior queda em maio: -5,60%
A Região Norte, com variação de -5,60%, apresentou a maior queda, com a desoneração da folha de pagamento, em maio. Os demais resultados foram: -5,50%(Centro-Oeste), -5,20% (Nordeste), -5,12% (Sul) e -4,87% (Sudeste).
Os custos regionais, por metro quadrado, mais altos são os do Sudeste (R$ 864,41), seguindo-se: Sul (R$ 833,81), Norte (R$ 833,07), Centro-Oeste (823,05) e Nordeste (R$ 776,47).
A Região Sul ficou com a maior variação nos últimos doze meses, atingindo 1,89%.
Paraíba (-1,29%) e Santa Catarina (-2,80%) registram as menores quedas
Devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo, Paraíba e Santa Catarina registraram as menores quedas, com taxas mensais de -1,29 e -2,80%. Tocantins (-2,89%), Alagoas (-2,92%), Sergipe (-3,70%), Espírito Santo (-3,40%) e São Paulo (-3,86%) também celebraram acordo coletivo, contribuindo para amenizar a queda derivada da desoneração da folha de pagamento.
Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2013/06/07/indice-nacional-da-construcao-civil-varia-512-em-maio/

Índice Nacional da Construção Civil varia -5,12% em maio. JUNHO 10, 2013. Por: Mão de Obra Online

7 de junho de 2013

Índice Nacional da Construção Civil recua 5,12% em maio

Construção: a parcela dos materiais subiu 0,46%, 0,38 ponto porcentual acima de abril (0,08%), enquanto a da mão de obra caiu 11,32%, ante alta de 1,37% em abril

O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 870,97 em abril para R$ 826,34 em maio.

Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) recuou 5,12% em maio, ficando 5,81 pontos porcentuais abaixo da taxa de abril, que foi de 0,69%.
"O resultado reflete a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil, em vigor desde primeiro de abril deste ano", informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 870,97 em abril para R$ 826,34 em maio, dos quais R$ 460,08 são relativos a materiais e R$ 366,26, à mão de obra.
A parcela dos materiais subiu 0,46%, 0,38 ponto porcentual acima de abril (0,08%), enquanto a da mão de obra caiu 11,32%, ante alta de 1,37% em abril.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/indice-nacional-da-construcao-civil-recua-5-12-em-maio

Índice Nacional da Construção Civil recua 5,12% em maio. Junho 07, 2013. Por: Mão de Obra Online

6 de junho de 2013

Geração de vagas na Construção Civil tem em abril é inferior ao ano


O setor da Construção Civil no Pará registrou alta de 3,89% na geração de empregos nos quatro primeiros meses de 2013. O saldo positivo foi de quase 4 mil postos de trabalhos, o melhor desempenho da região Norte. Nos últimos 12 meses, o saldo positivo foi de 11 mil postos no estado, de acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Dieese-PA.
Em abril, o aumento de vagas de emprego no setor da Construção Civil foi de 0,14%. Foram 6.963 admissões contra 6.825 desligamentos gerando um saldo positivo 138 postos de trabalhos.
No mesmo período do ano passado, o setor também apresentou crescimento de empregos formais, porém a geração de postos de trabalhos foi bem maior que o verificado este ano. Foram feitas naquela oportunidade 7.398 admissões contra 5.440 desligamentos gerando um saldo positivo de 1.958 postos de trabalhos.
Em abril deste ano, a maioria dos estados da região Norte apresentou saldo positivo na geração de empregos, com destaque para o Tocantins, com saldo de 445 postos de trabalhos, seguido do Acre, com 230 postos, e o Pará com saldo positivo de 138 vagas. Rondônia apresentou a maior perda de empregos formais com saldo negativo de 368 postos de trabalhos, seguido do Amazonas com saldo negativo de 199.
Ainda segundo o Dieese-PA, na região Norte, foram registradas 13.861 admissões contra 13.470 desligamentos gerando um saldo positivo de 391 postos de trabalhos, com um crescimento de 0,18%.
Fonte:http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/06/geracao-de-vagas-na-construcao-civil-tem-em-abril-e-inferior-ao-ano.html 

Geração de vagas na Construção Civil tem em abril é inferior ao ano. Junho 06, 2013. Por: Mão de Obra Online

5 de junho de 2013

Brasil é o quarto país com mais construções sustentáveis

Pelo menos 99 edificações no país detêm selo
No ano em que a luta contra o desperdício ganhou o topo da agenda ambiental internacional, o mercado brasileiro busca mais um degrau no ranking mundial de construções sustentáveis. Hoje, o Brasil ocupa o quarto lugar entre os países que mais concentram edificações feitas a partir de critérios ambientalmente adequados. Os Estados Unidos reúnem o maior número de empreendimentos em análise, seguidos pela China e pelos Emirados Árabes Unidos.

Mais de 720 projetos brasileiros aguardavam a certificação internacional, conferida pela organização não governamental internacional chamada Green Building Council (GBC), responsável por estimular as construções verdes no mundo. Pelo menos 99 edificações no país detêm o selo. A expectativa do governo e da indústria de construção é chegar a 900 projetos para análise da organização até o final do ano.

Caso consiga atingir a meta, o Brasil ocupará a terceira posição na lista dos países com mais edificações ambientalmente projetadas. A construção civil é responsável por alto consumo de recursos naturais e utiliza energia em larga escala, de acordo com números do Conselho Internacional da Construção. Mais de 50% dos resíduos sólidos gerados por atividades humanas são oriundos do setor.

"O conceito de construção sustentável está amadurecendo e se consolidando dentro da cadeia produtiva da construção civil”, avaliou Wagner Soares, gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Para alcançar esse status, engenheiros e arquitetos precisam observar uma série de pré-requisitos e medidas, como a redução do consumo de energia e a prioridade às condições de luminosidade natural e de lâmpadas de baixo consumo, além do uso de aparelhos eletrodomésticos mais econômicos (indicados pelo selo Procel).

“A reforma ainda é um tanto complicada e o custo ainda não é muito baixo. Você tem um aumento de 15%, em média, do custo da construção quando trabalha com sustentabilidade e isso coloca em risco o valor do investimento”, destacou Soares. Pelas contas do GBC Brasil, esse gasto, que já foi 30% superior ao de obras convencionais, pode significar uma diferença de até 5%.

Wagner Soares destacou que existe uma tendência de diminuição dos gastos ao longo do tempo. A expectativa é que as pessoas adotem, cada vez mais, sistemas ambientalmente sustentáveis. Soares ponderou que o maior investimento ainda impede que esses projetos representem uma realidade frequente no país.

O governo federal, por sua vez, desenvolve ações para estimular programas ambientalmente sustentáveis. O Ministério do Meio Ambiente disponibiliza cursos pela internet sobre procedimentos que podem ser adotados para adequar prédios públicos a esses sistemas de sustentabilidade.

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida começou há dois anos, com a obrigatoriedade do uso de energia solar em todos os novos empreendimentos destinados às famílias com renda máxima de três salários mínimos. A etapa incluiu 2 milhões de residências, das quais 1,2 milhão para famílias com renda máxima de três salários mínimos.

Técnicos do governo informaram que existem diversas linhas de financiamento para beneficiar esses projetos. Procuradas pela Agência Brasil, as principais instituições financeiras públicas – Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - não apontaram qualquer crédito criado especificamente para essa finalidade. Os projetos podem ser beneficiados por linhas de crédito que já existiam.A Caixa Econômica Federal não deu informações sobre o assunto.
Fonte:http://www.capitalteresina.com.br/noticias/brasil/brasil-e-o-quarto-pais-entre-os-que-mais-concentram-construcoes-sustentaveis-929.html 

Brasil é o quarto país com mais construções sustentáveis. Junho 05, 2013. Por: Mão de Obra Online

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