Com 2.376 estabelecimentos instalados em Mato Grosso do Sul e que juntos empregam formalmente 35.139 trabalhadores, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems, o segmento da indústria da construção civil pode crescer neste ano de 2013 até 3,5% sobre o faturamento de R$ 2,26 bilhão obtido no ano passado, representando algo em torno de R$ 2,33 bilhões. De acordo com o presidente do Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção de Mato Grosso do Sul), Amarildo Miranda Melo, o segmento está otimista que neste ano seja criado um melhor ambiente de negócios.
“A indústria da construção teve um momento de grande dificuldade que foi a década de 90, considerada perdida. Hoje estamos em um bom momento e para dar continuidade a isso e crescer é preciso que seja criado um melhor ambiente de negócios, melhorando infraestrutura”, declarou Amarildo Miranda Melo. “Quanto mais pessoas qualificadas tivermos, mais trabalhadores estarão empregados, isso porque as indústrias da construção civil necessitam de mão de obra especializada”, reforçou.
Ele acrescenta que outro fator que tem brecado um crescimento maior do segmento são os preços. “Os preços estão muito defasados, principalmente no que diz respeito às obras públicas. A burocracia é muito grande, os preços precisam ser revisto e os pagamentos menos demorados”, pontuou. Quanto aos fatores que contribuíram para o crescimento deste ano, o presidente do Sinduscon/MS destaca a migração das classes D e E para a classe C. “A moradia está mais acessível às classes de baixa renda, isso se deve aos programas do Governo Federal, como, por exemplo, o Minha Casa Minha Vida”, explicou.
Porém, ele garante que ainda é preciso mais incentivo do Governo para investir na construção civil, como condições favoráveis aos trabalhadores e à mão de obra especializada. “A Fiems, por meio do Senai, trabalha junto ao segmento na capacitação de mão de obra na área de eletricista, pintor e pedreiro, mas a nossa demanda é muito grande e ainda não conseguimos suprir a maioria dessa demanda”, destacou.
No âmbito nacional a expectativa é a mesma, ou seja, crescimento entre 3% e 4%, como projetou o vice-presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins. “O Brasil cresceu em cima do consumo e agora tem de ser com investimento, quase 40% do investimento é construção civil, por isso esse investimento precisa aumentar em 10% para que o Brasil cresça 3%”, disse.
Empresas de todo o Brasil ganharam um presente no final de dezembro e que vai refletir no caixa de todas elas durante 2013. No dia 28 de dezembro a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei 12.766 que, entre outros pontos, reduziu e escalonou as multas por descumprimento da entrega das obrigações tributárias da Receita Federal.
Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços, Contabilidade, Auditoria e Perícia de Londrina (Sescap), Marcelo Odetto Esquiante, o sistema anterior era injusto com as pequenas e médias empresas. Antes, em caso de atraso ou falta de entrega de documentos como a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon), Sped Contábil, exigidos pelo órgão, as multas tinham valor de R$ 5 mil por mês/calendário. Agora, os valores variam de R$ 100 a R$ 1,5 mil. Para as empresas optantes pelo Simples Nacional, a redução chega a 70% do valor em alguns casos.
"Há muito tempo a Federação Nacional de Contabilidade (Fenacon), com o apoio dos sindicatos empresariais de contabilidade e outras federações vinham brigando para mudar esta situação que considerávamos injusta. No sistema anterior, uma empresa que faturava milhões de reais por mês pagava R$ 5 mil de multa caso atrasasse a entrega das declarações. Era o mesmo valor que uma empresa pequena, com Faturamento infinitamente menor pagava. Não era correto e só punia mesmo os pequenos", disse Esquiante.
Para o presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon, o objetivo das alterações publicadas pelo governo no final de dezembro foi oferecer um tratamento proporcional quanto à penalidade por descumprimento de obrigações tributárias.
O presidente do Sescap de Londrina afirma que o Brasil já é um dos países com a maior Carga Tributária no mundo. Nos últimos anos a Carga Tributária brasileira tem ficado, em média, em 35%. "Temos percebido que a presidente Dilma Rousseff está com o olhar mais atento a isso. Nos últimos anos houve redução de IPI – mesmo que por períodos determinados para a linha branca e para a indústria automobilística, desoneração da folha de pagamento para alguns setores da construção civil e agora esta recomposição na cobrança das multas. É um avanço, mas a nossa Economia precisa muito mais do que isso para realmente se tonar competitiva e buscar o crescimento que todos os brasileiros querem", disse Esquiante.
O que muda na lei
Por apresentação extemporânea, será aplicada uma multa de R$ 500 por mês/calendário às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham apurado lucro presumido. Já para o empreendedor que, também na última declaração, tenha apurado lucro real ou optado pelo auto arbitramento, a multa será de R$ 1,5 mil.
Caso o empresário apresente declaração com informações inexatas, incompletas ou omitidas, a multa será de 0,2%, não inferior a R$ 100,00, sobre o Faturamento do mês anterior ao da entrega da declaração, demonstrativo ou escrituração equivocada.
Fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=9615 e Folha Web
Em dezembro, o índice subiu para 0,43%, alta de 0,21 ponto percentual.
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou 2012 em 5,68%, muito próximo da taxa de 5,65% registrada em 2011, divulgou nesta quinta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em dezembro, o índice subiu para 0,43%, alta de 0,21 ponto percentual em relação a novembro, quando ficara em 0,22%. Em dezembro de 2011, o índice foi de 0,12%.
Com a alta, o custo nacional da construção, por metro quadrado, passou para R$ 855,64 em dezembro (em novembro fechou em R$ 851,96), sendo R$ 453,79 relativos aos materiais e R$ 401,85 à mão de obra.
Em dezembro de 2011, as despesas com materiais e mão-de-obra foram, respectivamente, de R$ 446,35 e R$ 363,30.
A parcela da mão de obra subiu para 0,51%, em dezembro, avanço de 0,27 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,24%).
Os materiais apresentaram aceleração de 0,15 ponto percentual, passando de 0,21%, em novembro, para 0,36%, em dezembro.
No ano, houve um aumento de 10,61% na parcela de custo referente aos gastos com mão de obra, superando em 1,01 ponto percentual o resultado de 2011 (9,60%).
Os materiais apresentaram, em 2012, variação de 1,67%, correspondendo a uma redução de 0,97 ponto percentual em relação ao ano anterior (2,64%).
A construção civil e o comércio varejista foram incluídos na lista de setores que tiveram a desoneração das folhas de pagamento autorizada por medida provisória do governo. Editada no final de dezembro passado, a MP 601/2012 começou a tramitar no Congresso este ano e deve ser analisada pelos parlamentares após o recesso legislativo. Em busca de incentivar investimentos produtivos e e dinamizar o nível de atividade nesses setores, fortalecendo a economia do país, a medida também beneficia as empresas de exportação.
No caso do setor de construção civil, a base de contribuição previdenciária da folha salarial é substituída por contribuição de 2% sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios, o setor de construção civil é responsável pela geração de 7,7 milhões de empregos diretos e indiretos. A receita bruta desse setor estimada para 2013, segundo o governo, é de R$ 171,6 bilhões e a massa salarial representa R$ 31,4 bilhões.
Para estimular o setor, a medida propõe ainda a redução de 6% para 4% do percentual da alíquota correspondente ao pagamento mensal unificado de impostos e contribuições de incorporações imobiliárias submetidas ao Regime Especial de Tributação – RET, de que trata a Lei 10.931/2004. O governo acredita que a MP também vai estimular a construção de novas moradias e fomentar novos financiamentos, fazendo crescer a economia.
Varejo
No caso do setor varejista, que representa quase 10% do total de vínculos formais (trabalhadores com carteira assinada), a desoneração da folha salarial ajudaria a manter a dinâmica econômica. De acordo com o governo, são 7,5 milhões de trabalhadores no setor, que gera R$ 789 bilhões em receitas e é constituído por 1,2 milhões de empresas.
Com relação a esse setor, a medida faz uma adequação do novo arcabouço de contribuição previdenciária do comércio varejista aos padrões de neutralidade tributária na migração da base de cálculo da folha de pagamento para o faturamento. Cada atividade do setor tem sua base de cálculo específica.
A medida acompanha a MP 582/2012, que desonerou a folha salarial de 15 setores da economia. As desonerações da MP 601/2012 somadas às demais já autorizadas resultarão em uma renúncia total de receitas em 2013 de R$ 16 bilhões. Segundo o governo, a renúncia será contemplada pela receita da Lei Orçamentária Anual de 2013, a ser aprovada pelo Congresso.
Empresas de exportação
A medida altera ainda a mesma lei, prorrogando a vigência do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras, o Reintegra, até 31 de dezembro de 2013. De acordo com a exposição de motivos da MP 601/2012, após a crise internacional de 2008, a redução da demanda externa por parte dos países desenvolvidos tem desestimulado as exportações do Brasil.
O Reintegra permite que as empresas exportadoras reintegrem valores referentes a impostos pagos ao longo da cadeia produtiva e que não foram compensados. Essa reintegração é feita por meio da compensação de resíduos tributários com débitos próprios ou mesmo mediante a solicitação do seu ressarcimento em espécie.
Como o regime especial venceria em 31 de dezembro do ano passado, a medida provisória prorrogou o Reintegra por mais um ano para que as empresas exportadoras possam concorrer em condições de igualdade no cenário de crise econômica mundial.
Companhias aéreas e navais
A MP 601/2012 também faz outras alterações na Lei 12.546/2011 para aperfeiçoar a política de desoneração da folha para setores já contemplados em normas precedentes, como empresas aéreas internacionais estrangeiras e serviço naval.
No caso das empresas aéreas estrangeiras, a MP estabelece a inaplicabilidade da desoneração da folha. No caso, o governo explica que o trabalhador contratado no exterior para trabalhar em empresa constituída e atuante em território nacional, não é segurado obrigatório da previdência social brasileira, mas da previdência de seu país de origem.
O serviço naval, por sua vez, foi incluído na política de desoneração da folha de pagamento de forma similar ao que foi adotado para o setor aéreo.
A medida também permite às pessoas jurídicas da rede de arrecadação de receitas federais deduzir da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS o valor por elas recebido como remuneração dos serviços de arrecadação de receitas federais.
Nesse caso, pretende-se diminuir o custo de manutenção do sistema de arrecadação de receitas e simplificá-lo. A dedução vai substituir o pagamento previsto nos contratos feitos com a rede bancária nacional para o serviço de arrecadação.
A novidade do mercado é o chamado kit box, composto de perfis de alumínio ou aço inoxidável e todos os acessórios necessários à montagem do aparato em qualquer tipo de ambiente. “Já as folhas de vidro devem ser compradas à parte em vidraçarias ou em revendedores”, diz Érico Miguel, gerente de marketing da Ideia Glass, um dos fabricantes dessa solução, que possibilita diversas combinações entre partes fxas e móveis, portas do tipo camarão, de correr e de abrir. O valor do kit varia de acordo com o projeto e vidraçaria. A instalação deve ser feita por um profssional especializado. Outros fabricantes: Alpex, AtlanticBox, Elber, Makit e Metalúrgica Torres.
Bloqueio antiumidade. Na reforma tocada pelo Studio Costa Marques, de São Paulo, o boxe assumiu o posto da antiga banheira, cuja nova versão tomou o lugar da pia. “Com isso, obtivemos ventilação natural dentro do espaço de 1,60 m², agora vizinho à janela. ” O fechamento com vidro temperado do piso ao teto, com porta pivotante, impede o vapor de escapar. A área, forrada de mármore botticino, comporta duas duchas e banco. Metais e louças da Deca. Box da MGA Vidros. Banheira da Jacuzzi.
Deixar a casa em ordem requer mais do que somente uma boa limpeza. Fazer reparos periódicos ajuda a evitar problemas futuros que, além de custarem mais caro para serem resolvidos, podem causar danos irreversíveis ao imóvel. “Ainda é comum as pessoas buscarem os serviços de manutenção apenas quando aparecem os defeitos. Porém, esta cultura precisa mudar, já que prevenir é muito mais interessante”, lembra Ênio Moro Junior, coordenador do curso de arquitetura e urbanismo do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
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Preocupar-se com pequenos reparos ajuda a aumentar a vida útil de equipamentos e estruturas
Algumas estruturas da casa, localizadas principalmente na área externa, necessitam de cuidados especiais e por isso, demandam um número maior de reparos. Telhados de madeira são bons exemplos, já que com o passar dos anos têm sua estrutura deformada. “É um processo longo até que a madeira fique totalmente curva e gere infiltrações. Com isso, o ideal é verificar a estrutura ao menos uma vez por ano e recuperar os trechos danificados”, afirma o coordenador.
Assim como o telhado, uma calha com problemas também pode favorecer o aparecimento de infiltrações. Mas, neste caso, a prevenção inclui limpar o local a cada seis meses e ficar atento a possíveis trincas no material. “Na hora da limpeza, retire toda a sujeira, lave a região e, caso existam furos ou rachaduras, passe um produto impermeabilizante”, diz Luis Antonio Amaral, proprietário da empresa Manutenção de sua Casa. “Fazer os reparos no tempo adequado ajuda a prolongar a vida útil de equipamentos e estruturas”, ressalta.
A manutenção periódica também deve acontecer em materiais expostos a alterações do tempo. No caso de portões de madeira, o indicado é retocar a aplicação de verniz a cada seis meses, e das portas de aço, lubrificar as engrenagens após dois meses para que não sofram desgaste. “No litoral a atenção precisa ser redobrada. Escadas metálicas, por exemplo, devem ser pintadas com tintas anticorrosivas anualmente”, diz Moro.
Ao longo do tempo, sistemas como o de eletricidade e hidráulica também podem sofrer danos ou ficar sobrecarregados. Por isso, alguns reparos precisam ser feitos, no mínimo, a cada três anos. Para não sobrecarregar o sistema elétrico, é importante atualizar o quadro de distribuição de acordo com o aumento de carga. “Já no hidráulico, as principais medidas são limpar a caixa d’água anualmente e aplicar um produto desentupidor na pia todos os meses. Além de observar possíveis vazamentos”, afirma Amaral.
Outro aspecto relevante no assunto é ficar atento ao surgimento de fissuras e trincas na parede, teto ou piso. O coordenador Moro lembra que o problema geralmente acontece devido aos diferentes tipos de dilatação dos materiais. “Cada tipo responde de uma forma ao calor e isso aumenta a possibilidade de fissuras. Quanto mais tarde o reparo for feito, mais cara poderá ficar a conta”, diz.
Cuidados para reformas em casa:
Toda casa e assim. De tempos em tempos sempre tem algo para arrumar, seja na parte elétrica ou hidráulica, uma porta de armário com problemas nas dobradiças ou uma prateleira ou quadro novo para pendurar.
E se você mesmo der conta do conserto, vai fazer uma boa economia. Mas e preciso ter as ferramentas adequadas e pesquisar antes o modo correto de executar o serviço. Caso contrario, poderá se expor a acidentes, conforme avisa Marcelo Cassone, gerente de vendas nacional da Bosch Ferramentas.
Antes de tudo, e preciso estar bem protegido e não se expor a riscos desnecessários. Assim, não custa nada usar uma mascara para não inalar pó. Da mesma forma, deve-se ter bom apoio e usar um calcado firme, óculos especiais e luvas, afirma.
Atenção redobrada
Sobre o uso de ferramentas, Marcelo comenta que e preciso escolher a apropriada ao serviço que sera realizado. Por exemplo, para perfurar uma parede, deve-se utilizar a broca indica ao material: concreto, madeira ou metal. Da mesma forma, as ferramentas de corte precisam ser usadas com o disco correspondente ao material que sera trabalhado.
E, antes de perfurar uma parede, e preciso ver se não há instalações elétricas ou hidráulicas passando no local, caso contrario o estrago pode ser grande. Alem disso, as ferramentas devem ser de boa procedência, pois os de ma qualidade podem sofrer super aquecimento, no caso dos elétricos. E se forem produzidos com componentes de ma qualidade, podem causar choques, orienta.
Novidades que facilitam
-Segundo Marcelo, hoje em dia já existe um aparelho chamado Detect (custa a partir de R$ 200,00), da Bosch, que ao ser encostado na parede consegue fazer uma leitura do que há por dentro, avisando com um alarme qual e a proximidade de um cano.
-Outro equipamento que pode minimizar acidentes e a Trena Laser, da mesma marca, que chega a medir de 20 a 70 m, dependendo do modelo (custa partir de R$ 200,00). Com ele, não é preciso subir em uma escada, por exemplo, para fazer verificar uma medida no alto, explica.
-Marcelo cita ainda o Nível Laser, também da Bosch, que marca e nivela uma posição, facilitando a instalação de uma prateleira ou colocação de um quadro (custa a partir de R$ 100,00).
Fique atento!
- Guarde suas ferramentas em caixas ou armários
- Antes de usar qualquer ferramenta, veja se apresenta ferrugem ou alguma trinca. Se perceber algum problema, substitua-a por outra em perfeitas condições
- Use a ferramenta adequada para cada trabalho. Por exemplo: uma chave de fenda não foi projetada para servir como formão ou talhadeira, e sim para introduzir e retirar parafusos
- Não modifique as ferramentas com soldas, não as esmerilhe nem as corte. O ideal e usar outra adequada ao trabalho
- Preste atenção ao trabalhar com ferramentas cortantes, como estiletes e serrotes
- Evite usar ferramentas em redes energizadas. Para isso, o ideal e chamar um eletricista ou profissional com conhecimento técnico no assunto
- Nunca deixe ferramentas ao alcance de crianças.
Fonte: http://delas.ig.com.br/casa/servicos/casa-pede-reparos-periodicos/n1597700300653.html e http://delas.ig.com.br/casa/tome-cuidado-ao-fazer-reparos-em-casa/n1237508178876.html
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Quando se pensa em redecorar uma sala, logo se imagina que o custo será alto. Mas é possível dar uma cara nova ao ambiente fazendo coisas simples ou usando peças baratas. Duas especialistas dão dicas de como mudar a decoração de uma sala sem ter que perder o sono com a conta.
Não importa o que se queira comprar, a arquiteta e designer de interiores Marina Carvalho recomenda: procure bastante. “Os preços variam muito de um lugar para outro e, nos fornecedores, as coisas costumam ser mais baratas ainda.” Ela lembra, por exemplo, de quando precisava comprar um tapete para um projeto. De tanto procurar, achou um modelo colorido, ideal para o ambiente, por R$ 80.
Reformar, por sua vez, é uma maneira de reavivar um móvel meio caído. “Laquear ou pintar uma peça antiga sai mais barato que comprar uma nova”, explica a arquiteta de interiores Simone Schneider. Dar uma outra utilidade a algo que já se tenha também é uma saída. Um aparador, por exemplo, vira bar apenas colocando a peça sobre uma bandeja com copos e garrafas. Trocar os puxadores de gavetas, segundo Simone, é outra solução rápida e barata para mudar detalhes da decoração. Se a pessoa, no entanto, quiser comprar algum objeto, Marina lembra que o visual retrô está na moda, e que vale a pena procurar em lojas de usados. “Até um sofá de um conhecido designer eu já encontrei baratinho nesses lugares”, lembra.
Mesmo peças que seriam mais caras de mudar ganham cara nova a preços baixos. Não é preciso trocar o revestimento do sofá, o que representa gastos altos. Marina conta que as capas são muito mais baratas, e a pessoa pode ter várias para trocar constantemente. Simone indica uma solução ainda menos custosa: colocar no móvel um xale ou uma manta bem bonita que se tenha em casa.
Adotar os já populares adesivos é uma opção para as paredes. Um toque de tinta em uma delas, por sua vez, ajuda a destacá-la e dá um ar novo ao ambiente. Simone lembra que, no lugar de tinta, o papel também é um material a ser utilizado, ainda mais por seu preço ter caído nos últimos tempos. Já Marina conta que, em um projeto, escolheu recobrir um dos lados da sala com tijolos. Material e mão de obra, segundo ela, foram baratos, e o efeito agradou à moradora. A solução foi de encontro à filosofia da designer de interiores: “Não precisa ser caríssimo para ficar bacana”.