Clique aqui para visitar

Clique aqui para seguir-nos no Twitter e cadastrar-se gratuitamente! ⇒

Cadastre-se gratuitamente!

Cadastro GRÁTIS! Seu perfil profissional na web para consulta em todo Brasil. Abra as portas para o mercado de trabalho!

Encontre o profissional ideal para sua obra

Aqui você encontra arquitetos, calheiros, carpinteiros, construtoras, decoradores, eletricistas, empreiteiras, encanadores, engenheiros, esquadrias, gesseiros, jardineiros, paisagistas, marceneiros, pedreiros, marmorarias, telhadistas, serralheiros, serventes e muito mais!

Quer construir, reformar ou decorar?

Acesse e encontre os profissionais agora mesmo!

Divulgue seu trabalho

Você pode adicionar até 4 fotos de seus trabalhos, aumentando suas chances de sucesso!

Realize seu sonho!

Encontre os profissionais ideais para concretizar seus sonhos!

12 de dezembro de 2012

Avanço da construção civil no estado deve chegar aos 4% este ano

A queda de 3,9% nos investimentos nacionais nos três primeiros trimestres do ano não foi capaz de interromper o crescimento da construção civil mineira, que deve fechar 2012 com avanço de 4% frente a 2011. “A expectativa no início do ano era de crescer acima dos 5%, mas o resultado foi revisado”, observa o economista do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG) Daniel Furletti.

Apesar da revisão, o estado deve continuar crescendo mais que o Brasil, hoje com taxa de expansão na casa dos 2%. Este deve ser o segundo ano consecutivo que o setor terá desempenho melhor em Minas na comparação com o país. “Temos 40 hotéis em construção; projetos de mobilidade urbana, como o BRT, e obras como a reforma do Mineirão. Tudo contribui para esse resultado”, explica a assessora econômica do Sinduscon-MG, Ieda Vasconcelos. 

A geração de postos de trabalho ajuda a comprovar o avanço mais expressivo no estado. Enquanto no país a construção civil respondeu por 16,1% das vagas criadas com carteira assinada entre janeiro e outubro, em Minas a indústria criou 23,2% das oportunidades de emprego e na Grande BH, 36%. A escassez de mão de obra, fantasma que assombra o setor, tem sido superada. “Hoje a oferta e a demanda estão mais equilibrados. Parte porque as empresas têm investido muito em capacitação”, acrescenta Furletti.

Para 2013, a construção deve repetir a expansão de 2012, segundo perspectivas traçadas pelo Sinduscon-MG. “Projetamos uma variação semelhante, de 4%. Mas tudo vai depender dos investimentos, que ditarão este ritmo”, observa. Ieda Vasconcelos lembra que a previsão pode ser considerada conservadora, diante de um PIB nacional estimado em cerca de 3,5% pelo mercado (contra os atuais 1%) e esforços do governo para ampliar os investimentos em 8%. 

Se o pacote de benefícios para a indústria da construção – anunciado na semana passada – contribuirá com esse crescimento, ainda é cedo para avaliar. “O objetivo é incentivar os setores estratégicos e a construção, responsável por 42% dos investimentos, é um deles”, afirma Furletti. Ele lembra que, enquanto a medida provisória não for publicada, é difícil mensurar os reflexos das medidas no setor. Mas uma coisa é certa: a relação da queda de custos com os preços dos imóveis não pode ser feita, como antecipado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Se valoriza ou desvaloriza o imóvel, quem regula é o mercado. Não há relação direta da desoneração da folha com os valores de comercialização”, garante Furletti.

RITMO MENOR Se na edificação ainda há avanço do mercado em 2012 – motivado principalmente pelos empreendimentos anunciados nos últimos anos e ainda em fase de construção –, na ponta do consumo não há esperanças de fechar no azul. Nos primeiros 10 meses do ano, o número de unidades lançadas pelas construtoras foi 25,5% inferior, se comparado ao mesmo período de 2011. Enquanto foram colocadas à venda 2.799 unidades no ano passado, no mesmo período elas somaram 2.085. O volume é o menor desde 2006, quando 1.743 imóveis foram disponibilizados ao mercado. 

As vendas também caíram. Até outubro de 2011, 2.983 unidades foram comercializadas na capital, contra 2.326 este ano, queda de 22% e menor volume desde 2007 (2.608). 
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2012/12/12/internas_economia,336261/avanco-da-construcao-civil-no-estado-deve-chegar-aos-4-este-ano.shtml

11 de dezembro de 2012

Minha casa, Minha vida - 1 milhão de moradias entregues



O programa "Minha Casa, Minha Vida" completou a construção de um milhão de moradias, que beneficiam 3,3 milhões de brasileiros - 54% deles têm renda mensal bruta de até R$ 1,6 mil. O anúncio foi feito, nessa terça-feira (4), pelo governo federal em cerimônia de entrega de chaves a beneficiários. Criado em 2009, o programa visa atender aos que não possuem residência própria e nem recursos para adquirir uma moradia digna. Outro objetivo é estimular o emprego e a atividade do setor de construção civil, que ampliou sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) durante o andamento do MCMV (veja gráfico).

Apenas no primeiro semestre de 2012, o MCMV levou a uma ampliação de 0,8% no PIB e garantiu 1,4 milhão de empregos diretos formais, o que representa 3% da força de trabalho do país. Até agora, já foram investidos mais de R$ 155 bilhões para a contratação de 2 milhões de moradias. Os recursos incluem subsídios do governo federal, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), contrapartidas do poder público local, recursos próprios dos beneficiários e empréstimos dos agentes financeiros.
Até 28 de novembro deste ano, o programa contratou 2 milhões de unidades habitacionais em todo o território nacional. A meta é chegar a 3,4 milhões de contratações até o fim de 2014. Cerca de 2,6 mil empresas contrataram empreendimentos pelo MCMV.
Construção - A demanda por materiais e serviços de construção relacionados diretamente ao MCMV chegou a cerca de R$ 16,3 bilhões, em 2011, devendo ultrapassar a marca de R$ 20 bilhões neste ano.

O setor da construção que tinha 5% dos postos de trabalho com carteira assinada em 2009 passou para 24,1% em 2011 e no primeiro semestre de 2012 representa 31,5%. As oportunidades de emprego são em todas as regiões do país. A indústria da construção civil responde por 7,7 milhões de empregos diretos e gera uma massa salarial de R$ 31 bilhões e uma receita bruta anual para a União de R$ 171 bilhões.
Setor da construção recebe medidas de estímulo

O setor da construção civil recebeu novas medidas de estímulo à atividade produtiva, como a desoneração na folha de pagamento. O setor desembolsa atualmente R$ 6,28 bilhões com pagamento de 20% da folha ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com a mudança, passará a pagar 2% do faturamento bruto o que significará R$ 2,85 bilhões a menos e também mais prazo para honrar o tributo porque o faturamento só ocorre ao final da construção.

Outra medida é a redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil, de 6% para 4% sobre o faturamento - o que terá um impacto anual estimado de R$ 411 milhões em 2013. No caso de projetos residenciais de interesse social, cuja alíquota pelo RET é de 1% sobre o faturamento, será ampliado o valor máximo do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil. Essa ampliação do limite permitirá incluir mais empreendimentos e terá um impacto anual estimado de R$ 97 milhões no próximo ano.

Fonte: http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=92261

10 de dezembro de 2012

Medidas de estímulo à construção civil

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na última terça-feira (4) novas medidas de estímulo à construção civil. Segundo ele, o setor será beneficiado com desoneração na folha de pagamento, redução de tributos e acesso a capital de giro durante o período de construção das habitações. 

O anúncio foi feito durante a cerimônia de entrega da milionésima unidade do programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal.Segundo o governo, a desoneração na folha de pagamento poderá chegar a R$ 2,85 bilhões. 

Atualmente, o setor gasta R$ 6,28 bilhões com pagamento de 20% da folha do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, com a nova medida, passará a pagar 2% do faturamento bruto. "O setor não pagará mais INSS. Não vou dizer pelo resto da vida porque é muito tempo, mas por um longo período", disse Mantega.

Outra medida divulgada foi a de redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil, de 6% para 4% sobre o faturamento.Na cerimônia, o ministro ressaltou a importância da construção civil para o país. "[O setor é] responsável por quase metade do investimento que nós fazemos no país. 

Portanto, estimular a indústria de construção é estimular o investimento no país".Para Mantega, o setor também é importante pois contribui para dois dos maiores sonhos da população: da casa própria e do emprego. Ainda segundo o ministro, o setor emprega atualmente 7,7 milhões de pessoas. 

Fonte: http://www.jeonline.com.br/editorias/economia/index.php?subaction=showfull&id=1355140412&archive=&start_from=&ucat=70

6 de dezembro de 2012

Unesco homenageia Oscar Niemeyer


A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) homenageou hoje (6) o arquiteto Oscar Niemeyer, de 104 anos, que morreu ontem (5) no Rio de Janeiro. A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, disse que Niemeyer merece o título de “artista universal” por seu trabalho e legado. Ela lembrou que Brasília, cuja arquitetura tem assinatura de Niemeyer, está na Lista Mundial da Unesco desde 1987. 

"Oscar Niemeyer viveu um século e merece o título de artista universal: pai fundador da arquitetura moderna, deu edifícios de referência às cidades que ele amava, centenas de monumentos reconhecidos por todos nós em Paris, São Paulo, Rio de Janeiro, e, claro, em Brasília, uma obra-prima do planejamento urbano e da arquitetura moderna”, disse Bokova.

A diretora-geral da Unesco brincou com a irreverência de Niemeyer, pois ele resistia a homenagens e defendia a paixão como combustível para o trabalho. "Oscar Niemeyer costumava dizer que não levava a sério as homenagens e permaneceria ativo até o fim de sua vida.”

Em seguida, Bokova acrescentou que Niemeyer aplicava na prática a principal função da arquitetura. “Apaixonado por seu trabalho, ele estava convencido de que a arquitetura tem que fazer mais do que belos edifícios: tem que contribuir para melhorar a vida na cidade como um todo e incorporar os valores de inclusão, solidariedade e cooperação”. A diretora ressaltou que a Organização das Nações Unidas (ONU) presta homenagem à memória de “um grande humanista intimamente envolvido com as preocupações das cidades e defensor fervoroso da humanidade”. “Expresso minhas sinceras condolências à sua família, ao povo do Brasil e ao governo brasileiro por esta grande perda ", disse Bokova.

Oscar Niemeyer morreu na noite de ontem (5), no Hospital Samaritano, em Botafogo, onde estava internado desde o dia 2 de novembro, vítima de complicações renais e desidratação. Por causa de uma infecção respiratória, o arquiteto que estava na unidade intermediária do hospital, ficou sedado e respirando com auxílio de aparelhos. Niemeyer morreu às 21h55. Ele completaria 105 anos no próximo dias 15.


Fonte: Terra, http://www.parana-online.com.br/editoria/pais/news/637177/?noticia=UNESCO+PRESTA+HOMENAGEM+A+OSCAR+NIEMEYER

5 de dezembro de 2012

Confiança na construção civil



São Paulo - O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na pesquisa Sondagem da Construção manteve-se em queda, no trimestre setembro a novembro com variação de 3,1%. Esse foi o menor recuo da série de comparações interanuais. Em outubro, o índice tinha apontado redução de 5,1%.
Os destaques foram os setores de aluguel de equipamentos com alta de 5,4% ante um recuo de 4,6%; obras de infraestrutura para engenharia elétrica e para telecomunicações com -9,9% ante -14,5%. De um total de seis grandes segmentos pesquisados, apenas um apresentou piora do quadro de percepção dos negócios, o de preparação do terreno (de -6,8% para -5,4%).
O índice de confiança refletiu, principalmente, a apuração em torno das expectativas sobre o momento atual dos negócios que passou de -5,5% para -2,8%. Também ocorreu melhora na sondagem sobre o que os setores esperam para os próximos meses com taxa de -3,4% ante -4,7%.
Das 701 empresas ouvidas, 29,8% consideraram bom o quadro atual ante 33,4% que tinham essa mesma avaliação em igual período do ano passado. Já entre os que acharam a situação ruim, o índice atingiu 9,9%, ligeiramente acima do registrado no trimestre encerrado em novembro de 2011.
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-12-05/confianca-da-construcao-civil-mantem-tendencia-de-recuperacao

4 de dezembro de 2012

Redução de ICMS Construção Civil


Durante a cerimônia de entrega do Prêmio Delmiro Gouveia 2012, o secretário estadual da Fazenda, Mauro Filho, anunciou que o setor de informática teve a carga de ICMS reduzida de 12% para 7%. Segundo ele, a inciativa irá incentivar a produção local.
“Nós vamos prestigiar a indústria e os distribuidores de produtos de informática aqui do Estado. Se qualquer loja quiser comprar produtos de informática fora do Ceará, vai pagar uma carga líquida de ICMS muito maior do que se ele comprar da indústria e dos distribuidores locais”, explica o secretário.
Mauro Filho também anunciou que, até a próxima sexta-feira (7), estará desonerando os segmentos de material para construção civil. “À medida que os insumos da construção civil passam a ter uma carga tributária mais barata, significa que a produção do apartamento ou da casa será mais barato, o que enseja um potencial de consumo muito maior”, afirma.
O secretário disse também que, até o dia 18 de dezembro, o Governo do Estado irá desembolsar R$1,29 bilhão referente à folha salarial do funcionalismo público dos meses de novembro e de dezembro, além da segunda parcela do 13º salário.
Fonte:http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/12/04/noticiasjornaleconomia,2965366/reducao-de-icms-para-informatica-e-construcao-civil.shtml

3 de dezembro de 2012

Construção civil: mais de 7,6 mil vagas de emprego em outubro


O nível de emprego na construção civil brasileira recuou 0,22% em outubro, na comparação com setembro deste ano. O décimo mês fechou mais de 7,6 mil vagas em todo o País. É o que revela a pesquisa mensal realizada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas).
A tendência de desaceleração no ritmo de contratações se manteve no comparativo com o mesmo mês do ano passado, já que foram contratados mais 16 mil trabalhadores (+0,51) em outubro de 2011.
No acumulado de 2012 até outubro, o número de contratações no setor aumentou 7,57%, um acréscimo de 240,3 mil novas vagas. No entanto, segue inferior ao apurado em igual período do ano anterior. Entre janeiro e outubro de 2011, o setor havia contratado 314,6 mil trabalhadores, registrando aumento de 11,12%. O mesmo se observa no indicador no período de 12 meses, que acumulava alta de 7,82% em outubro de 2011, e desacelerou para 4,17% em outubro de 2012.

Números regionais

A construção brasileira empregou até o final de outubro mais de 3,414 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Destes, cerca de 1,722 milhão estavam no Sudeste, 724,6 mil no Nordeste, 478,1 mil no Sul, 274,3 mil no Centro-Oeste e 215,2 mil no Norte. Neste mês, o emprego na construção registrou queda em relação a setembro em todas as regiões do País.
No estado de São paulo, o número de contratações caiu 0,25% em outubro, com o fechamento de 2,2 mil vagas. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, a desaceleração do crescimento permaneceu.
Apesar do comparativo mensal continuar ruim, o índice apresentou alta de 5,25% no acumulado de janeiro a outubro de 2012, com a contratação de 42,8 mil trabalhadores no estado de São Paulo. Já o volume de contratações em 12 meses no Estado mostrou crescimento de 2,8% (+23,4 mil).
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/construcao-civil-fechou-mais-de-7-6-mil-vagas-em-outubro/69443/

Principais notícias da semana

Mão de Obra Online