Clique aqui para visitar

Clique aqui para seguir-nos no Twitter e cadastrar-se gratuitamente! ⇒

Cadastre-se gratuitamente!

Cadastro GRÁTIS! Seu perfil profissional na web para consulta em todo Brasil. Abra as portas para o mercado de trabalho!

Encontre o profissional ideal para sua obra

Aqui você encontra arquitetos, calheiros, carpinteiros, construtoras, decoradores, eletricistas, empreiteiras, encanadores, engenheiros, esquadrias, gesseiros, jardineiros, paisagistas, marceneiros, pedreiros, marmorarias, telhadistas, serralheiros, serventes e muito mais!

Quer construir, reformar ou decorar?

Acesse e encontre os profissionais agora mesmo!

Divulgue seu trabalho

Você pode adicionar até 4 fotos de seus trabalhos, aumentando suas chances de sucesso!

Realize seu sonho!

Encontre os profissionais ideais para concretizar seus sonhos!

13 de novembro de 2012

Obras do Maracanã



As obras do Maracanã, que está sendo reformado para a Copa das Confederações 2013 e Copa do Mundo 2014, já estão 75% concluídas. Nos próximos dias, os cabos que vão sustentar a cobertura começarão a ser içados. A partir daí, entra em ação uma equipe de 25 alpinistas, com o apoio de guindastes, para ajudar no ajuste das peças dos cabos de aço nos pontos mais altos e críticos da estrutura metálica e na colocação da lona de teflon e fibra de vidro. A lona terá 68,4 m de comprimento e vai cobrir cerca de 76 mil dos mais de 79 mil assentos.
Com mais de 5.500 operários trabalhando em dois turnos, os serviços se concentram agora nos acabamentos, com foco principal na cobertura. As passarelas de metal que darão acesso ao catwalk central também já estão sendo colocadas sobre os quatro andaimes montados na arquibancada.
Até o fim deste mês, os cabos começarão a ser içados com a ajuda de 120 macacos hidráulicos, que estão sendo instalados no anel de compressão, no topo do estádio. A operação de içamento dura cerca de 15 a 20 dias. Ao final, começa a montagem da lona tensionada, feita de teflon e fibra de vidro.
O gerente de montagem do Consórcio Maracanã Rio 2014, Claudio Casares, explicou que a decisão de usar alpinistas profissionais na montagem da cobertura levou em conta a complexidade operacional da tarefa no Maracanã, onde a estrutura terá um vão coberto de 68,4 m de extensão.
"Durante o planejamento da obra, vislumbramos a necessidade de ter este tipo de mão de obra especializada, devido à impossibilidade de ter dois guindastes ocupando o mesmo espaço. Por isso, contratamos profissionais experientes no mercado, mas, em razão da necessidade de um número maior desses especialistas, decidimos qualificar operários da própria obra que se adequassem ao tipo de serviço, fizemos uma seleção e formamos 17 pessoas que poderão exercer esta profissão pelo resto da vida", afirmou Casares.
Também está sendo finalizada a construção de 231 banheiros, 60 bares e 110 camarotes. Dezenas desses espaços já estão com pisos, revestimentos em pastilhas e bancadas. O campo também já começou a tomar forma. O gramado está recebendo um moderno sistema de drenagem, com capacidade de vazão de água de 230 mm/hora, o dobro da média do índice pluviométrico verificado nos últimos dez anos na região do Maracanã. A grama, que está sendo cultivada numa fazenda do interior, será trazida em rolo e plantada no estádio em fevereiro.
Também está em estágio avançado a recuperação das duas rampas monumentais, assim como a colocação de pisos dos estacionamentos dos setores norte e oeste. Os pisos da parte leste e sul do estádio já foram concluídos. O sistema de refrigeração também está sendo instalado.
"Nesses últimos três meses e 20 dias, vamos trabalhar em ritmo ainda mais intenso para cumprir esses últimos 25% das obras. Teremos de executar algo em torno de seis a sete por cento por mês e vamos fazer. Nesta etapa, sem dúvida alguma, os nossos maiores desafios serão o içamento e a montagem da nova cobertura", afirmou o presidente da Empresa de Obras Públicas (Emop), Ícaro Moreno Júnior.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/copa/2014/noticias/0,,OI6295541-EI18776,00-Obras+do+Maracana+chegam+a+do+andamento.html

12 de novembro de 2012

Contratação de haitianos na construção civil



O crescimento contínuo nos últimos dez anos da construção civil no país e a qualificação dos operários brasileiros têm levado as empresas do setor a buscar mão de obra como a dos haitianos, que entram no país ilegalmente pelo Acre.
O presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos nas Indústrias da Construção e da Madeira (Conticom), Cláudio da Silva Gomes, disse que essas pessoas geralmente migram para “subempregos” como serventes e auxiliares de pedreiro.
As próprias empresas, em geral as maiores e mais organizadas, priorizam a qualificação dos profissionais já no mercado, além de oferecerem melhores salários e outros benefícios. “O operário brasileiro, que antes trabalhava para garantir o sustento de sua família, agora quer melhor condição de vida”.
Cláudio Gomes ressaltou que os empresários consideram mais barato investir nos operários à disposição do que ter de recontratar mão de obra a cada nova obra. “As empresas partiram para uma espécie de fidelização dos operários que, por sua vez, ficam com os melhores empregos”, disse o presidente da Conticom, filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Aos haitianos, segundo ele, ocupam as vagas rejeitadas pelos trabalhadores do país. Cláudio Gomes acrescentou que os estados do Norte vivem um momento de grande crescimento no setor com a execução de obras de porte. Ele informou que a Conticom tem feito levantamentos para “desarmar” instrumentos de burla da legislação trabalhista que seriam usados por empreiteiros que atuam em áreas remotas com esses trabalhadores.
“O problema é que os haitianos, que não tem nada no seu país, se submetem à exploração do subemprego e são coniventes com as atitudes desses empresários o que dificulta a fiscalização do Ministério do Trabalho”, frisou o sindicalista.
Em parte, essas avaliações coincidem com as de representantes de empresas, como a Urb Topo Engenharia e Construções, com sede em Minas Gerais. No primeiro semestre, a construtora contratou em Brasileia (AC) 30 haitianos para trabalhar em uma obra da Votorantim, em Cuiabá (MT).
O gerente comercial da empresa, Henrique Luiz Araújo Abreu, disse que o operariado brasileiro se profissionalizou e hoje boa parte não trabalha mais só com a Carteira de Trabalho assinada. “A realidade no mercado da construção civil é que parte dos operários se qualificou como pedreiro e carpinteiro. Eles montaram pequenas empresas e trabalham nas obras como subempreiteiros”, disse.
Ele reconheceu que a mão de obra haitiana supre lacunas nos canteiros de obra de serviços onde os trabalhadores do país não querem mais atuar. Quanto aos 30 haitianos contratados pela Urb Topo, o gerente comercial informou que a todos foi oferecido o salário de mercado estabelecido em convenção pelos sindicatos e que eles recebiam cesta básica ou vale-alimentação, além de alojamento e o apoio de um tradutor, já que muitos não falavam português.
“Dos 30 haitianos que contratamos 50% não se aproveitaram. Eles chegavam no canteiro de obra e recusavam o serviço para o qual foram contratados, diziam que eram engenheiros no Haiti”, disse o gerente comercial. As informações são da Agência Brasil.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/expansao-da-construcao-civil-e-qualificacao-de-brasileiro-do-setor-leva-empresas-a-contratar-haitian/

9 de novembro de 2012

Construir Rio 2012 mostra a força da construção civil



Empresários e associados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Fluminense (Sinduscon) participaram da abertura da feira internacional de construção, a "Construir Rio 2012", no Riocentro, no Pavilhão 4.
Segundo os organizadores, o objetivo da feira é mostrar a força das indústrias no Estado e que elas estão preparadas para atender a crescente demanda do setor.
Este ano a feira destaca quatro temas: inovação tecnológica, sustentabilidade, segurança nas edificações e programas habitacionais.
De acordo com o presidente do sindicato, Mauro Campos, a feira está muito bem montada e estruturada, e deve ser visitada por todos.
- Acho que a feira está muito boa, estivemos na quarta-feira com alguns associados e pudemos perceber que esse ano a feira trouxe algumas inovações positivas. Neste ano estão presentes representantes da construção civil da China, então para quem precisa de um grande volume de materiais, e que tem um grande volume de demanda de materiais, preço acessível e materiais de bom acabamento tem essa oportunidade. Está muito interessante. A feira deve ser visitada e incentivada - opinou.

Mercado de trabalho
Estimasse que atualmente no Brasil, existem 2.750.173 trabalhadores no setor de Construção Civil. No Rio de Janeiro o número de pessoas trabalhando no setor é de 261.159.
Na região Sul Fluminense, foram dados vários aumentos reais recentemente. Para o presidente do sindicato patronal da categoria, Mauro Campos, a economia aquecida ajudou para que nos últimos anos uma política de recuperação e valorização dos funcionários fosse exercida.
- Nós temos adotados nos últimos quatro, cinco anos uma política de recuperação para se valorizar o funcionário. Em relação ao salário médio, acredito que nós não estamos tão abaixo da média do país, devemos estar cerca de 10% abaixo, em torno de R$ 1200, R$ 1300 - afirmou.
De acordo com dados divulgados pela Firjan, A remuneração média da Construção Civil no estado do Rio de Janeiro é superior à observada no Brasil. No Rio, um empregado recebe, em média, R$ 1.746 por mês enquanto no Brasil a remuneração média não passa de R$ 1.466.

Crescimento
Em relação aos últimos dez anos, o primeiro semestre deste ano registrou o melhor saldo de contratações para a Construção Civil no estado do Rio de Janeiro, segundo estudo do Sistema FIRJAN, a partir de dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Nesse período, foram criados 25.833 postos de trabalho no setor.

Fonte: http://www.diariodovale.com.br/noticias/15,65356,Sinduscon-participa-de-evento-que-mostra-for%E7a-da-constru%E7%E3o-civil.html

8 de novembro de 2012

Mercado da Construção civil estabilizado


Terminou a euforia que havia tomado conta da indústria da construção civil nos últimos anos, mas o mercado se mantém firme com a demanda de habitações dentro de padrões de normal para bom, uma vez que houve crescimento da classe média no País, e os juros dos financiamentos diminuíram em relação aos valores históricos do passado, tornando mais fácil a aquisição da casa própria. A informação é do engenheiro Paulo Rockenbach, da Construtora R. Correa, ressaltando que o fim da euforia também é benéfico para o setor, pois diminui  problemas como falta de mão de obra e de insumos, que complicavam a vida das empresas quando a demanda estava super aquecida. “A loucura já passou, e vivemos um momento bom, de estabilidade, bem melhor do que há 7 ou 8 anos, quando não havia demanda porque as pessoas não podiam comprar moradia”, disse Rockenbach. A Construtora R. Correa, com 32 anos no mercado, está lançando, ou planejando lançar, três empreendimentos com mais de 400 apartamentos, um no Menino Deus, outro entre as ruas São Manoel e São Luiz e outro na Vila Assunção.

Preocupação

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos está preocupada com os efeitos danosos que advirão para os fabricantes de bens de capital do País em decorrência da nova metodologia adotada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no que diz respeito à consulta pública para a concessão de redução do imposto de importação a máquinas e equipamentos sem similar nacional. O vice-presidente da entidade, Hernane Cauduro, alerta que o novo  procedimento de não consultar mais as entidade de classe setorial para atestar similaridade nacional é lesivo aos interesses da indústria nacional do setor. “Esta medida facilitará também investidores e/ou importadores que buscam driblar a tributação de bens de capital importados”, afirmou.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=108158

7 de novembro de 2012

Construção ecológica



Construção ecológica”, “construção sustentável”, “arquitetura bioclimática”. Todos estes conceitos estão relacionados a uma ocupação inteligente do espaço construído de forma harmônica com o meio ambiente. Entretanto, cada um tem suas particularidades e seus focos de trabalho diferenciados.

A arquitetura bioclimática tem como foco principal o conforto e bem-estar do morador/usuário através da adaptação da construção ao clima local gerando um melhor aproveitamento energético. A construção sustentável visa a redução do impacto ambiental da construção através da utilização de técnicas, materiais e tecnologias menos agressivas antes, durante e depois da obra, que garantam a sustentabilidade do empreendimento através do uso de materiais duráveis, reuso de água e formas alternativas de energia. Já a construção ecológica, embora tenha o mesmo objetivo da anterior, possui uma estratégia diferente através da utilização de materiais disponíveis no próprio local da construção, além de defender a integração da construção com a paisagem de forma a causar o menor impacto visual possível. É desta última que trataremos aqui.

A arquitetura ecológica tem como objetivo principal a utilização de materiais disponíveis no próprio local de construção confeccionados de maneira artesanal ou semi-artesanal e que usam, na maioria das vezes, materiais renováveis como palha e fibras vegetais (a terra, muito usada neste tipo de construção, não é renovável, porém pode ser reutilizada inúmeras vezes). Um exemplo são os esquimós que usam o gelo, os índios que usam a terra, e vários outros exemplos de povos tradicionais que dispunham apenas de recursos locais. É quase que uma conseqüência que essas construções mantenham uma integração com o ambiente local, interferindo minimamente na paisagem.

Claro que ninguém terá de morar em um iglu. Alguns exemplos de construções modernas que seguem o conceito de construção ecológica podem ser vistas na Alemanha, EUA e México por exemplo.
Aqui no Brasil, a prática ainda é pouco difundida e sofre um certo preconceito embora tenha sido largamente empregada em cidades históricas que tem várias casas feitas de adobe.

Na verdade, trata-se de um resgate de técnicas construtivas tradicionais que utilizam materiais feitos basicamente de terra (alguns utilizam terra e cimento em pequenas quantidades, outros utilizam terra e fibras vegetais, e etc.) e por isso, com praticamente nenhum impacto ambiental. É claro que as técnicas evoluíram e hoje, contamos com opções diversas de materiais e acabamentos que permitem um visual muito mais arrojado que antigamente além de maior durabilidade, embora as cidades históricas não deixem negar que estes materiais já são bastante resistentes: na Alemanha, na cidade de Weilburg, está o prédio mais alto da Europa construído de terra crua (taipa-de-pilão). Com 7 andares, o prédio já resistiu a um incêndio e tem quase 200 anos.

Alguns outros materiais que podem ser utilizados em construções ecológicas são: madeiras, pedras, adobe (blocos de terra crua que não passam pelo processo de cozimento dos tijolos convencionais), cob (mistura de barro com fibras vegetais sovados muito usado na Inglaterra), terra-palha ou somente palha prensada na forma de blocos (strawable), calfetice (barro, cal, cimento e fibra vegetal misturados), super-adobe (mistura tipo adobe apiloada em sacos de polipropileno). Cada material exige cuidados específicos para sua utilização e manutenção e oferecem possibilidades diferenciadas de trabalho.

Da mesma forma que na construção sustentável, na construção ecológica não podem faltar medidas para economia no uso da água, eficiência energética e gerenciamento de resíduos, assim como, é importante observar sempre se os materiais utilizados foram extraídos de forma sustentável (sem desmatamento e outras degradações).

Fonte: http://www.infoescola.com/ecologia/construcao-ecologica/

6 de novembro de 2012

Confiança na Construção Civil



SÃO PAULO - Em recuperação há três meses seguidos, o otimismo dos empresários da construção civil na economia brasileira melhorou no trimestre encerrado em outubro último, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).
O índice apresentou queda de 5,1%, melhorou um pouco, mas permaneceu negativo em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2011. Em setembro deste ano, a queda foi de 7,8%.
De acordo com a avaliação técnica da FGV, esse resultado mostra aumento no ritmo de atividade no setor. Entre os segmentos que demonstraram maior grau de confiança estão os da construção de edifícios e obras de engenharia civil (de -7,4% para -4,3% ), aluguel de equipamentos (de -7,3% para -4,6%) e obras de instalações (de -7,3% para -5,6%).
Embora os índices permaneçam negativos, houve evolução favorável tanto no Índice da Situação Atual (de -9,4% para -5,5%) quanto no Índice de Expectativas (de -6,4% para -4,7%). Neste último caso, a avaliação é feita com base na previsão de desempenho para o período de seis meses à frente do momento da enquete. Foram ouvidos representantes de 703 empresas.
Fonte: http://www.dci.com.br/industria/melhora-a-confianca-dos-empresarios-da-construcao-civil-id318958.html

5 de novembro de 2012

Feira de construção civil Construir Rio 2012



A feira Construir Rio deve reunir mais de 300 empresas nacionais e internacionais do setor da construção no Riocentro na próxima semana. O evento, direcionado a empreiteiros, engenheiros e arquitetos, ocorre entre os dias 7 e 10 de novembro.
A intenção é apresentar novidades relacionadas a inovação tecnológica, sustentabilidade, segurança em edificações e programas habitacionais.
Além da presença dos expositores, haverá uma premiação no dia 8, que vai eleger os 40 maiores atacadistas do Rio.
A feira conta com o apoio do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), do Senge (Sindicato dos Engenheiros) e da Asbea (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura).
A entrada é gratuita, mas é necessário realizar inscrição no site ou no local.
SERVIÇO
Quando: 07 a 10 de novembro
Horário: entre 13h e 21h
Local: Riocentro (av. Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca, Rio)
Preço: entrada gratuita.

Principais notícias da semana

Mão de Obra Online