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15 de outubro de 2012

Dicas para construir uma boa churrasqueira


Dicas de Gaúcho para construir churrasqueira:
untitled-45A churrasqueira é muito mais que o espaço onde se come. Nela, sem nenhuma exceção, sempre estamos descontraídos, alegres, rodeados de pessoas queridas.
Acho que é o lugar adequado para a diversão e onde receber bem é a principal pedida. Para que isto aconteça, a churrasqueira deve ser um ambiente despojado, gostoso e, principalmente, convidativo a saborear uma boa comida.
E é aqui que entram as dicas de um querido cliente gaúcho.
Segundo ele, paulista não é bom de churrasco não. E as construtoras que entregam churrasqueiras nas varandas por aqui também não têm muita noção de como funciona uma boa churrasqueira.untitled-17
1. Subimos duas fiadas de tijolos refratários para tornar mais fundo o buraco aonde vai o carvão e dessa maneira conseguir concentrar mais o calor;
2. Segundo ele, uma boa churrasqueira deve ter TRÊS andares, ou seja, o espeto deve ser colocado em três diferentes alturas para que cozinhe bem por dentro e por fora. Desta forma, se consegue atingir diferentes temperaturas. Conclusão: tivemos que substituir a grelha que só tinha dois andares por uma nova de três;
3. Uma tampa de madeira com presilhas ou ganchos de fixação foi projetada para encaixar perfeitamente na “boca” da churrasqueira e assim, impedir que o cheiro de churrasco e fumaça se alastre pela casa apos o termino do preparo da carne. Segundo ele, o cheiro impregna na casa se a churrasqueira ficar aberta por muito tempo, pois enquanto o churrasco está sendo preparado, a fumaça é sugada pelo duto da coifa.
Com ele, aprendi essas dicas importantes, e acredito que ele entenda realmente do que está falando, pois não há um final de semana se quer que ele não “trabalhe” nisso.
Um beijo
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Fonte: http://www.casosdecasa.com.br/index.php/2009/11/dicas-de-um-autentico-gaucho-para-montar-uma-boa-churrasqueira/

10 de outubro de 2012

Minha Casa, Minha Vida ainda precisa de ajustes - SindusCon-SP



O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo (SindusCon-SP) acredita que, mesmo após as recentes medidas anunciadas pelo Conselho Curador do FGTS para o Programa Minha Casa, Minha Vida, ainda existem dificuldades para a contratação da construção de unidades habitacionais da faixa 1 (famílias com renda até R$ 1.600 ao mês) no estado de São Paulo. De acordo com a entidade, as mudanças trouxeram mais benefícios para a faixa 2 (renda mensal entre R$ 1.600 e R$ 3.275).

Na semana passada, o Conselho Curador do FGTS anunciou ajuste de 13% no valor dos imóveis, que passou de R$ 170 mil para R$ 190 mil. O valor máximo do subsídio passou para R$ 25 mil e o teto da renda familiar para esta faixa foi para R$ 3.275.

O SindusCon-SP afirma que, mesmo após as mudanças, os valores máximos de R$ 76 mil em São Paulo e R$ 70 no interior do estado ainda são insuficientes para que ocorram contratações de imóveis na faixa 1. Na visão da entidade, seria necessário um subsídio complementar do governo, além da doação do terreno, para viabilizar a contratação dessas habitações.

O Governo Federal oferece um subsídio de R$ 20 mil, o que aumenta o valor máximo das moradias contratadas pelo convênio com a Caixa para R$ 96 mil. Porém, o SindusCon-SP afirma que para se enquadrar no Regime Especial Tributário (RET), que reduz a alíquota dos impostos federais para 1%, seria necessário elevar o teto da faixa 1, que hoje está em R$ 85 mil, para R$ 96 mil.

Além disso, o Sindicato defendeu a atualização dos valores do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), usado pelo Governo Dederal para validar os custos da construção apresentados pelas empresas do setor. O SindusCon-SP afirmou que os valores de serviços contratados pelas construtoras são maiores que os apresentados na tabela. 
Fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/custos/sinduscon-sp-afirma-que-minha-casa-minha-vida-ainda-precisa-de-271650-1.asp

9 de outubro de 2012

Antes de começar construir



Dicas importantes para se pensar antes de começar construir sua casa.
01. Lote
É fundamental a escolha do lote onde se quer construir a casa… Observar sua localização, aclives, orientação do sol e também o seu acesso. É preciso também o levantamento topográfico, com curvas de nível, do terreno.

02. Programa de necessidades
Primeiro deve se pensar muito o que quer na casa…quantos quartos, banheiros, cozinha, sala de estar conjugada com a sala de jantar? Ou uma copa junto com a cozinha? Quantos pavimentos? Como que se quer cada um dos espaços?

03. Estilo
Com telhado ou com teto plano? Ultra-moderna, colonial brasileira ou uma clássica casa inglesa? Essa pergunta é de fundamental importância a ser repassada ao profissional.

04. Arquiteto ou Engenheiro
Peça fundamental, intérprete de necessidades e sonhos. Ele irá enxergar adiante, prever como ficará sua casa, minimizando erros.

05. Funcionamento
Resolução da inter-relação dos espaços dentro da residência e também de cada espaço em particular. A sua casa precisa ser prática, funcional.

06. Espaço
O que gostaria de ter e sentir em seu espaço?
Tetos altos (pé-direito) ou baixos, duplos ou simples? Com muros ou sem? Liberdade… Incorporação de elementos como a água, dentro ou fora da casa… Iluminação… através de clarabóias que permitem entrada de luz natural e também que permitem ver as estrelas? …

07. Relação com o entorno
De que maneira se relaciona o interior com o exterior?
Deve-se analisar o que quer ter ao seu redor e como quer ver… E o principal: o que você quer ver.

08. Materiais
Cores… texturas… do que quer a sua casa?
De pedra, madeira, alvenaria… com revestimento? E o piso: que material?… São detalhes importantes que irá definir o estilo e o valor de sua obra.

09. Detalhamento e desenho de interiores
Fundamental a sua vinculação com a arquitetura: através do mobiliário, pode-se reforçar as idéias arquitetônicas, enfatizar linhas, dar cores em uma casa neutra… A iluminação, os pontos elétricos, todos em seus devidos lugares para melhor funcionamento de sua obra.

10. Paisagismo
Também, elemento importante na vinculação com a arquitetura. O tipo de árvore que gostaria de estar em determinado local tem que estar em consonância com a arquitetura…Floresce no verão ou o ano todo? Qual a cor a predominar no jardim? E a água? Lago ou fonte? Tudo isso, trabalha-se com sensações: cheiro, tato, audição e visão.

Fonte: http://construindonossosonho-amanda.blogspot.com.br/2009/08/10-dicas-para-construir-sua-casa.html

8 de outubro de 2012

Redução de juros do Minha Casa Minha Vida



O Conselho Curador do FGTS aprovou, nesta quinta-feira (04/10), a proposta do Ministério das Cidades para alterar os parâmetros de financiamentos para habitação popular e para concessão de subsídios, vinculados ao Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). As alterações têm o objetivo beneficiar mais famílias de baixa renda e manter o nível de crescimento da construção civil no país.

O Governo Federal propôs ampliar os limites de valores dos imóveis e dos subsídios (renda familiar e do valor para complementar o preço de aquisição do imóvel). Além disso, reduziu as taxas de juros dos financiamentos.
Os novos critérios buscam garantir a continuidade dos investimentos neste setor, considerado um dos grandes responsáveis pela combate da crise econômica e na geração de empregos no país. O prazo para a regulamentação das novas propostas será de no máximo 30 dias.

As diretrizes gerais de aplicação do FGTS estavam sendo revisadas e discutidas desde abril deste ano. “As medidas se somam aos demais esforços do Governo Federal, para preservar o nível de atividade econômica e o emprego dos trabalhadores, com ações que fomentam a construção civil e combatem o déficit habitacional", disse o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Limites – Outra proposta aprovada foi a alteração no valor máximo dos imóveis. Atualmente, o limite de valor dos empreendimentos para contratação nos municípios integrantes das regiões Metropolitanas, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal é de R$ 170 mil. O novo valor passou a ser de R$ 190 mil.

Nos municípios com população igual ou superior a um milhão de habitantes o valor máximo para contratação dos imóveis do MCMV passou de R$ 150 mil para R$ 170 mil. Nos municípios com população superior a 250 mil habitantes este valor aumentou de R$ 130 mil para R$ 145 mil. Naqueles com população igual ou superior a 50 mil habitantes, subiu de R$ 100 mil para R$ 115 mil. Para os demais municípios a alteração aumentou de R$ 80 mil para R$ 90 mil.

Subsídios - Com as modificações nas regras, as faixas de renda do programa receberão um subsídio maior. Os subsídios para as famílias que ganham até R$ 1,6 mil, hoje limitado em R$ 23 mil , poderá chegar a R$ 25 mil, de acordo com o porte populacional do município onde resida o cidadão.

Juros - A revisão das faixas de renda está sendo feita para ampliar o acesso das famílias ao subsídio do FGTS. 
Foi criada uma nova faixa de renda, onde o cidadão ganha entre R$ 3.275 a R$ 5.000. Essas famílias serão beneficiadas com a queda na taxa de juros de 8,16% para 7.16%.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=34401

5 de outubro de 2012

Inflação da construção civil recua (IBGE)


A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em convênio com a Caixa, desacelerou para 0,25% em setembro, ante 0,79% em agosto. Em setembro de 2011, a variação foi de 0,19%.

Em agosto, variação do Sinapi foi de 0,79%.
Custo nacional da construção, por metro quadrado, foi de R$ 847,18.


No acumulado do ano, o Sinapi registra alta de 4,64%, resultado pouco abaixo de igual período do ano anterior, quando havia ficado em 4,74%. Nos últimos doze meses, o indicador acumulou alta de 5,55%, ligeiramente acima dos 5,49% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em agosto fechou em R$ 845,10, em setembro passou para R$ 847,18, sendo R$ 449,99 relativos aos materiais e R$ 397,19 à mão de obra.

A parcela da mão de obra apresentou variação de 0,35%, recuando 0,91 ponto percentual em relação ao mês anterior (1,26%). Já os materiais registraram uma diferença de 0,23 ponto percentual, desacelerando de 0,38%, em agosto, para 0,15%, em setembro. No ano, a mão-de-obra subiu 9,33%, enquanto os materiais registraram alta de 0,82%. Os acumulados em doze meses foram: 10,66% e 1,41%, respectivamente.

Nas regiões
A maior variação regional do Sinapi em setembro ocorreu na região Nordeste, com alta de 0,42%, seguindo-se, em ordem decrescente: região Sul (0,38%), região Centro-Oeste (0,27%), região Sudeste (0,12%) e região Norte (0,05%).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 852,88 (Norte); R$ 794,31 (Nordeste); R$ 880,67 (Sudeste); R$ 863,77(Sul) e R$ 861,15 (Centro-Oeste).

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/10/inflacao-da-construcao-civil-recua-para-025-em-setembro-diz-ibge.html

4 de outubro de 2012

Destino de resíduos na Construção Civil




A conduta sustentável adotada por muitas empresas contribui para a preservação do meio ambiente e para a formação de gestores e funcionários cada vez mais preocupados com o futuro do planeta. Na construção civil não é diferente. A destinação correta de resíduos provenientes dos canteiros de obras pode ajudar na redução de descarte irregular de materiais em áreas verdes.
De acordo com a técnica de Segurança do Trabalho da Emadel Engenharia, Cristiane Fleiter da Costa, deve haver a separação de resíduos orgânicos e recicláveis, presentes desde o começo da construção, para depois selecionar os demais materiais descartados durante os trabalhos. “É importante estabelecer uma logística para o projeto dar certo. A criação de um local dividido por categorias é imprescindível para que os colaboradores possam depositar os materiais”, afirma.
Já a frequência de recolhimento dos resíduos varia de acordo com o andamento da obra. Cristiane explica que na fase inicial, por exemplo, são colocadas armações que geram grande quantidade de metal, surgindo a necessidade de descarte constante. O oposto acontece no final da construção, quando a produção desse material tende a diminuir e a demanda por captação também.
Como os resíduos são bem diferentes entre si, várias empresas são responsáveis por dar o encaminhamento correto dos objetos e substâncias decorrentes do trabalho. Na Emadel, os clientes podem acompanhar periodicamente a condução da política sustentável proposta. “Esse acompanhamento existe, não como cobrança, mas sim como forma de conhecimento, apresentando ao mercado as empresas responsáveis pela destinação final dos resíduos e os resultados do projeto”, diz Cristiane.
Formação consciente
A preocupação com a ação de produtos tóxicos e poluentes na natureza é uma tendência a ser seguida pelas empresas do ramo de construção civil, assim como a disseminação do conhecimento sustentável entre colaboradores. Exemplo disso são as palestras realizadas sobre o tema nos canteiros de obras da Emadel. Durante os treinamentos, são feitas orientações para reduzir os impactos ambientais causados pelos resíduos. Destinados corretamente, entulhos de demolições, por exemplo, são reaproveitados pela construção civil e retornam na forma de novos materiais, como brita, concreto e outros.

Dessa forma, o trabalho realizado em conjunto e de forma correta tende a dar bons frutos a longo prazo. “Através das medidas tomadas para capacitar funcionários e dar estrutura para a realização do projeto sustentável, conseguimos dar fim ao dilema de com uma mão construir e com a outra preservar”, conclui Cristiane.
Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=34387&op=notas

2 de outubro de 2012

Custo da construção civil paulista registra leve aumento em setembro


Os preços da construção civil paulista ficaram praticamente estáveis em comparação a agosto deste ano, registrando um leve aumento de 0,07%

Por Luiza Belloni Veronesi
SÃO PAULO - Os preços da construção civil paulista ficaram praticamente estáveis em comparação a agosto deste ano, registrando um leve aumento de 0,07%. É o que revela a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (01) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. Nesse mês, ele foi de R$ R$ 1.020,52 por metro quadrado.
prédio em construção - construtoras - imóveis
Em setembro, o custo das construtoras com materiais de construção teve alta de 0,24%. Já os custos com mão de obra indicou leve recuo de -0,05 e as despesas administrativas apresentaram estabilidade.
No acumulado de 2012, o CUB registrou crescimento de 6,85%, com elevação de 9,62% nos custos com mão de obra, avanço de 3,25% nos custos com materiais e aumento de 7,68% nos administrativos.
Alta dos preços
Dos 41 itens de material de construção analisados, no nono mês do ano, quatro registraram alta acima do IGP-M, que avançou 0,97% no mês. Entre os maiores reajustes ficaram com locação de betoneira elétrica, com 1,58%, dobradiça em ferro polido, 1,24%, e areia média lavada, com 1,23%.
Fonte: http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/2575350/Custo-construcao-civil-paulista-registra-leve-aumento-setembro

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